O Vilaverdense – 09/10/2014

O Partido Socialista (PS) de Vila Verde classifica o mandato, um ano depois de ter tomado posse, de António Vilela como “prejudicial” e “consumidor de recursos. “Para quem gasta 31 milhões de euros, parece-nos, evidentemente, que muito fica por fazer”, dizem os socialistas em comunicado. Ao mesmo tempo tornam 37 projetos, dos mais de 100 que dizem ter, públicos. Ideias e sugestões para Vila Verde.

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“Um ano marcado pela arrogância consequente da insegurança pessoal e das fragilidades e esgotamento do projeto político que tem para oferecer aos vilaverdenses, António Vilela tem-se refugiado no seu mundo de verdades e razões próprias para não aproveitar os muitos e diversos contributos da vereação Socialista para o crescimento e desenvolvimento sustentado do concelho de Vila Verde”, começa por ler-se no comunicado enviado à imprensa.
Para os vereadores socialistas – Luis Filipe Silva, José Morais e Manuela Machado – os primeiros quatro meses foram pautados por polémica. “Um contrato para recolha de resíduos sólidos urbanos duvidoso, anúncio de um plano de emergência para recuperação das vias rodoviárias que nunca chegou a ser implementado, e um pedido de calamidade pública de que ninguém soube mais desenvolvimentos. Também exigiram ao Governo de Pedro passos Coelho a construção da variante a Vila Verde e nada”, dizem os socialistas de Vila Verde, ao mesmo tempo que denunciam dúvidas relativamente às contas da câmara.
“Com especial destaque para as contas entre câmara e EPATV, pelos abusos da empresa concessionária do estacionamento pago e a inercia do presidente de câmara face aos mesmos, e por mais uma série de episódios que deixam muitas dúvidas quanto à estratégia definida para o concelho”, afirmam.
Quanto aos restantes oito meses, Luis Filipe Silva, José Morais e Manuela Machado, dizem “ser mais do mesmo” e traçam um cenário muito pouco rosa. “Ao concelho de Vila Verde foram retiradas competências, nomeadamente no caso do Tribunal. Foi também dado a conhecer o estudo sobre a qualidade da água potável, que em 2009 mantinha níveis de excelência e que agora se apresenta entre as piores do país, isto para não falar dos incidentes ambientais no Rio Cávado e Homem que muito prejudicaram as receitas turísticas”, denuncia a oposição.
A nível autárquico, o PS fala em “atitudes antidemocráticas” com crescentes dificuldades impostas ao trabalho dos vereadores do PS. “Com contornos de ilegalidades praticadas por membros do seu gabinete de apoio. António Vilela mostrou-se absolutamente incapaz para, entre outras coisas, democraticamente, reconhecer os muitos contributos dos vereadores do Partido Socialista”, declaram os vereadores de oposição.
Em jeito de “nem tudo vai mal”, o PS reconhece os esforços desenvolvidos pela câmara. “Mereceram a nossa concordância várias obras municipais, lançadas com financiamento comunitário, como foram os centros escolares, o centro de dinamização artesanal, a loja de turismo, a requalificação do quartel da GNR. Mas numa Câmara Municipal cujo orçamento consome 31 milhões de euros, parece evidente que ficou muito por fazer”, dizem.
Por tal, os vereadores tornam público 37 propostas, de 100, e recomendações. Trabalho que dizem “não ter sido valorizado pela gestão de António Vilela e os seus pares”, numa atitude que consideram “estar a prejudicar o concelho e o dia a dia dos vilaverdenses”.

AS PROPOSTAS:

Do trabalho desenvolvido pela vereação do Partido Socialista, destacam-se neste pequeno resumo apenas 37 propostas (das mais de 100) já apresentadas ao Sr. Presidente de Câmara.

