O Paradoxo Vilaverdense na Sociedade da Informação e do Conhecimento
A Presença das Instituições na Internet nem sequer se deveria questionar nos dias de hoje, tão óbvios são os benefícios, quer para as instituições quer para os cidadãos em particular. Esta máxima é igualmente expectável para as instituições autárquicas: Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia.
Vem isto a propósito do lançamento do concurso para a Casa do Conhecimento e, entre outras coisas, da presença actual das Juntas de Freguesia de Vila Verde na Internet, cujo reduzidíssimo número (11 em 58 freguesias) não favorece a imagem do nosso concelho, sobretudo se considerarmos a situação completamente oposta de concelhos vizinhos como, por exemplo, a Póvoa de Lanhoso e, particularmente, Barcelos.
Tive o privilégio de coordenar três estudos sobre adopção de formas de Governo Electrónico pelas Juntas de Freguesia do Minho. O primeiro focou apenas uma amostra de freguesias (ano 2000), ao passo que os dois últimos focaram todas as freguesias do Minho (anos 2003 e 2005).
Amplamente divulgados pela comunicação social, particularmente a regional, os resultados em 2000 e 2003 eram francamente negativos em toda a região do Minho. Consequentemente, as Câmaras mais atentas e preocupadas atribuíram importância a esses resultados e, com naturalidade, lançaram a discussão internamente, encetando processos de melhoria exponencial em todo o seu território, plenamente constatada e confirmada actualmente.
Os fracos resultados mencionados no parágrafo anterior também me geraram inquietação, que me levou a lançar e coordenar um projecto de definição e desenvolvimento de Portal padrão de Junta de Freguesia, implementado como teste na Junta de Freguesia de Arcozelo (Barcelos), cujas características o colocaram em primeiro lugar do Ranking, entre 1243 Portais avaliados pelo Centro de Investigação Gávea da Universidade do Minho, numa investigação coordenada pelos reputados Professores Luís Amaral e Leonel Santos, que teve o patrocínio da Portugal Telecom.
Os resultados do estudo de 2005 indicavam ligeiras melhorias, mas de qualquer modo continuavam bastante abaixo do expectável. O Governo Civil de Braga recebeu com atenção esses resultados, tendo solicitado, designadamente, o relatório do estudo, o que contribuiu para o desencadeamento do Programa NETJuntas, que visava patrocinar todas as Juntas de Freguesia do Distrito de Braga, na implementação do correio electrónico e na criação do seu sítio Web. O sítio Web da Junta de Freguesia de Covas (Norte do Concelho) é um dos exemplos do impacte desse Programa.
Com a recente notícia da abertura do concurso para a Casa do Conhecimento em Vila Verde, fiquei um pouco surpreendido, porque a “bota não bate com a perdigota”! Ou seja, ainda não se deram passos basilares no concelho no âmbito da Sociedade da Informação e do Conhecimento e pretendem conduzir já um carro “Fórmula 1”, quando Instituições como, por exemplo, a esmagadora maioria das Juntas de Freguesia do concelho, não sabe sequer conduzir um “Fiat 600”.
Ensinaram-me, quando criança, que as casas não se começam a construir pelo telhado… No contexto actual sugiro, pois, que primeiro comecem por tentar estimular, induzir e dinamizar na esmagadora maioria dessas Instituições os fundamentos da Sociedade da Informação e do Conhecimento, “ensinando-as a conduzir”.
Sugiro, ainda, que façam um esforço de Benchmarking. Olhem, sobretudo, e atentamente, para o exemplo do Programa Mais Barcelos, e adoptem uma estratégia similar, que coloque, pedagogicamente, as empresas, escolas, colectividades e juntas do concelho na Web.
Depois, sim, avancem para projectos mais ambiciosos e exigentes, de patamares superiores, porque o elementar estará feito e, concomitantemente, terão um bom número de cidadãos com sensibilidade para os apreciar, explorar e fruir.
Álvaro Rocha





O SALVADOR, diga-se vitor sousa, mais conhecido nos corredores pelo sr. peito cheio, é mais um voluntário forçado, sim forçado para satisfazer os interesses pessoais e os interesses do PSD. É assim que o PSD vai renovando os seus potenciais candidatos às juntas de freguesia atribuindo aos dirigentes associativos e militantes do PSD subsídios chorudos para mostrar obra feita!!! e o povo mais uma vez escorrega na calçada!!! é assim que chegam lá. Assim vai o voluntariado em muitas freguesias do concelho de Vila Verde. Mas estes senhores “boys” têm tempo para tudo. Passeiam nos corredores a resolver os problemas pessoais dos fregueses e o serviço fica para mais tarde, desautorizam os próprios chefes, horários não existem… enfim mesmo. é uma valente palhaçada e bagunça.
O anónimo de facto não “dá o flanco”.
Parabéns!!!
É verdade que só acompanho por dentro o funcionamento e as actividades da AMVV a uns meses, mais propriamente desde Setembro de 2008, altura em que uma das minhas filha se tornou aluna.
Tenho pena que no meu Concelho ainda exista receio por parte das pessoas de se identificarem.
