Reunião de Câmara – 21/07/2010
No seguimento do que tem sido feito, disponibiliza-se a acta da Reunião da Câmara Municipal de Vila Verde, realizada em 21 de Julho de 2010.
Esta é uma forma de todos dos vilaverdenses poderem acompanhar os assuntos discutidos em sede de reunião de executivo e o posicionamento perante os mesmos dos diversos vereadores.
ACTA - Reunião de Câmara ANEXO I - Proposta dos Vereadores do PS para construção de um Fluviário e Centro de intrepertação dos rios Cávado, Homem e Neiva ANEXO II - Proposta dos Vereadores do PS para definição de um Plano de Segurança Rodoviária
Parques Eólicos
Os Parques Eólicos têm por objectivo, a produção de energia eléctrica a partir da força do vento, fonte de energia não poluente e renovável. A produção de energia eléctrica a partir do aproveitamento da energia eólica não gera na fonte quaisquer resíduos sólidos ou emissões de gases poluentes, nomeadamente dióxido de enxofre (SO2), óxidos de azoto (NOx) e dióxido de carbono (CO2), os quais se encontram associados a outras formas convencionais de produção de electricidade.
Um parque eólico não é mais que conjunto de vários aerogeradores, ligados entre si, que convertem a energia cinética do vento em energia mecânica que é utilizada para alimentar um gerador que a transforma em energia eléctrica.
Obviamente, qualquer projecto por mais pequeno que seja, apresenta sempre impactes negativos. No caso dos parques eólicos os projectos sujeitos ao procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) estão incluídos nos Anexos I e II do Decreto-Lei n.º 69/2000, de 3 de Maio (alterado e republicado no Decreto-Lei n.º 197/2005, de 8 de Novembro. Os Parques Eólicos encontram-se no Anexo II, ficando sujeitos a procedimento de AIA os projectos que apresentarem um número de aerogeradores superior a 20 (caso geral) ou superior a 10 (caso sensível), incluindo os aerogeradores de outros Parques similares situados a menos de 2 km.
Os impactes associados a este tipo de projecto dependem da sua localização, sobretudo tendo especial atenção em zonas sensíveis e ou protegidas.
Em termos de uso do solo, os impactes são reduzidos, uma vez que a sua implementação efectua-se normalmente em zonas mais elevadas, onde a aptidão do solo é reduzida e constituída por zonas não florestadas com menor risco de incêndio. Os impactes registados são sobretudo na fase de construção, os trabalhos de desmatação e limpeza de terrenos e de movimentação de terras, tornarão os solos mais susceptíveis à acção dos agentes erosivos, podendo acentuar ou determinar processos de erosão e arrastamento de solos. Após a instalação do parque a área é renaturalizada (naturalmente ou artificialmente) e a vegetação natural do local volta a cobrir o solo.
Uma medida importante em termos de avifauna, é que a fase de construção não coincida com época de reprodução, e caso não seja possível, promover desmatação do local antes do inicio desta época, para minimizar impactes à nidificação.
A morte por colisão de aves é uma possibilidade, embora estudos mostram que as aves acabam por se integrar no ambiente e se habituar à presença destas infra-estruturas. No entanto será importante recorrer a estudos de monitorização de avifauna ao longo das várias fases de projecto.
Outra questão importante é a travessia de cabos ser sempre que possível subterrânea, induzindo menor impacte visual. Em termos de recursos hídricos, as linhas de água devem ser evitadas na abertura de valas. Na reabilitação e abertura de novos caminhos aos aerogeradores devem ser incluídas as respectivas passagens hidráulicas.
O impacte que poderá ser mais evidente é o visual, pela estrutura física dos aerogeradores e subestação. Paisagens amplas e abertas em termos visuais minimizam estes efeitos, muitas vezes o próprio clima também tem um efeito atenuador (neblinas e nevoeiros). Outro dos principais impactes destes projectos, traduz-se no enquadramento global dos parques eólicos na paisagem. Sendo sempre favoráveis zonas onde não existam património cultural ou natural classificado e com menor população e movimentação, quer em termos humanos e animais.
Existem várias medidas para minimizar estes impactes que passam por reformulações do traçado de aerogeradores, escolha de cor de modo a obter melhor enquadramento das turbinas, utilização de soluções arquitectónicas, materiais, cor, volumetria.
Em termos de ruído, não costuma ser um problema grave, normalmente não ultrapassa os limites impostos pelo Decreto-Lei n.º 9/2007 de 17 de Janeiro, além da atenuação do ruído com a distância, temos ainda a dispersão do som pelo vento. De todo o modo, a evolução tem-se dado no sentido de equipamentos mais silenciosos. As torres eólicas deverão estar, no mínimo a 200m de distância das habitações.
Para além de dinamizar actividades económicas diversas, ligadas à instalação do projecto, comercialização e instalação, com forte vantagem no que diz respeito a criação de novos postos de trabalho e geração de investimento em zonas desfavorecidas, existem também os benefícios socioeconómicos, para os quais, chamo a vossa especial atenção, dadas as verbas envolvidas.