Como forma de reduzir despesas e gerar poupança, propôs-se o seguinte:

1- Redução das verbas gastas com as diversas Consultadorias Externas.
2- Redução do número de avenças e renegociação das consideradas necessárias para o desempenho dos serviços da Câmara Municipal.
3- Renegociação dos contratos existentes entre a Câmara Municipal e entidades externas, por forma a alcançar poupanças.
4- Redução dos gastos afetos a eventos comemorativos e/ou festivos.
5- Implementação de um sistema de monitorização e controlo dos consumos dos diversos sectores/serviços municipais.
6- Introdução de alterações processuais nos procedimentos de Ajuste Direto por forma potenciar mais poder negocial por parte da Câmara Municipal e, com isso, obter poupanças.
Como investimentos e ações a implementar, propôs-se o seguinte:
7- Diligenciar junto do Conselho de Administração da Escola Profissional Amar Terra Verde no sentido de abrir um Pólo da Vila de Prado.
8- Criação de um “Observatório” que, com regularidade, analise e emita as suas conclusões relativamente à conjugação da oferta formativa da Escola Profissional Amar Terra Verde com as reais necessidades do mercado de trabalho da região.
9- Criação de uma Rede de Hortas Escolares, visando o aproveitamento de espaços inutilizados no interior das escolas, transformando-os em pólos dinamizadores de atividades continuadas em torno do meio ambiente, valores humanos e nutrição, educando e motivando para o respeito dos princípios da ecologia subjacentes à vida humana.
10- Criação do programa “Escola em Férias”, programa destinado aos alunos do 1.º Ciclo e tendo por objetivo a organização e dinamização de atividades pedagógicas, de animação socioeducativa, como componente de apoio à família.
11- Criação de um espaço digno de albergar as múltiplas formas de expressão artística, como por exemplo, a dança, a música e o teatro na Vila de Prado.
12- Construção de uma extensão da Biblioteca Professor Machado Vilela, de dignidade semelhante, no centro urbano da Vila de Prado.
13- Recuperação da casa onde residiu Sá de Miranda, na U.F. da Ribeira do Neiva.
14- Recuperação, valorização e promoção de alguns exemplares do património molinológico, dotando o concelho de mais valias para a sustentação do sector turístico.
15- Criação da Carta Arqueológica do Concelho de Vila Verde.
16- Construção de um Centro de Educação Ambiental que aproveite as potencialidades endógenas da zona Norte do concelho.
17- Criação do Espaço Jovem, estrutura a ser construída como pólo de dinamização de políticas de juventude sustentadas e onde seja possível apoiar os jovens vilaverdenses nos mais variados sectores, tais como: inovação, novas tecnologias, empreendorismo, formação, emprego, desporto, cultura, lazer, entre outros.
18- Adotar politicas de apoio às empresas que promovam estágios profissionais a jovens do concelho e/ou apostem na contratação de mão-de-obra concelhia.
19- Instalação na feira semanal da Vila de Prado de equipamentos que permitam a venda de pescado cumprindo as exigências legais, evitando intervenções da ASAE como tem sido habitual.
20- Apoiar a AHBV de Vila Verde para a abertura de um pólo na Vila de Prado, por forma a substituir a extinta Delegação da Cruz Vermelha e, dessa forma, servir melhor essa zona o Concelho.
21- Implementação do Plano de Segurança Rodoviária
22- Instalação de Posto de Turismo (ditos “convencionais”) em locais considerados estratégicos do concelho, nomeadamente na zona ribeirinha da Vila de Prado, na zona de Atães e na Ribeira do Neiva.
23- Estudar a viabilidade da construção de um Centro de Interpretação dos Rios (Fluviário) na Vila de Prado.
24- Implementação do “Roteiro Turístico pelo Património Monumental”.
25- Criação da Carta Gastronómica do concelho de Vila Verde no sentido de recuperar as tradições gastronómicas do concelho de Vila Verde e de melhorar a qualidade e autenticidade da oferta gastronómica. O trabalho já desenvolvido, por exemplo, em prol do “Pica no Chão” pode encontrar neste documento terreno para crescer e se consolidar.
26- Eliminação total da derrama sobre o IRC.
27- Isenção de taxas de licenciamento para empresas que criem postos de trabalho para vilaverdenses.
28- Promoção de mini áreas empresariais/industriais em distintas zonas do Concelho, em especial na Ribeira do Neiva, aproveitando o facto de ser a zona do Concelho mais próxima do nó de ligação à autoestrada.
29- Promoção regular de missões empresariais (indústria, comercio, serviços e agricultura) às localidades geminadas com o Concelho de Vila Verde.
30- Disponibilização, através da rede SIBS, de referências para que os munícipes possam pagar, via eletrónica, taxas e serviços (fatura da água, licenças, coimas, etc)
31- Melhorar as condições de trabalho dos colaboradores do município no parque de máquinas instalado no parque industrial de Gême.
32- Construção de instalações (ou adaptação de instalações já existentes) para o funcionamento de um mercado municipal na sede do Concelho.
33- Deslocalização do Canil Municipal para instalações de maior capacidade e situadas fora do centro urbano.
34- Tendo em vista a resolução da problemática dos acessos à Zona Industrial de Oleiros, propomos a criação de uma variante que permita a ligação entre a Vila de Prado e a Zona Industrial de Oleiros, tendo como objetivos principais a ligação entre a ER 205 com a EN 101 – variante para Braga, retirando trânsito ao centro da Vila de Prado, a ligação entre a ER 205 e a EN 201, mas principalmente a criação de acessos rápidos e seguros à Zona Industrial de Oleiros encurtando tempos de percurso aos parques industriais de Soutelo, Gême e Vila de Prado.
35- Elaboração de um Plano Concelhio para recuperação da rede viária.
36- Implementação do “Manual da Gestão da Água”.
37- Elaboração de um plano municipal de combate aos incêndios florestais, incluindo, entre outros, a construção de lagoas artificiais e de uma rede de cortes florestais, estrategicamente distribuídos no concelho, para um rápido e eficaz combate aos incêndios.