Espero que não seja para esconder a identidade de quem faz as criticas por simples comodismo de ser mais fácil criticar sem dar a cara, mas será ainda mais triste se for por se sentir perseguido ou ameaçado. Quanto ao ter a oportunidade de dar a cara, só lhe quero dizer que tenho lutado e sofrido muito por isso, inclusive tenho pessoas de quem sempre gostei que me viram a cara por ter uma opinião diferente, e por querer ser livre de falar. Também como sócio de uma empresa já perdi negocios em Vila Verde por não ser da cor. Mas pelo menos olho as pessoas nos olhos, e não tenho que ter receio, isso é de facto uma felicidade.
Quanto á remuneração, eu não ataquei ninguém, mas unicamente o seu funcionamento. Se é verdade que 4 têm remuneração por fazerem parte da Direcção da Associação, isso é grave pois até a uns dias grande parte dos Sócios da Associação nem sabiam que o Presidente era remunerado, apesar de ele nunca o ter escondido (verdade seja dita), e ter sido o próprio a dizer-me e a justificar a razão, justificações que não consigo entender, em especial se a Associação estava em falência técnica. Se existem mais a ser remunerados (espero que não esteja a falar dos Professores, que são remunerados por serem professores, e não terem estado na Direcção), então ninguém sabe, e o senhor é privilegiado nessa informação.
Também acho incrível a acusação que faz contra a Direcção Pedagogica de ter deitado fora a capa dos sócios. Será que era mesmo sócio, ou só tinha preenchido a ficha? É que por incrivel que pareça, o próprio Presidente da Associação, e da Assembleia Geral, em separado, me disseram que de facto a Associação vivia muito para dentro e que isso tinha que ser mudado, pois continuava com os mesmos sócios desde que foi fundada. Também tive oportunidade de falar com alguns membros da Direcção que me disseram que nunca tinha ido a reunião aprovação de sócios. Ninguém pode dizer-se sócio se não tiver a sua inscrição sido aprovada pela direcção e não tiver a Jóia, e a mensalidade paga. Se assim for terá com certeza um recibo que agradeço envie por mail, ou deixe na AMVV ao meu cuidado para eu tentar saber o que se passou. É engraçado que não existindo informação anterior a 2002/2003, existam os ficheiros dos sócios fundadores, e outro tipo de documentação.
A formação não sei precisar quando começou, mas posso dizer que estando eu a ca. 1 ano e meio na AMVV e existindo formação bastante tempo antes disso, será comcerteza á bem mais de 1 ano. Também seria engraçado que fosse para combater as dificuldades financeiras, quando na verdade a Associação estará a passar a melhor fase graças ao Contrato programa com o Ministério da Educação que começou com o ensino articulado em 2008/2009, garantindo um financiamento seguro.
Sobre o Abaixo assinado, que foi publico e lido aos Pais, não vejo nada de mal, aponta-se um caminho que englobe a comunidade educativa, não se fala em Nomes, não se exige, nem se exclui ninguém, apenas se fala que determinadas entidades deveriam estar representadas na Direcção, como o estão nos Conselhos Gerais dos Agrupamentos de Escola. Estará a querer dizer que os Directores dos Agrupamentos estão feitos com os Pais para tomar a Associação de assalto???? Ou existe mal das Associações viverem em consonância com a comunidade em que estão inseridas?
Engraçado que o tenha lido na secretaria, já que não era lá que estava a menos que… talvez pertença aos Órgãos da Associação, e por aí tenha tido acesso, assim poderei entender algumas posições e conhecimentos que mais ninguém terá. Sendo assim também terá conhecimento do abaixo assinado dos Pais, e sabe que só pedimos a continuação do projecto que existe na AMVV e de quem garante esse mesmo Projecto.
Como lá chegaram “os supostos Pais”, não sei, mas as pessoas que estavam encarregues de convocar os Pais não as convocaram. A reunião era á porta aberta, pois nada tinham os Pais a esconder. Que essas pessoas lá estivessem, nada a contrapor, mas deveriam ter a sensatez de não manifestar opinião, ou a fazer-lo deveriam ter dito que não eram encarregados de educação mas simplesmente Vilaverdenses interessados. Ninguém os teria mandado embora.
No mínimo não deveriam por Pais em causa.
Quanto ao voluntariado na AMVV, não sei quantos o fazem, mas não vai por em causa que os professores recebam!
Mas sei que fazem voluntariado sempre que se disponibilizam para participar em actividades nos agrupamentos do concelho fora do seu horário, ou sempre que se disponibilizam a apoiar iniciativas culturais.
De qualquer forma não ponho em causa os ordenados, mas sim que as pessoas digam que são voluntários, que dão muito do seu tempo para uma Associação sem fins lucrativos, quando têm um ordenado, pois aí não estão a dar o seu tempo, mas a justificar o seu ordenado.
Nada mais direi sobre este tema, mas estarei disponível para discutir e debater uma solução não só para a AMVV, ou para a Associação Cultural e Musical de Vila Verde, ou para a Cultura em Vila Verde. Podem contactar-me através do email deste Blogue ou pedindo o meu contacto na AMVV.
Sr. Carlos Mendes, não me identifico porque nem todos gozamos da mesma liberdade para expor-mos publicamente a nossa opinião. Felicito-o por ter essa oportunidade.