Exemplo concreto:
Investigando um caso real que é o Parque Eólico da Gardunha, onde temos uma potência instalada de 114 MW (Fundão – 74,0 MW, Castelo Branco – 36,5MW, Oleiros – 3,5MW), através da colocação de 57 aerogeradores, as quais produzem anualmente energia, equivalente ao consumo de 120 Mil Habitantes, foram pagas pelo promotor do projecto as seguintes contrapartidas locais:
- Câmaras Municipais – A título de contrapartidas foram distribuídas pelas Autarquias um valor anual em velocidade cruzeiro, próximo dos 680 mil euros. Venda de direitos de participação Fundão 2,3M€; Castelo Branco 1,2M€.
- Juntas de Freguesia receberam no ano de arranque do projecto contrapartidas no valor de 1,3M€ destinados à concretização de obras de interesse social.
- Proprietários locais – aos cerca de 300 proprietários locais onde está implementado o projecto, serão pagas rendas anuais estimadas em cerca de 450 mil euros.
Para além da produção de 294 GWh de Electricidade Limpa, do Parque Eólico da Gardunha, é possível obter benefícios ambientais através de uma redução de importação de Carvão 120 Mil Ton/ano e uma redução de emissão de CO2 138 Mil Ton/ano.
Outras vantagens:
Para as comunidades onde se inserem
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- Os parques eólicos são compatíveis com outros usos e utilizações do terreno como a agricultura e a criação de gado;
- Criação de emprego;
- Geração de investimento em zonas desfavorecidas;
- Benefícios financeiros (proprietários e zonas camarárias).
Para o estado
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- Reduz a elevada dependência energética do exterior, nomeadamente a dependência em combustíveis fósseis;
- Poupança devido à menor aquisição de direitos de emissão de CO2 por cumprir o protocolo de Quioto e directivas comunitárias e menores penalizações por não cumprir;
- Possível contribuição de cota de GEE para outros sectores da actividade económica;
- É uma das fontes mais baratas de energia podendo competir em termos de rentabilidade com as fontes de energia tradicionais.
Para os promotores
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- Os aerogeradores não necessitam de abastecimento de combustível e requerem escassa manutenção, uma vez que só se procede à sua revisão em cada seis meses.
- Excelente rentabilidade do investimento. Em menos de seis meses, o aerogerador recupera a energia gasta com o seu fabrico, instalação e manutenção.
Conclusão
Existem no nosso Concelho, várias zonas com potencial para a instalação de parque eólicos, sobretudo localizadas nas regiões mais montanhosas, caracterizadas por vento forte e regular, que poderão ser pontos-chave para estes projectos sustentáveis.
Nos Concelhos vizinhos de Vieira do Minho, Fafe, Caminha, Valença, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura, Arcos de Valdevez os parques eólicos já são uma realidade. E em Vila Verde para quando?!
portal Aboim da Nóbrega

Parque de Campismo de Aboim dificilmente abrirá este Verão
«O Parque de Campismo de Aboim da Nóbrega encontra-se numa autêntica “revolução”, estando em curso os arranjos exteriores e a pavimentação dos acessos (ver foto abaixo). Apesar de registarmos com satisfação este facto, consideramos, porém, que o Parque Campismo dificilmente virá a reunir condições para abrir ao público neste Verão. Entre outros entraves, os interiores das casas/bungalows necessitam de reparação e o problema da energia eléctrica não será, certamente, resolvido atempadamente: não existe ainda qualquer mini-hídrica nem qualquer estação eólica. Ou será que o “problema EDP” deixou de sê-lo por milagre?»

portal Aboim da Nóbrega

Campo de Futebol de Aboim pronto para receber relva sintética
«O Campo de Futebol da Fonte Perdiz, em Aboim da Nóbrega, está pronto para receber o piso de relva sintética. Neste momento já tem o piso de alcatrão colocado e o reservatório de água também está pronto para alimentar o sistema de rega. Relembramos que estas obras são resultado de doação financeira de duas mecenas de Aboim da Nóbrega ao Aboim Atlético Clube, e não da Câmara Municipal de Vila Verde. A inauguração do piso com relva sintética está prevista para o início do mês de Agosto assim como a organização de um torneio de futebol.»

“Desculpe Carla inserir aqui o vídeo que não tem a ver com o tema que aqui muito bem desenvolveu. Mas parece-me muito importante divulga-lo entre os dignos vilaverdenses:
Obrigado.”
O Movimento PORVILAVERDE é que agradece ao anónimo que nos fez chegar este vídeo da final do Concurso que encerrou a semana do Violino na AMVV, organizada pela Professora Joana a quem damos os parabéns, extensíveis a todos os Professores que com amor trazem alguma vida à Cultura de Vila Verde, e as Crianças, as deste vídeo e todas as que se preparam, para levar mais longe o nome de Vila Verde. Foi o que fizeram também, aqueles que foram a Petit-Couronne, realizar um espectáculo mostrando que temos gente interessada em fazer melhor pelo nosso Concelho. A todos os Professores e funcionários da Academia de Musica de Vila Verde, obrigado.