Em balanço de um ano de governação, o PS espera que Viela “esteja à altura das responsabilidades do cargo que ocupa e das exigências dos vilaverdenses”. “Que ponha de lado a gestão de zig-zag’s prejudiciais e consumidoras de recursos. Que abandone a vaidade e o folclore. É mais que tempo de acabar com as divisões que ele próprio cria com base em critérios políticos e que chame todos à responsabilidade para construir um Concelho de Vila Verde mais próspero”, dizem os socialistas.

in OVilaverdense

O Vilaverdense – 14/10/2014

Polémica “ALTERAÇÕES ORÇAMENTAIS”: PS reage – «António Vilela tem memória curta e vive num mundo de mentiras»

«Desce uma vez mais o nível da discussão política à mentira, nem que para isso tenha que forjar minutas de atas, colocando assinaturas e recortando digitalmente as questões colocadas antes das discussões, o sentido de voto e as declarações de voto dos Vereadores do Partido Socialista, numa atitude, que por ele praticada, além de muito grave pode inclusivamente ser entendida como ilegal, já que são alterados documentos com o objetivo claro de através da mentira fazer passar a ideia de que os Vereadores do PS votaram contra tais equipamentos». O PS reage assim à posição pessoal do presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, pelo facto «do PS não ter votado favoravelmente» aquilo que reputa de «assuntos de importância fundamental para o concelho». Os socialistas recuam no tempo e – com base num recorte de jornais de 1996 – questionam: «O Dr. António Vilela demonstra ter memória muito curta. Já se terá esquecido de que, o PSD quando era oposição – e ele fazia parte – votava sistematicamente contra estas alterações orçamentais, conforme se demonstra por um recorte jornalístico Vilaverdense, de 1996? Ou mais grave que isso, já terá esquecido o voto contra do PSD na renovação de 90 contratos de trabalho de funcionários da Câmara? Ou da proposta do PSD para encerrar uma fábrica na Vila de Prado que empregava mais de 100 pessoas? Afinal em que ficamos Sr. Presidente?».