Passando ao que interessa:
- Realmente falar-lhe de à 2 anos será muito, uma vez que o senhor so tem ligação a esta instituição a meia duzia de meses.
Quanto á direcção remunerada, de 7 pessoas que compunham a direção, 4 eram remuneradas, portanto convem primeiro saber o que se diz e quem se ataca.
Na parte de ser fechada aos vilaverdenses, tambem convem que o senhor se informe melhor, já que a mais de dez anos que eu pessoalmente me tornei sócio desta associação (na altura tinha o meu educando a frequentar la aulas de guitarra). O incrivel desta situação é que me desloquei recentemente a secretaria da associação para saber em que pé estava a minha inscrição para sócio, e fui informado que não existem registos anteriores ao ano lectivo 2002/2003. Com pouca investigação vim a descobrir que toda a informação anterior havia sido despejada em contentores do lixo pelos menbros da actual direcção pedagógica (vá-se lá saber porque terão feito isso?).
- A formação, ao que consegui apurar, funciona à um ano, portanto ao que parece foi uma aposta desta direcção para combater a falta de verbas.
- Mais uma vez parece-me que o senhor continua a não estar devidamente informado, já que me deparei com um abaixo assinado de professores na secretaria da associação que exije que a futura direcção seja composta pelo director da EB de Vila Verde, pelo director da EB do Pico, Pelo representante dos pais, pelo representante da direcção pedagógica e pelo representante dos professores. Onde fica a direcção da associação? No bolso? Será que isto não é uma tomada de uma instituição pela força? Para mim, é.
- Esta parte eu não percebi!
Se as pessoas que se manifestaram contra, não são pais como o senhor diz, então como é que foram convocados para essa reunião?
- Quanto ao resto, só posso concordar consigo, uma vez que todos os que fazem cultura voluntáriamente devem ser apoiados, no entanto gostava que me disse-se quantas das pessoas da AMVV o fazem voluntáriamente.
Entristece-me e lamento verdadeiramente que algumas pessoas utilizem espaços que lhe são disponibilizados não para debater o Concelho, até porque não, apoiando as politicas da Câmara, mas para fazer ataques pessoais, situação que tem aumentando, e que demonstra bem que quem não tem argumentos utiliza golpes baixos.
Em menos de 30 minutos surgiram em resposta a este POST “2″ comentários de ataque pessoal onde nada se encontra de valido para Vila Verde, com características de afrontamento coordenado talvez para tentar descredibilizar o Movimento, o Blogue e os seus autores. Um de ataque explicitamente pessoal e de total baixo nível contra o Professor Álvaro Rocha e que eu como co-autor deste Blogue me recuso aceitar para publicação, outro que publico por se tratar de um ataque ás minhas tomadas de opinião, e contra a minha pessoa. Só lamento que essas pessoas não se identifiquem, mas isso só mostra o nível de quem o fez.
Mas respondendo as questões que são colocadas no comentário anterior, pois quem não deve não teme:
1º – Não apareço só onde existem instituições apoiadas pelo estado, e prova disso é que além das diversas associações e não só a com quem colaboro, participei na fundação de associação de Pais e foi seu presidente durante 3 anos sem qualquer apoio do estado, nem mesmo da Câmara, a não ser com a cedência por 2x do autocarro, coisa de que muito me orgulho.
2º – À 2 anos ainda não tinha ninguém na ACADEMIA DE MÚSICA, e na verdade não acompanhava, os assuntos internos da Associação, nem tinha essa oportunidade, por nem ser sócio coisa que estava vedada até a umas semanas aos Vilaverdenses, nem Pai.
Mas acompanhava outras instituições e sempre estive disponível para ajudar de qualquer forma, seja com trabalho ou financeiramente, e teria apoiado a Associação Cultural e Musical de Vila Verde se me tivessem solicitado. Começaria por exemplo por exigir que a direcção da Associação, fosse exercida em Voluntariado conforme acontece com a grande maioria das Associações, e conforme eu sempre fiz. Se uma pessoa não tem disponibilidade para dispender desse tempo gratuitamente deveria convidar outras a participar e distribuir as decisões e as tarefas por todos, mas isso requer capacidade de partilhar poder.
Também abriria a Associação ao exterior angariando Sócios (além dos fundadores ao fim de quase 30 anos, caso único), que com as suas cotas podiam aliviar as contas, mas isso corresponderia a uma perda de controlo por parte de quem manda. E porque não a criação de um clube de mecenas para a Cultura?
3º – Como pode uma Associação que tem Cursos de formação financiados ter dificuldades quando sabemos que outras instituições ganham muito dinheiro? Será porque quem ganha o dinheiro nas formações dadas na Associação Musical e Cultural seja uma empresa privada Competir SA com sede em Lisboa e espalhada por Portugal estando já na Roménia e Hungria, prova de que a formação dá Dinheiro.
4º – O Anónimo parece ser uma pessoa muito por dentro da Associação, até mais do que eu, e talvez saiba algo que eu não sei, já que não conheço ninguém que se tenha mostrado interessado em pertencer a direcção, a não ser um grupo de pessoas convidadas pelo Ex. Presidente, e ao contrario do que possa pensar e tentou dizer, não faço a mínima intenção de pertencer, apesar de como é minha característica não fugir as minhas responsabilidades enquanto Pai e Vilaverdense
A única ideia (sem nomes, e não passou disso mesmo), que conheço lançada por um grupo de Pessoas seria a viabilização de uma direcção que tivesse um representante de cada Agrupamento, um representante dos Professores, um dos Funcionários, um dos Pais, e dos sócios da Associação, REPITO SEM NOMES, porque o importante é juntar instituições em volta de um grande projecto cultural para Vila Verde.