Desta vez, e com muito agrado, vou descrever um exemplo de sucesso, que tem suscitado um despertar de atenções e afluência de pessoas num espaço verdadeiramente agradável.
A praia fluvial do Mirante, em Soutelo (Vila Verde), tem sido nos últimos tempos um local de afluência para os banhistas e/ou para aqueles que queiram desfrutar de momentos de lazer simplesmente para tomar uma bebida refrescante e ao mesmo tempo apreciarem a paisagem magnifica que lá se encontra. Isenta de poluição, numa paisagem com intervenção Humana mas muito bem cuidada, nesta praia fluvial ainda se podem observar os patos selvagens a flutuar à superfície da margem sul, com os seus filhotes, pode verificar-se ainda, outras espécies de aves selvagens como galinholas entre outras que confesso não ter aptidões científicas para identificar a sua estirpe.
Nesta analogia e partindo para a operacionalidade, isto deve-se a quê? Será porque existe nesta praia um espaço comercial privado, que se preocupa com o bem-estar das pessoas/visitantes/banhistas que por lá passam? Parece-me que sim! Tive oportunidade enquanto VILAVERDENSE que sou, de frequentar mais que uma vez esta praia e o Bar (Mirante) que lá se encontra, e estou à vontade para elogiar sem medo, a gerência deste espaço, para além de se poder utilizar o areal (limpo) da praia, podemos ainda usufruir da esplanada inferior e apreciar o conforto das espreguiçadeiras “puf’s” em forma de cama sempre munidos de guarda sois (não vá o diabo tece-las e apanhar-mos um escaldão). Pois bem quando me deparei com esta situação fiquei verdadeiramente contemplada e tratei de saber se para se utilizar estes cómodos teria que dispor de algum meio financeiro como forma de aluguer!? Logo de imediato foi-me dito que não! Muito bem para além de se usufruir de uma forma gratuita durante o dia desta forma encantadora de lazer, à noite este Bar tem uma animação de Verão constante que se pode assistir sobe a custódia de um consumo mínimo obrigatório “irrisório” de 1.5€ ou 2€.
Ao olhar para esta situação só me apetece chamar a atenção dos nossos representantes da Câmara Municipal de Vila Verde e questionar:
Não valerá a pena pensar neste caso e transformar a praia fluvial da Malheira num espaço idêntico a este?
Não se justificará uma parceria público-privada para a gestão da mesma praia?
Se dessem o Bar da Malheira a explorar a um particular de uma forma gratuita (em vez de ter que pagar uma taxa à CMVV), com a condição de manter a praia limpa (pelo menos na época balnear) e ao mesmo tempo dinamizar esta área com actividades de Verão? Não seria uma solução?
Pensem nisto, e digam de vossa justiça a vossa opinião!
Transporte escolar…
Esta notícia do Jornal de Notícias não representa qualquer novidade face aos que todos apreciam diariamente. Apenas é notícia porque as autoridades decidiram colocar-se no terreno e confirmar o que toda a gente já sabia.
Tal como em muitas áreas, existe legislação específica mas não cumprida.
Este problema também se coloca nos transportes que as Câmaras Municipais organizam para deslocar diariamente os alunos dentro dos seus concelhos.
Esperemos que o concelho de Vila Verde seja uma excepção a esta realidade, mas temos sérias dúvidas que isso esteja a acontecer.
Fica aqui o alerta para que todos analisem as condições em que os seus filhos são transportados para as escolas e destas para casa.
Bons exemplos de outros municípios…
Correio do Minho – 14/07/2010
O Presidente da Câmara dos Arcos de Valdevez é também o Presidente do Conselho Regional do Norte, conselho que reúne todos os Presidentes de Câmara da respectiva área geográfica, e onde naturalmente o Dr. António Vilela também tem assento.
Foi neste conselho que, ao contrário de todos os outros Presidentes de Câmara, o nosso Presidente, o Dr. António Vilela, se absteve quando estava em causa a reclamação da referida regionalização.
Esta atitude é mais uma das muitas que não se entendem!
Sempre que pode ataca o “centralismo do Governo”.
Sempre que tem oportunidade diz que o Governo não sabe gerir e que os recursos estavam melhor entregues às autarquias.
Mas quando teve uma oportunidade para juntar a sua voz a um objectivo de colectivo, indo de encontro ao que aparentemente pensava, absteve-se!!!
Este zig zag de pensamentos merece uma reflexão.
Fica aqui o desafio.

Mais de dois mil idosos de todo o Concelho estão a participar no tradicional Passeio/Festa Anual dos Idosos promovido pelo Município de Vila Verde. Entre ontem e hoje, os idosos têm vindo a confraternizar e a partilhar momentos diferentes em Penafiel.
Em 2010, o Município de Vila Verde decidiu promover um passeio mais distante e diversificar na escolha. Foram escolhidos o Santuário de Nossa Senhora do Sameiro, em Penafiel, e o repasto numa conhecida unidade de restauração local. A tarde encerra com o convívio, onde não falta a música popular, a dança e as actividades lúdicas e recreativas de diferente índole.