Na óptica dos vereadores do PS, «o último post do Sr. Presidente de Câmara vem confirmar que a mentira espalhada por Vila Verde, de que os Vereadores do PS votaram contra os centros escolares e a instalação de equipamentos desportivos tem efectivamente origem no próprio Presidente de Câmara, como há muito se suspeitava. O Dr. António Vilela já não olha a meios para esconder as suas incapacidades de gestão e as suas fragilidades políticas».
Dizem claramente que «o Sr. Presidente de Câmara vai mais longe: Afirma categoricamente na sua declaração pública que os vereadores do PS dizem “NÃO” a tais obras, baseando tal afirmação, imagine-se, nas suas próprias declarações de voto transcritas nas atas! Ao longo de uma publicação que visa apenas confundir a opinião pública, o Sr. Presidente não foi capaz de publicar na íntegra a página onde são discutidas essas modificações orçamentais, que envolveram mais de 1 milhão de Euros, e na qual foram retirados quase 500.000€ ao Quartel da GNR, cuja construção está em curso, e será feita ao abrigo de fundos comunitários que obrigam à fixação dessa verba na rúbrica em questão!»
Os vereadores do PS «lamentam que o Sr. Presidente não assuma uma postura construtiva e continue a tentar criar casos que visam unicamente desestabilizar e descredibilizar o excelente trabalho realizado pelo Vereadores do PS. Sabemos que o Dr. António Vilela começa a ser questionado enquanto líder do projeto autárquico e que muitos sociais democratas não se revêm na sua conduta, que deveria ser sempre pautada pela verdade. Não será com a mentira que conseguirá manter o seu projeto político. Exigimos, que, em nome da verdade, na mais elementar observância dos princípios da ética política e, principalmente, em respeito pelos Vilaverdenses que a todos elegeram, o Sr. Presidente de Câmara, responsáveis por esta cabala política, assuma as suas responsabilidades, enverede por caminhos que promovam e dignifiquem o bom nome do concelho de Vila Verde e elevando dessa forma a política e os políticos».
Em estilo profiláctico, muito em voga nos meandros políticos locais nos últimos tempos, os vereadores do PS concluem: «à mentira, os Vereadores do PS responderão sempre com VERDADE e com TRABALHO. Este é o nosso compromisso perante todos os Vilaverdenses. O Sr. Presidente saberá o compromisso que assumiu com quem o elegeu».

in OVilaverdense

Reunião de Câmara: 06/10/2014

(2013/2017)

No seguimento do que tem sido feito, disponibilizam-se a atas das Reuniões de Câmara Municipal, realizadas em 06 de Outubro de 2014. Esta é uma forma de todos os vilaverdenses poderem acompanhar os assuntos discutidos em sede de reunião de executivo e o posicionamento perante os mesmos dos diversos vereadores.

Ata RC

O Vilaverdense – 18/09/2014

Vereadores do PS insistem junto do Ministério da Educação pela manutenção do JI de Rio Mau

Os vereadores do Partido Socialista de Vila Verde revelam, em comunicado enviado à nossa redacção, que se dirigiram hoje, novamente, ao Ministério da Educação, «reforçando o pedido para manutenção em funcionamento do Jardim de Infância de Rio Mau. Insistimos na necessidade de reverter a decisão de encerramento, que terá sido numa primeira fase acordada com o Município de Vila Verde». Neste contexto, referem mesmo que, no dia 08 de Setembro, apresentaram uma proposta em reunião de Câmara «para que, atendendo à vontade dos pais e junta de freguesia, a Câmara de Vila Verde informasse o Ministério da Educação da vontade de todos os intervenientes em manter este Jardim de Infância em funcionamento».
Fonte do Gabinete da Presidência da Câmara Municipal de Vila Verde volta a recordar que «a própria autarquia aguarda a resposta do Ministério da Educação ao Ofício em que solicita a manutenção do jardim-de-infância de Rio Mau».

PAIS NÃO DESISTEM DA REABERTURA

Já esta manhã, em nota enviada à nossa redacção, Nuno Lopes – em nome dos pais de Rio Mau – refere que estes se sentem «revoltados ao lerem a carta que o Sr. Presidente da Câmara enviou à Assembleia da República». Dizem que «não é verdade que o encerramento tenha sido acordado com os pais de Rio Mau. Pelo contrário, o Sr. Presidente, na única reunião que houve, disse-nos sempre que este jardim de infância ficaria aberto. Soubemos que ia encerrar pelos jornais e, imediatamente a seguir, fomos à Câmara falar com o Sr. Presidente, que nem se dignou receber-nos condignamente».