5º – Sobre a minha posição é verdade que foi convidado pela direcção pedagógica, que tinha conhecido uns meses antes aquando da entrada da minha 1ª filha na Academia (entretanto são 3), e com quem tinha estado algumas vezes em representação de alguns Pais, para tratar de assuntos relacionados com o ensino. A Direcção Pedagógica melhor que eu poderá explicar o porquê, mas o engraçado é que nunca ninguém se opôs, e ninguém me pode acusar de não ter defendido os interesses dos Alunos e dos Pais.
É engraçado que numa assembleia de Pais, realizada para esclarecer os Pais sobre os problemas existentes, as únicas pessoas que se manifestaram contra eu ser o REPRESENTANTE DOS PAIS foram pessoas que nem sequer são Pais, pelo que não entendo o que lá faziam.
O mais engraçado é que quando coloquei o meu lugar à disposição, que continua e continuará sempre ao dispor, DOS PAIS, pois só se tiver confiança dos Pais posso fazer o que me compete e de outra forma nada estarei lá a fazer, a única pessoa que disse “fico eu”, e reparem que foi “fico eu” e não eu estou disponível, foi uma dessas pessoas que nem Pai é.
6º – Viva a cultura!!!! em especial A não apoiada…
…aquela que é praticada pelos professores e palas crianças da AMVV fora dos seus horários de trabalho e de ensino, gratuitamente em Vila Verde.
…como é o caso de outras instituições como a Academia de Dança de Vila Verde.
…aquela que é praticada por Bandas e Ranchos por todo o concelho
…aquela que é praticada pelos grupos corais e de jovens (e que também me orgulho de pertencer, sem apoios…)
… aquela que é praticada por muitos anónimos.
Viva também o apoio que é dado pelo estado em forma de contratos programa para o ensino da Musica ou outras formas de cultura…
Tenho pena que algumas pessoas queiram transformar a cultura Vilaverdense numa guerra de poder, SEM QUERER SABER SE AMANHÃ TEMOS CULTURA.
Já agora sabem que se nada for feito só temos direcção pedagógica da AMVV e com isso academia a funcionar até ao dia 24 deste mês? Pois talvez seja esse o interesse, acabar com a boa cultura que ainda existe, qual será a próxima vitima???
“Politica cultural? Qual politica? Sou representante dos Pais na Academia de Musica de Vila Verde, e lá a não ser a disponibilização do espaço, não encontramos aposta na Cultura. Outras instituições que operam na área da cultura não sentem qualquer tipo de apoio”
Pois é Sr. Carlos Mendes, enquanto aparecerem pessoas como o senhor, que só se interessam pela cultura quando descobrem que as instituições tem apoio financeiro do estado, estamos muito mal.
Onde estava o Sr. a 2 anos quando a Associação Cultural e Musical de Vila Verde (entidade detentora da Academia de Musica de Vila Verde) estava em falência técnica? Onde estava o seu interesse (como o de outras pessoas que agora se mostram muito interessadas em pertencerem à Direcção) pela cultura nessa altura?
Já agora, e como se intitula de reperesentante dos Pais da Academia de Musica de Vila Verde, não quer explicar melhor essa sua nomeação para representante dos pais (ou devo dizer, convite da Direcção Pedagógica para o ser)?
Viva a cultura!!! (Se alguem apoiar financeiramente, se não, pelos vistos que se lixe a cultura).
Só queria dizer que cada vez que vou à minha terra natal em Aboim da Nobrega fico sem rede de telemóvel!?!?!
É a vida de um minhoto!
Mais um “corte” na liberdade de expressão… Mais grave do que esse corte, será, o crime cometido ao alterar um artigo de opinião sem conhecimento do seu autor. Mas tratando-se daquele jornal ja nao fico surpreso, vai cer que ainda argum emtam que o sr. Alvaro Rocha autorizou ou então que por sua iniciativa fez o referido “corte”. Nao me chocaria nada que esses senhores, que se intitulam de jornalistas, o façam. Vamos aguardar… Parabéns pelo excelente artigo, claro, o que está aqui, porque está completo. Neste blog não há censura
Passada uma semana após a publicação desta crónica quero agradecer a todos quantos a comentaram ou que pelo menos comentaram a opinião de outros comentaristas. Quero também deixar aqui um agradecimento especial ao Ricardo Arantes, ao Carlos Mendes e aos anónimos que teceram algumas palavras simpáticas para com a minha pessoa.
Quero ainda agradecer ao Ricardo Arantes o convite que me endereçou para participar como cronista/autor de artigos nestes Portal, que é uma lufada de ar fresco em Vila Verde e que, estou certo, trará os frutos desejados, ou seja, um concelho melhor. Este é o motivo que me levou a aceitar o convite, apesar das minhas limitações de disponibilidade.