«É sempre um momento de convívio e partilha únicos», assinala o Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Dr. António Vilela, para quem «para muitos destes vilaverdenses, esta é uma oportunidade de reencontrarem amigos e ‘velhos’ conhecidos, de fazer novas amizades e de partilhar momentos de felicidade».
Na sua óptica, «Vila Verde deve-lhes os alicerces, a sua tenacidade e força para tornar este Concelho ainda melhor. É uma forma de mostrarmos gratidão e de reconhecermos o muito que já fizeram por nós. Sem eles, sem o seu saber e a sua capacidade empreendedora, Vila Verde não estaria neste patamar de desenvolvimento e afirmação. São os nossos maiores, aqueles por quem Vila Verde continua a olhar, a zelar e a contar».
Esta notícia está publicada na página oficial da Câmara Municipal de Vila Verde e “ensina” a oposição a ganhar eleições.
O truque está na festa e num pé de dança com mais de 2.000 idosos de cada vez…
Os jovens, os empresários, a preservação da natureza e muitas outras áreas vão ficando para trás porque é necessário alimentar a espiral de festa contínua que se gerou em Vila Verde.
O que é preciso é animar a malta.
Quanto ao resto… logo se vê.
Executivo da Câmara Municipal de Vila Verde
Presidente da Câmara
António Fernando Nogueira Cerqueira Vilela
Obras Municipais, Finanças e Património e Gestão e Direcção de Recursos Humanos.
Partido Político: [ PPD/PSD ]
Vice-Presidente da Câmara
Vereador do Desenvolvimento, Inovação e Ambiente
Rui Manuel Ferreira da Silva
Promoção do Desenvolvimento e Actividades Económicas, Inovação e Conhecimento, Defesa do Consumidor, Energia/Iluminação Pública, Formação Profissional, Inserção no Mercado de Trabalho, Transportes e Comunicações, Desporto, Ambiente, Espaços Verdes, Abastecimento de Água e Saneamento Básico.
Partido Político: [ PPD/PSD ]
Vereadora da Educação, Cultura e Acção Social
Júlia Maria Caridade Rodrigues Fernandes
Educação/Formação, Cultura, Ciência, Tempos Livres, Artesanato, Património Cultural, Cooperação/Relações Internacionais e apoio às Comunidades Emigrantes e Imigradas, Acção Social, Juventude, Turismo e Habitação.
Partido Político: [ PPD/PSD ]
Vereador do Ordenamento do Território e Urbanismo
António José Zamith Soares Rosas
Licenciamentos Administrativos, Gestão Urbanística, Fiscalização, Qualidade e Modernização Administrativa, Ordenamento do Território, Protecção Civil, Cemitério Municipal, Mercados e Feiras, Administração Geral, Contencioso, Trânsito/Mobilidade, Agricultura e Saúde.
Partido Político: [ PPD/PSD ]
Vereador Sem Pelouro
Partido Político: [ PS ]

Porfírio António da Silva Correia
Vereador Sem Pelouro
Partido Político: [ PS ]

Sérgio Nuno Nogueira Aires Alves
Vereador Sem Pelouro
Partido Político: [CDS/PP]
É importante que os Vilaverdenses conheçam os Vereadores e os Pelouros para que saibam a quem se dirigir e lhes possam exigir responsabilidades.
Deixamos, por isso, este “post” informativo.
Exemplos de outros municípios…
Celorico de Basto
Nos meus poucos tempos livres tenho visitado concelhos que, tal como Vila Verde, são atravessados por cursos de água, verificando a forma como aproveitam essa particularidade territorial nestes meses de Verão.
Uma das visitas mais recentes que fiz foi ao concelho de Celorico de Basto. Fiquei surpreendido com o que encontrei na zona ribeirinha integrada no centro urbano. É um local bem organizado e cuidado de forma exemplar. Fruto desse cuidado, é possível ver centenas de veraneantes a desfrutar das águas límpidas, dos excelentes relvados, da sombra das copas das árvores…enfim, de tudo o que se deseja para uns momentos de descontracção e descanso.
Em torno deste ambiente relaxante, surgem as esplanadas, os bares, os restaurantes, os quiosques de jornais e revistas e um recente parque de campismo que tem atraído muitos e muitos visitantes de fora do concelho.
Estamos perante um excelente exemplo de aproveitamento das características do concelho em prol da qualidade de vida de quem lá vive e de quem visita o concelho.
Perante exemplos deste, fico envergonhado por ver o concelho de Vila Verde desperdiçado da forma que está. Temos todas as condições para fazer muito melhor. No entanto, por razões que não consigo identificar, o concelho de Vila Verde não consegue aproveitar as potencialidades dos seus rios.
Exemplos como o que hoje aqui deixo, ou como os Arcos de Valdevez, devem ser “copiados”, ponde de parte os projectos megalómanos, de milhões e milhões de euros, que demorarão anos e anos a produzir efeitos.
As pequenas obras, as pequenas intervenções e os pequenos cuidados são, muitas vezes, geradores de enormes alterações.
É isto que falta em Vila Verde: Coragem para fazer “pequenas coisas”.