Nuno Lopes acrescenta que os pais «gostariam de ver o Sr. Presidente ao nosso lado, a defender a nossa freguesia e o nosso Jardim de Infância. Infelizmente, pelo contrário, assistimos é ao Sr. Presidente a atacar um deputado do CDS que nos tenta ajudar. Assistimos ao Sr. Presidente desvairado a atacar o CDS, o PS, e a todos os lutam pela manutenção desta escola».

O Vilaverdense

O Vilaverdense – 18/09/2014

VILA DE PRADO: Campeonato Nacional de Slackline na Praia do Faial – 21 SETEMBRO

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A Praia Fluvial do Faial, na vila de Prado, recebe este Domingo a segunda etapa do Campeonato Nacional de Slackline. A prova, organizada pela Escola NorteSlack (sediada em Vila Verde, em parceria com a Câmara Municipal de Vila Verde e Junta de Freguesia de Prado, arranca pela 14h00 com uma “Jam” onde os atletas vão competir todos juntos, durante uma hora, para seleccionar os melhores para as meias-finais. A fase final funcionará num modelo de “batalha”, entre dois atletas, que vão competir entre si, e apenas o vencedor passará à próxima fase onde irá disputar o título final.

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Estes são os ingredientes da prova apresentada esta manhã, Praia do Faial, onde marcaram presença Pedro Silva (membro da organização e também atleta), António Vilela, presidente do Município de Vila Verde, Patrício Araújo, vereador do Desporto e o anfitrião da prova, Paulo Gomes, presidente da Junta de Prado. Na conferência de imprensa marcou presença o actual campeão nacional da modalidade (Mikel) que no final fez uma pequena demonstração e desafiou os autarcas a experimentarem. Repto aceite por António Vilela e Patrício Araújo como documentam as fotos.

O Vilaverdense

Jornal de Notícias – 17/09/2014

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O Vilaverdense – 17/09/2014

CDS.PP reage a Carta Aberta de António Vilela sobre reorganização da rede escolar – RIO MAU

A concelhia de Vila Verde do CDS-PP reage à Carta Aberta do presidente da Câmara de Vila Verde, António Vilela, sobre a reorganização da rede escolar do Concelho. Rio Mau está no centro da discussão política concelhia.

paulomarques

COMUNICADO:
No seguimento da Carta Aberta do Presidente da Câmara de Vila Verde, Dr. António Vilela, relativo ao tema do encerramento do jardim-de-infância de Rio Mau, o CDS.PP de Vila Verde faz saber:

ESTA NÃO É UMA GUERRA PARTIDÁRIA, É O ENSINO DAS CRIANÇAS DE RIO MAU

O CDS.PP pediu no dia 3 de Setembro último ao Sr. Presidente da Câmara Municipal, apoiados no estatuto de oposição, que nos informasse relativamente aos critérios e processo que envolvia o enceramento do jardim-de-infância em Rio Mau. É com admiração e contra toda a lógica democrática que, até hoje, nada nos foi informado ou sequer esclarecido.

No entanto, o CDS não ira partidarizar esta questão, aceitando que se desvie a atenção do que interessa: defender as crianças de Rio Mau. E porque a educação é um direito fundamental exigimos uma análise franca, aberta e sem desassossegos. Lembramos que é o ensino das nossas crianças que esta em jogo, e que por isso mesmo, confiamos na capacidade de diálogo do Sr. Presidente da Câmara. Não há espaço neste tema para desassossegos. Certamente que o Dr. António Vilela não se limitará ao debate partidário, fazendo com que este tema se reduza a isso mesmo.

Assim, voltamos a pedir um cabal esclarecimento por parte do Presidente de Câmara para este tema, acrescentando ainda a necessidade do Presidente de Junta vir a terreiro informar e apoiar também ele as populações. É para nós incompreensível o silêncio do Presidente de Junta perante a população que o elegeu. É que a escola já começou.

Pela Comissão Política,
Paulo Marques

O Vilaverdense