Finalmente Vila Verde tem um fórum de discussão aberto, inclusivo e sem, inclusivamente, ter receio de abordar assuntos que podem até ser incómodos para “alguns”, apesar das tentativas de comentaristas ao serviço desses mesmos “alguns” que tentam passar-se aqui como sendo outras pessoas como, por exemplo, o “Vítor Sousa” e o “Marco”. Mas é sobretudo por causa destes que faz todo o sentido este fórum…
Não é por acaso que o jornal Terras do Homem publicou esta crónica truncada, como artigo de opinião, tendo eliminado os quatro últimos parágrafos (o que é ilegal!), aqueles que apontavam, na minha opinião, o bom caminho para Vila Verde no âmbito da Sociedade da Informação e do Conhecimento. Consequentemente só posso, infelizmente, concluir que eram sugestões incómodas para alguns…
Deixo um abraço a todos, sem excepção, e até breve.
Álvaro Rocha
senhor marco já não há centavos…….
Este artigo de opinião também foi publicado nos jornais Praça Local e Terras do Homem. Por razões que se desconhecem, o Terras do Homem resolveu não publicar os últimos 4 parágrafos, aqueles que eram ligeiramente incómodos para o Executivo Camarário, os quais apontavam o bom caminho. Com efeito, está mais do que provado que o Terras do Homem está completamente ao serviço do PSD/Câmara de Vila Verde.
Se a oposição pretender ser poder em Vila Verde, terá mesmo de avançar para a promoção de um jornal que faça para si o que o Terras do Homem faz para o PSD.
só queria chamar a atenção ao Marco pel forma grotesca que ataca .prepare-se que vai ser presidente. Na terra dos cegos quem tem um olho é rei não fale do que não tem conhecimento, continue a defender o seu posto e os do futuro…mama ,mama
O Sr. Vitor Sousa tem muitas e boas ideias que podem e devem servir o desenvolvimento do concelho, em especial a zona do norte.
Mas atira em todas as direcções e acaba por atingir quem não deve e em questões que deveria analisar melhor.
Por exemplo, o AROVADO do PSD e o DESAPROVADO do PS está bem explicito nas actas que este blog tambem disponibiliza.
As razões não estão relacionadas com o subsídio, com quem o pede ou a que se destina. Estão apenas directamente relacionadas com a legalidade da coisa. Nãos e pode dar um subsídio sem dinheiro. Isso é gozar o parolo que não percebe nada de nada.
Aproveite as suas boas ideias, coloque-as ao serviço do concelho e tente ser justo na apreciaçãod e documentos objectivos como são as actas.
O Carlos Mendes de facto não “dá o flanco”.
Parabéns!
Grande carlos mendes!!!!
É lamentável a quantidade de falsos argumentos que alguns senhores usam para deitar areia nos olhos dos Vilaverdenses.
Sobre o estádio Municipal, quero dizer que é verdade, é de facto um estádio comparticipado em 75%, e que por isso a Câmara deveria dizer que o planeou, mas nunca utilizar obras desse género para justificar as dividas, pois todas as grandes obras deste concelho têm esse tipo de comparticipação.
Mas a minha pergunta é. Não poderia o dinheiro que foi gasto nos 25% servir para financiar outro tipo de projectos?
Projectos esse que também poderiam ser comparticipados.
É que eu sei, e tenho a certeza que o Sr. Vítor Sousa também sabe, que algumas Juntas têm visto projectos para as suas freguesias adiados por falta de capacidade financeira da Câmara, capacidade essa que tem sido esbanjada em obras de pouca utilidade para a generalidade das populações, e só cumprem um objectivo, que é, ter uma primeira pedra e poder fazer noticia, poder fazer outra pela visita ao inicio da obra, outra noticia quando se coloca a Parede, etc, etc, até ter espaço para mais uma placa de inauguração.
Quanto ao subsidio a que se referiu, tenha alguma decência, ou se está mal informado, informe-se.
Os vereadores nunca estiveram contra qualquer tipo de apoio a instituições, o que esses vereadores não compactuam é com subsídios fictícios, e ilegais.
A Câmara foi criando habito de prometer e aprovar apoios, que muitas das vezes nunca saíram do papel, ou as instituições esperaram meses, senão anos para o receberem. O grave é que como tinham a garantia de que o apoio estava aprovado, essas instituições realizam eventos que muitas vezes acabam por não poder pagar.
Os vereadores do PS quiseram saber se existia cabimento orçamental (dinheiro disponível), para esse apoio, tendo o executivo respondido que não, mas que depois se via.
Isto é uma ilegalidade, pois o POCAL (regulamento financeiro das autarquias) não permite este tipo de jogadas, ou existe dinheiro para a atribuição, ou deve ser adiada a aprovação para quando exista.
Quando a Câmara disser que existe dinheiro, e que pode ser entregue à instituição logo que ela o solicite, aí podem contar com a aprovação dos Vereadores do PS, não estando em causa o necessidade do apoio, mas antes de mais a legalidade da mesma.
Quanto ao pegar nas Pás e ajudar na pista de Downhill, pode marcar dia e hora, se lá estiverem os dirigentes, e Vereadores que o Sr. Vieira tanto venera, pode ter a certeza que eu lá estarei de pá e picareta, com a certeza que também os elementos deste Movimento e Vereadores do PS estarão disponíveis.