Luís Filipe Silva
(Vereador da CM de Vila Verde)
Reunião de Câmara – 06/07/2010
No seguimento do que tem sido feito, disponibiliza-se a acta da Reunião da Câmara Municipal de Vila Verde, realizada em 06 de Julho de 2010.
Esta é uma forma de todos dos vilaverdenses poderem acompanhar os assuntos discutidos em sede de reunião de executivo e o posicionamento perante os mesmos dos diversos vereadores.
ACTA - Reunião de Câmara (2,1MB) ANEXO I - Pedido de Esclarecimento dos Vereadores do PS ANEXO II - Pedido de Esclarecimento dos Vereadores do PS ANEXO III - Proposta dos Vereadores do PS ANEXO IV - Proposta de Recomendação dos Vereadores do PS
Com pouco tempo disponível para pensar e dedicar à escrita desta crónica, decidi escrever, muito rapidamente, algumas linhas sobre a distinção e a promoção de tradições, culturas e personalidades pela Câmara Municipal de Vila Verde.
Em linhas muito gerais, a minha percepção é a de que existe uma sofreguidão descontrolada pela distinção e pela promoção de quase tudo o que “mexe”, seja ou não genuinamente Vilaverdense.
Obviamente que também existem bons exemplos, tal como a distinção e a promoção da tradição dos Lenços de Namorados, sobre a qual Vila Verde desenvolveu um trabalho pioneiro e meritório na recuperação e divulgação, estando convencido, inclusivamente, que poderemos situar-nos, efectivamente, no território onde a sua tradição foi mais frequente, volumosa e vincada durante o período da sua existência em contexto real.
No entanto, por outro lado, verifico a distinção e a promoção de tradições e culturas que não tiveram ou não têm grande expressão ou ligação a Vila Verde, sendo mais evidentes noutros territórios. São, entre outros, os casos das tradições do mel e da ourivesaria e provavelmente também do Pica no Chão.
E verifico ainda a distinção e a promoção de personalidades que não nasceram nem morreram em Vila Verde. Ainda recentemente Sá de Miranda foi lembrado e distinguido com toda a “pompa e circunstância”. Não renego, de forma alguma, a sua obra, bem notável, mas Sá de Miranda passou somente algum do tempo da sua vida em Vila Verde, sem aqui ter nascido ou sem aqui ter morrido.
Não existirão personalidades genuinamente Vilaverdenses que mereçam distinção similar à promovida em favor de Sá de Miranda?
A minha resposta é afirmativa, e atrevo-me a sugerir, entre outras, uma personalidade. É Dom João de Aboim, provavelmente o homem mais valioso que alguma vez nasceu no território do actual concelho de Vila Verde.
Dom João de Aboim nasceu em Aboim da Nóbrega por volta do ano 1213, no Lugar do Outeiro, tendo recebido a sua educação inicial na freguesia vizinha de Azias e posteriormente realizado os estudos avançados em França, juntamente com o ainda, na altura, Infante Dom Afonso, futuro Rei Dom Afonso III de Portugal.
Regressado a Portugal, o ilustre Dom João de Aboim foi Trovador, liderou a conquista do Algarve e foi seu Governador, foi Mordomo-Mor do Rei Dom Afonso III (actualmente equivalente a primeiro ministro) e foi ainda Conselheiro do Rei Dom Dinis.
Como Trovador, Dom João de Aboim deixou-nos, pelo menos, onze cantigas de amigo, duas de amor, uma pastorela e três cantigas de escárnio ou maldizer. Nesta faceta de Trovador, a obra de Dom João de Aboim merece, sem sombra de dúvida, ser estudada, relembrada e promovida, pelo menos no concelho de Vila Verde. Fico na esperança, pois, como Vilaverdense, que esta sugestão possa ser lida e considerada pela Câmara Municipal.
Álvaro Rocha
As piscinas da Praia Fluvial de Aboim da Nóbrega foram limpas recentemente pela Câmara Municipal, encontrando-se actualmente em condições para banhos. Pelo que soubemos, as obras para correcção de decisões menos adequadas aquando da construção da Praia Fluvial somente se iniciarão em Setembro. Como já tivemos oportunidade de informar anteriormente, o projecto inicial da ATAHCA, ao qual tivemos acesso ainda antes da praia ter sido construída, previa que o rio ganhasse uma “barriga de grávida”, na qual a água circularia até por debaixo do Bar, com uma rampa para Sul do mesmo e com escoamento lateral da água, ao contrário das barreiras que foram colocadas transversalmente a todo o leito do rio, que impedem a circulação da água e o escoamento de areias e lixo.
in portal de Aboim da Nóbrega
Mais uma prova da atenção que a Câmara começou a dar à freguesia de Aboim da Nóbrega depois dos vereadores do PS muito insistir em assuntos directamente relacionados com esta freguesia e toda a zona Norte do concelho. Fica a certeza que não nos podemos acomodar porque esta Câmara só age em reacção aos reparos que lhe fazem.
Parabéns…
Da mesma forma que nada me impede de criticar, tenho por norma, dar o meu apoio e louvor às boas iniciativas.
Vila Verde Capital do Pica no Chão é, sem duvida, se bem aproveitada, uma mais valia para o Concelho de Vila Verde, para a sua gastronomia, o seu Turismo e principalmente para os Restaurantes e produtores locais que mais uma vez mostraram ter capacidade para a criação de um produto de excelência.
Mas também não posso deixar de dar os meus parabéns à PROVIVER, ao seu administrador Dr. Manuel Barros, e aos restantes técnicos. Sendo que uma mão não lava a outra, e não apagando as críticas feitas a respeito dos erros cometidos, este é um daqueles casos, infelizmente raros, que devemos reconhecer a mais valia da empresa Municipal. Não que a mesma seja uma mais valia em absoluto, mas com certeza é uma mais valia se comparado com o trabalho que a Câmara Municipal faz pelo Concelho, e principalmente da protecção que a mesma dá ao nosso meio ambiente e natureza impar, sem o qual a Terra do Pica no Chão poderá ficar a ser conhecida como Terra do Pica no Saneamento.
Espero igualmente que este titulo não sirva unicamente para o executivo ter mais uma razão para auto satisfação, auto elogio e mais uma festinha, mas para que tome a consciência da responsabilidade que tem entre mãos e não se esqueça, como acontece regularmente, que tem a responsabilidade de melhorar as condições dos agentes económicos locais, e principalmente criar um projecto Turístico para Vila Verde com principio, meio e fim. Com isso quero dizer que, não pode o executivo em momento algum, esquecer que não está sozinho e que a PROVIVER consegui esse título para Vila Verde também graças a todos os outros intervenientes que devem ser devidamente escutados e apoiados no futuro.
Praça Local – 24/06/2010
Praça Local – 24/06/2010
Terras do Homem – 08/07/2010
Para os muitos que falam sem se darem ao cuidado de analisar o trabalho que os vereadores do PS têm feito nas reuniões de Câmara, deixa-se a presente tabela resumo das propostas apresentadas desde o dia 25 de Outubro de 2009 até ao dia 06 de Julho de 2010.
Importa realçar que nas 17 reuniões de Câmara ordinárias, os vereadores do Partido Socialista apresentaram 17 propostas escritas.
As restantes 2 Reuniões de Câmara foram extraordinárias e destinaram-se a tratar especificamente da questão da Revisão das Taxas.
Todas as propostas, pedidos de esclarecimento e declarações de voto do Vereadores Luís Filipe Silva e Porfírio Correia constam das actas das reuniões, publicadas neste blog no item Câmara /Assembleia.
Consulte e tire as suas próprias conclusões quanto ao trabalho dos vereadores eleitos nas listas do Partido Socialista.
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Data |
Proposta | Votação | Observações |
| 25.11.2009 | Proposta para as GOP’s | S/Resposta | |
| 09.12.2009 | Proposta p/ dar sem efeito o concurso para a concessão do abastecimento público de água | Rejeitada | |
| 23.12.2009 | Proposta relativa à indemnização do privado por causa do parque subterrâneo | Rejeitada | |
| 23.12.2009 | Proposta para criação da Associativa Municipal de Caça | Aprovada ?? | Enviada à Comissão Permanente onde foi Rejeitada pela maioria PSD |
| 20.01.2010 | Proposta de Apoio ao Sector Agro-Pecuário | Rejeitada | |
| 03.02.2010 | Proposta para implementação de Medidas de Seg. Rodoviária na Loureira | Aprovada | |
| 03.02.2010 | Proposta para criação de um Centro Interpretativo da Citânea de S. Julião | Aprovada | |
| 17.02.2010 | Proposta para finalização dos Acessos ao Pólo de Dinamização Empresarial de Soutelo | Rejeitada | |
| 17.02.2010 | Proposta para Requalificação do Parque Industrial de Oleiros | Rejeitada | |
| 17.02.2010 | Proposta para Marcação de Trilhos Pedestres na Zona Norte do Concelho | Rejeitada | |
| 31.03.2010 | Proposta para Criação de um Roteiro Turístico pelo Património Monumental | Aprovada | |
| 31.03.2010 | Proposta para Avaliação do Mapa Concelhio de Explorações de Inertes | Rejeitada | |
| 28.04.2010 | Proposta de recomendação para a “hora do conto” da Biblioteca Municipal | Rejeitada | |
| 12.05.2010 | Proposta para Elaboração de um Regulamento para Atribuição de um Galardão da “Melhor Empresa do Concelho” | Aprovada ?? | Ficou decidida a criação de uma Comissão para o efeito |
| 26.05.2010 | Proposta para Construção de um Centro de Educação Ambiental | Rejeitada | |
| 06.07.2010 | Proposta de Recomendação para Disciplinar a Zona de Lazer/Praia Fluvial da Malheira | ————– | Como se trata de uma recomendação não está sujeita a votação |
| 06.07.2010 | Proposta para inclusão do par Campeão Nacional de Dança Desportiva no voto de louvor aprovado em reunião de Câmara do dia 23/06/2010 | Aprovada |
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Taça de Portugal – TRIAL BIKE 2010
Vila Verde será palco da grande final da Taça de Portugal de Trial Bike 2010 estando a prova agendada para o dia 18 de Julho, na zona balnear da Ponte Nova, na freguesia da Loureira. Os cerca de 30 atletas iniciarão a competição pelas 14h, aguardando-se elevados níveis de adrenalina, já que a entidade organizadora, a Associação Cultural, Recreativa e Desportiva da Loureira, promete obstáculos de grande nível de dificuldade, onde o risco e a vontade de vencer se cruzarão diversas vezes.