Essa garantia pode ter da minha parte. E o Senhor Vieira, poderá garantir poder cumprir com as exigências do meu desafio?
E pode ficar com a fotografia só para si…
Boa noite Vitor Sousa. E quando tiver um tempinho, passe no Centro escolar e dê uma ajudinha nos acessos, vá lá! O concelho precisa de Homens como o Vitor,voluntarios “á força” ou porque tem de ser, não é? Nos vamos ter o cuidado de fazer uma listinha do que ha de urgente na terra,depois passas para si, será uma honra visualizar um exemplo de Voluntariado,qim sabe nao venha a ser uma referencia…Tudo é possivel.
Vitor Sousa,
boa noite,
Tenho sérias dúvidas que o senhor seja do Norte do Concelho, caso contrário conheceria melhor a realidade.
Onde está o Polidesportivo da Portela do Vade? A população pode usá-lo? E quando chove, também pode? Tem balneários?
Peço desculpa, mas aquilo é um ringuesito junto à escola, a céu aberto, numa zona exígua, sem dimensões que permitam a prática por adolescentes, jovens e adultos, e nem está disponível para o público em geral.
Relativamente a apoios, não tenho conhecimento de que os vereadores da oposição tenham votado contra. Votaram contra, sim, pelo processo de atribuição, porque aquilo não é um apoio aprovado, é apenas a promessa de que no futuro, se houver dinheiro, poderá tornar-se um apoio…
Olhe, em 2004 foi prometida o arranjo e a electrificação do campo de futebol de Aboim ( http://www.terrasdohomem.com/visualizar.php?op=noticia&id=1524&Cid=1&Sid=13 ). Sugiro-lhe que visite urgentemente o campo de futebol de Aboim para começar a ter uma visão mais aproximidade da realidade e deixar-se de andar alimentado de ilusões.
Sr. Vitor Sousa, o seu voluntariado não estará a custar o emprego a alguns dos muitos desempregados deste país? Ou está a fazer um “carinho” aos seus… Eu não sou dos que acreditam que a escravidão acabou, hoje toma muitas formas… Mas, já agora informo-o: O “campo” dito de futebol de Aboim da Nóbrega estará a precisar de uma mãozinha sua.
Desculpe não assinar, mas não estou numa posição “privilegiada” como a sua
Sobre o estádio. Acha mesmo necessário um estádio para os jovens fazerem desporto? Que eu saiba não são precisas bancadas daquela envergadura para treinos, ou jogos das camadas jovens. 2 milhões de euros (400 mil contos) dariam para fazer muitos campos distribuídos pelas diversas zonas do Concelho e com isso criar oportunidades para todas as crianças fazerem desporto.
Mas esta é apenas a humilde opinião de um cidadão de Vila Verde que só diz disparates…
Boa noite
Ora bem, vamos lá ver uma coisa, duas ou quem sabe três ou quatro. Acho imensa piada a várias opiniões, no entanto, respeito-as. Discordo quando o senhor Carlos Mendes refere ou opina, “dois milhões de euros dariam para fazer muitos campos distribuídos pelas diversas zonas do concelho e com isso criar oportunidades para todas as crianças fazerem desporto”. Muito bem, tal opinião, não tem enquadramento em relação ao Estádio Municipal. O Estádio Municipal foi uma obra comparticipada. Como tal, obrigatoriamente, está de acordo a uma serie de requisitos para que esta possa ter viabilidade em termos de candidatura e respectiva comparticipação. Comparticipação tutelada pelo Governo Português. F oi que aconteceu. Um relvado sintético, uns balneários, um sistema de rega (fundamental para a manutenção da relva sintética), escoamento de águas pluviais, redes de vedação etc etc são equipamentos fundamentais para ser considerado um Estádio. Penso eu de que…
Fui praticante de futebol amador, participando em campeonatos regionais. Representei durante longos anos diversos clubes e associações do Concelho de Vila Verde. As condições para a prática deste desporto, eram e em alguns casos, ainda são péssimas ou melhor, menos conseguidas. Inverno = autênticos lamaçais. Primavera = Imenso Pó. Bem presente tenho na memória quando na TV via Campos de futebol altamente requintados…com umas condições para a prática de futebol fantásticas. Pensava, sonhava e exclamava, “quem me dera jogar num campo destes”. Hoje, no concelho de vila verde é possível porque o “campo destes” existem e outros vão, num futuro muito curto, ser uma realidade para alguns clubes e associações. Clubes e associações que tem um papel preponderante no que diz respeito ao desporto concelhio. Estes, por experiência própria, são uma “verdadeira escola” de formação cívica e contribuem decisivamente para o crescimento pessoal dos jovens.