A competição tem como promotores o Município de Vila Verde, a empresa municipal Proviver e a Junta de Freguesia da Loureira, ficando a operacionalização da prova a cargo da ACRD da Loureira e TrialPortugal.Net sob a égide da Federação Portuguesa de Ciclismo e da União Ciclista Internacional. Este evento enquadra-se no projecto Turismo Activo em Vila Verde, integrando a estratégia de implementação do Programa Municipal de Desenvolvimento do Turismo, que visa tornar Vila Verde num destino turístico de excelência.
A prova será composta por cinco zonas de obstáculos, pelas quais os atletas terão que passar três vezes, totalizando assim 15 momentos de competição para cada atleta. É de destacar que os atletas possuem 3h30min para efectuar estas 15 zonas e 2m30seg para realizar cada uma das zonas. Estas estarão localizadas próximas umas das outras, pelo será possível, ao público presente, visualizar toda a prova a partir de um único ponto.
A prova disputa-se nas categorias Elite, Sénior, Open 1 e Open 2. O vilaverdense Daniel Sousa é o actual detentor do título, na categoria Elite visto ter vencido a Taça de Portugal 2009. Este ano, ainda está tudo em aberto, pelo que se espera uma final muito intensa. Daniel Sousa encontra-se em 2º lugar, atrás do espanhol Ivan Izquierdo, pelo que terá que vencer para renovar o título conquistado em 2009. João Sousa, também se encontra na luta pelo lugar mais alto, tendo vencido a penúltima prova realizada em Loulé e, assim, renovado as esperanças para a conquista da vitória final. Sénior, o atleta barcelense Jorge Fonseca lidera com tranquilidade, bastando-lhe um 5º lugar para assegurar a conquista do título. A consagração em Open 2dificilmente escapa ao atleta espanhol Dário Muñoz, que já conta com duas vitórias nas três provas realizadas até ao momento. Open 1, a correspondente aos mais pequeninos, também há grande destaque para os atletas vilaverdenses. Vítor Feio é o líder destacado desta classe, pelo que não permitirá que o título lhe escape em Vila Verde.
Destaque ainda para a realização, no dia 17 de Julho, Sábado, pelas 22h, na Praça de Santo António em Vila verde, de uma Exibição de Trial Bike, em que o público poderá assistir a uma pequena amostra do que decorrerá no domingo.
O Trial Bike é uma disciplina do ciclismo em que o factor principal é o equilíbrio e controlo da bicicleta em situações extremas. O objectivo da competição é passar com a bicicleta por um percurso difícil e com obstáculos sinalizados, situados dentro de “zonas controladas”, sem se poder tocar no solo com nenhuma parte do corpo e da bicicleta (excepto com os pneus), e dentro de um tempo estabelecido. O Campeonato Nacional de Trial Bike será disputado no dia 19 de Setembro em Guimarães.
| 05-Jul-2010 |
| O Castelo da Nóbrega está assinalado com realce no mais antigo Mapa de Portugal disponível actualmente, editado em Junho de 1560. O Mapa é da autoria de Fernando Álvares Seco, matemático e cartógrafo português que fez o primeiro mapa de Portugal que se tem conhecimento. Foi gravado por Sebastiano del Re e publicado em Roma em 1561. Mais tarde, Abraham Ortelius (1527-98) reeditou o mapa em seu Theatrum orbis terrarum (Teatro de todo o mundo), que foi publicado pela primeira vez em Maio de 1570. O Mapa de Portugal é orientado com o Norte, à direita, colocando o Algarve, no sudoeste da Península Ibérica, no canto superior esquerdo do mapa. Este mapa encontra-se digitalizado na Biblioteca Digital Mundial da Unesco, podendo fazer-se zoom e navegar-se por ele. |
Este texto está publicado no Portal de Aboim da Nóbrega, conforme referencia no comentário anónimo de 2010/07/05 ás 12:33 no post – Povoados e outeiros fortificados (Castros).
Não é preciso dizer nada para perceber a importância deste património.
O Portal de Aboim da Nóbrega merece uma palavra de apreço por parte de todos os vilaverdenses pelo facto de, continuamente, contribuir para o não esquecimento de algumas das riquezas, em especial na zona Norte do Concelho.
Património Natural
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Inserido na Província do Minho, o concelho de Vila Verde alberga no seu seio dos mais pitorescos trechos desta região.
Este texto está publicado no site da Câmara Municipal de Vila Verde no item Cultura – património natural. Numa primeira análise só poderíamos manifestar o nosso agrado por se enaltecer a riqueza ambiental do concelho de Vila Verde. De facto, as palavras bonitas com que se descreve a paisagem concelhia e as suas principais características apaixonam qualquer um, mesmo os que desde há muitos anos conhecem o concelho. No entanto, as últimas frases deste texto mostram quase tudo relativamente à posição passiva da Câmara Municipal no que toca à preservação do património que tanto elogia. A Câmara Municipal assume que conhece os atentados que se estão a fazer à flora e os efeitos dessa realidade na fauna! Conhece mas pouco faz para inverter a situação! Será esta uma postura responsável por parte de quem tem a responsabilidade pela gestão territorial do concelho? As palavras são importantes, mas mais importantes que as palavras são as acções. Sendo este Movimento Cívico um defensor incondicional do património ambiental, não poderia deixar de fazer referência a este conjunto de palavras que, até ver, poucos resultados produziram na defesa da flora e fauna concelhia. Não obstante o pouco que se fez na defesa do património ambiental do concelho, não poderíamos cometer a injustiça de dizer que não se fez nada. Fez-se alguma coisa. Não sabemos se foi a Câmara Municipal, as Juntas de Freguesias ou qualquer outra entidades, mas enaltecemos os melhoramentos de alguns dos estradões de terra batida que atravessam a zona montanhosa do Concelho. A zona de S. Miguel do Anjo é um desses exemplos que, entre outras coisas, beneficia o combate aos incêndios, pois neste local existe um ponto de água estratégico no combate aos incêndios florestais. |
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A Câmara Municipal de Vila Verde está a violar a Carta Educativa do concelho, na qual ficou estabelecida a construção de uma Escola até ao 9º ano na Zona Vade. A Carta Educativa foi aprovada por unanimidade em Reunião da Câmara e em Reunião da Assembleia Municipal (7 de Janeiro de 2006) e foi ainda aprovada e homologada pela Ministra da Educação do Governo de Portugal (Viana do Castelo, 20 de Dezembro de 2006). O Portal de Aboim da Nóbrega sabe que a Câmara Municipal comunicou, após esta data, aos Presidentes de Junta da Zona do Vade, que não construirá a Escola até ao 9º ano estabelecida na Carta Educativa. Este é mais um exemplo de desprezo e falta de respeito da Câmara pela Zona Norte do Concelho. O Portal de Aboim da Nóbrega sabe ainda que nessa altura os Presidentes de Junta não contestaram com veemência a decisão da Câmara. Lamentavelmente a Zona do Vade e o Norte do Concelho vão sendo desrespeitados e desprezados porque os Executivos das Juntas não se impõem a um Executivo Camarário incumpridor de compromissos. |
nota: extraído do Portal de Aboim da Nóbrega
Este texto, extraído do Portal de Aboim da Nóbrega, corresponde à mais pura verdade.
A Câmara de Vila Verde não cumpre um documento que a mesma elaborou e que submeteu à votação do órgão executivo e da Assembleia Municipal.
A escola até ao 9.º ano na Zona do Vade estava prevista ser construída de meados de 2007 até fim de 2009 (já estamos a mais de meio de 2010).
Essa escola teria 6 salas destinadas ao 1.º Ciclo, 15 salas do 2.º e 3-º Ciclos, refeitório e 2 bibliotecas. O número previsto para o 1.º Ciclo seria de 148 alunos e no 2.º Ciclo 356 alunos.
Todas estas informações podem ser confirmadas através do quadro síntese onde consta a Acção 13 – Construção de um centro Educativo na Zona do Vade com 1.º Ciclo.
Nesse mesmo documento é possível ver que essa escola serviria as freguesias de Codeceda, Valões, Covas, Aboim da Nóbrega, Gondomar, Gomide, Barros, Penascais e Atães (Freguesia onde ficaria a dita escola).
Para este incumprimento, a Câmara de Vila Verde recorre à mentira dizendo que a “culpa” é do Ministério da Educação.
Está a fazer o mesmo agora com o encerramento das escolas que tenham menos de 21 alunos, não referindo nunca que o Ministério da Educação só encerrará essas escolas se a Câmara Municipal manifestar a sua concordância.
O que a Câmara está a fazer é levar a cabo a sua vontade de encerra essas escolhas para que a gestão do seu parque escolar seja mais fácil, desculpando-se com o Ministério da Educação.
Nenhuma escola será encerrada por “ordem” Ministério da Educação sem que a Câmara de Vila Verde concordo com essa decisão. Por esta razão, a responsabilidade será sempre da Câmara Municipal de Vila Verde.
Estas fotos são de um centro de interpretação que existe nos Picos da Europa em Espanha.
Recebe milhares e milhares de visitantes por ano e é o principal polo de desenvolvimento daquela zona porque gira tudo em torno daquele centro.Os turistas vão lá para ver o centro em si (porque merece ser visto) e para recolher informação para se dirigirem a outros lados.Em torno desse equipamento existem empresas a aluguer jeep’s, motos quatro, bikes, cavalos, organização de passeios pedestres, e claro muitos restaurantes, cafés, hospedarias e principalmente lojas de artesenato (até as bombas de gasolina vendem os produtos regionais).
É assim, em torno de “ancoras” que se cria vida nas terras como Vila Verde.

