Existem, os estádios Municipais (o de relva natural onde não pode haver grande intensidade de jogos por ser relva natural. E o municipal em relva sintética onde este suporta uma maior intensidade de uso, ou seja, maior numero de jogos. Daí acolher as escolinhas do VilaverdenseFC.). Existe o parque desportivo da Vila de Prado, contemplado com um campo de futebol 11 e um polidesportivo, ambos em relva sintética. Polidesportivos, existem outros, nomeadamente na Vila do Pico de Regalados, freguesia de Pico São Cristovão, Sande, Oriz São Miguel. Também existe um outro na escola primária da Portela do Vade. Na freguesia de Lanhas surgirá mais um, penso que esta em fase de construção. Parte, ou mesmo todos estes polidesportivos e campos de futebol 11 já tiveram péssimas condições. Também penso que, nos que acabei de proferir, a Câmara Municipal teve um papel fundamental apoiando a modernização dos mesmos. Constato que, existe um cuidado acrescido por parte do Executivo Municipal em aproveitar possíveis programas de candidaturas para as respectivas modernizações e também apoiou e vai continuar a apoiar onde as candidaturas não foram possíveis mas era/é e será importante investir.
Anónimo escreveu, “e todas as crianças e jovens do concelho, será que tem as mesmas oportunidades e estruturas para crescerem em Igualdade? O que têm os jovens do Norte e até grande parte dos que habitam no Sul? Acho que não pensa num todo, no concelho! Limita se a proteger os PSDs que estão no poder”
Bom, no que diz respeito ao norte, zona Vade em concreto, recentemente foi aprovado em reunião de Câmara o apoio a uma associação. Estou a falar da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Codeceda. O apoio foi aprovado, simultaneamente, foi …desaprovado. Ora bem, dizer que foi aprovado e ao mesmo tempo dizer que foi desaprovado é um tanto ou nada esquisito e um pouco contraditório…caricato no mínimo! Pois bem, vamos ao que realmente aconteceu. Aconteceu que, a maioria PSD aprovou e a minoria PS “desaprovou”. O Partido Social Democrata, APROVOU O APOIO TENDO EM VISTA A COLOCAÇÃO DE UM RELVADO SINTÉTICO NO POLIDESPORTIVO da ACRD Codeceda. O partido Socialista “DESAPROVOU”, melhor, NÃO APROVOU O APOIO PARA UM POLIDESPORTIVO. Os motivos que levaram a tal tomada de posição são, na minha opinião e não menos humilde do que a do senhor Carlos Mendes, considerados ANTI DESENVOLVIMENTO ZONA VADE. Contudo, motivos alegam. Com a aprovação do apoio, ficou ABERTA UMA “JANELA”, DE EXTREMA IMPORTANCIA, PARA O MUNICÍPIO PODER CONTRIBUIR NUMA OBRA QUE, DE UMA FORMA SIGNIFICATIVA, VAI CONTRIBUIR PARA A DIMINUIÇÃO DAS CARÊNCIAS EM TERMOS DE INSTALAÇÕES DESPORTIVAS, diminuir as assimetrias de desenvolvimento urbano/rural, ocupar os tempos livres das crianças, de uma forma educativa e saudável, promover o desenvolvimento integral das crianças e dos jovens, facilitar a adopção de estilos de vida saudáveis, contribuir para a prevenção de comportamentos de risco, fomentar o contacto entre as crianças, evitando o seu isolamento, contribuir para o desenvolvimento do gosto das crianças pelo desporto e actividades ao ar livre etc etc etc e mais etc.
Eu pergunto, A zona Vade não tem direito a um polidesportivo?? A Zona Vade e as suas crianças não têm direito, a quem de direito, serem apoiadas numa obra que vem/vai contribuir para a melhoria da qualidade de vida das suas gentes? A Zona Vade não tem direito equipamento de pequena escala para a prática físico-desportiva em relva sintética? Perante tal tomada de posição, fico com a impressão que não temos direito.
Trabalho voluntariamente em associativismo há longos anos. Gosto do que faço. Fruto do trabalho, do gosto, do forte empenhamento, querer e do apoio de várias entidades públicas, inclusive, a Câmara Municipal de Vila Verde, foi possível, e apenas foi possível após a criação de um grupo de jovens coeso com amor á freguesia, amor aos verdadeiros princípios do associativismo e sua dinâmica, a construção de um polidesportivo funcional, acolhedor e saudável. Saudável em termos financeiros, entre outros. Em seis anos conseguimos um trabalho, alem de excelente, exemplar. Isto na minha humilde opinião. Olhando um pouco para os seis anos, atrevo-me a dizer que, “quando não havia cão, caçamos com o gato e vice-versa”. Em simultâneo, o “gato e o cão” nunca deixaram de estar presentes. Refiro-me à vontade, boa bondade e espírito de sacrifício.
Muitos aqui, escrevem acerca da Zona Vade mas na verdade não fazem a mínima em relação às verdadeiras necessidades da Zona em questão.
Em termos de Instalações Desportivas, a zona Vade, está perante duas infra-estruturas que servem parte das necessidades locais. Polidesportivo da Escola Primária da Portela do Vade (ou seja, no coração da zona Vade) e Polidesportivo da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Codeceda.
Na minha óptica, o principal problema da não existência de certas infra-estruturas, deve-se à falta de iniciativa e querer de todos. Todos temos a nossa cota de culpa. Uns mais, outros menos. Não podemos excluir a nossa cota de culpa através de uma serie de propostas num papel A4 ou então mais extensivamente numa folha de papel A3. Isso é que era bom. Bom? Seria óptimo!
Por norma, o problema deve-se à conhecida expressão, “ quando não há tacho, não temos gente a lutar pela causa”. Escrever é fácil. Difícil é fazer. Vejo muita gente a escrever e muito mas mesmo muito pouca a fazer, a trabalhar.
Lanço um repto, proponho a todas as mentes brilhantes a porem em prática o que escrevem. Existem associações inactivas na zona norte, outras em vias de. Porque não activa-las? Porque não darem-lhes e dispensarem um pouco do vosso tempo e saberes encaminhando-as mediante a tal visão altamente brilhante que tanto fomentam e que é imperativo para a zona? Será pedir de mais…. Não aceito respostas do tipo, “oh pah não tenho tempo…a minha participação rege-se unicamente na construção de uns textos muito lindos e muito ricos em ideias e conteúdos simpáticos”
Cansei-me de escrever, eu não sirvo para isto…prefiro o trabalho de campo. O trabalho que mais frutos dá…. Vá, levantem os rabinhos das cadeiras e vamos por em acção algumas das muitas ideias fantásticas que por aqui, teimosamente, tendem “acampar” e não mais chegar a bom porto. Cada vez mais me convenço do porquê da luta a favor da abertura do parque de campismo de Aboim da Nóbrega…querem um espaço para acampar as ideias que com maior ou menor dificuldade, resolveriam tudo e mais alguma coisa. Sou a favor da abertura do Parque de campismo mas não para acampar as ideias que por aqui vagueiam…
Recruto voluntários para trabalho de campo tendo em vista a construção de uma pista de dowhill no monte do Oural. Alguém disponível? Disponibilizamos luvas, pás, picaretas e demais ferramentas úteis…. Mas é para trabalhar. Para a fotografia já cá estou eu!
Opiniões,
Abraço
Vitor Sousa
Paulina Lira escreveu: “é um facto que quem vem cá, gosta e fica, existem algumas condições para viver, mas tudo o resto tem de ser procurado em Braga e noutras cidades.”
E eu li que a Paulina escreveu que: Vila Verde é um dos dormitórios (de recurso) de Braga, porque fica relativamente perto e as habitações em vila Verde custam menos uns tostões.
Sabia que alguns promotores e construtores imobiliários de Vila Verde, à boca escondida, vão dizendo como quem não quer a coisa, que está previsto para breve a extensão do Comboio de Braga até Vila Verde? Porque será? Na REFER e/ou CP desconhecem tais projectos.
Pois é Jovem, no reino de alguns políticos e de alguns “sevandijas”
económicos, vale tudo… E assim, a construção para sul de Vila Verde vai sendo abençoada à tripa-forra.
Confesso-lhe que fico triste por a “demócaCIA” de Vila Verde não me permitir assinar.
Caro Álvaro, obrigada pela correcção.
Na horizontal?…
Concordo, mas as crianças por cima!
Paulina,
Só uma pequena correcção…
A escola encerrada que pretendia provavelmente referir era Covas. A de Aboim da Nóbrega mantém-se aberta (até um dia destes!). Tem pouco mais de 50 alunos, incluindo os da própria freguesia, da freguesia vizinha de Gondomar e ainda do lugar de Bezeguimbra da freguesia vizinha de Valdreu.
Com a passagem do Jardim de Infância de Aboim para as instalações da escola EB1, deixou de haver sala para refeitório. A solução que a câmara arranjou foi colocar um contentor para nele servir as refeições, onde garantidamente não cabem todos os alunos em simultâneo, porque aquilo tem dimensão de uma pequena casota de coelhos.
Sugiro que o Presidente da Câmara e a Vereadora da Educação almocem lá uma vez, juntamente com os miúdos e os profs… Talvez na horizontal, uns por cima dos outros
João Costa, obrigada pelo teu comentário, é bom saber que temos jovens mais jovens que eu a ler e a participar neste blog. Continua connosco. Este movimento não quer apenas discutir temas importantes mas quer também agir.
Quanto à Casa do Conhecimento… Pode trazer algum movimento a Vila Verde, e sobretudo, aos nossos restaurantes e comércio, mas se não vai gerar empregos e se não vai constituir um atractivo turístico para o concelho (com actividades para possíveis turistas), e se além disso, não temos Posto de Turismo, também não percebo um investimento que além um edifício e esse tal movimento, não trará outros benefícios para Vila Verde.
Respondendo a outro ‘post’…
Vila Verde tem:
A melhor escola profissional do País que não tem biblioteca e faz contratações, eu diria, suspeitas.
A melhor rede escolar do distrito de Braga, que por falta de condições e não por ordem do governo, fechou escolas como a de Aboim e tem falta de funcionários noutras escolas, o que faz com que tenham de pedir emprestados ao Centro Escolar ficando este espaço com poucos funcionários…
A melhor rede viária em termos de estradas municipais, que ainda assim entope Vila Verde por ‘complementos’ inteligentes como a rotunda do Pingo Doce ou a estrada que serve dignamente o Centro Escolar, um belo exemplo daquele piso que tem de ser retocado sempre que chove (água mole em pera dura…).
A melhor água do País, que é imprópria para banhos na extensão do Rio Homem.
Eventos únicos no País como o “Namorar Portugal” e a Festa das colheitas. O primeiro é feito para inglês ver visto que os Vilaverdenses não participam no evento, os vencedores não têm direito à reprodução das suas peças ou à sua aplicação numa t-shirt, por exemplo, para venda ao público no nosso fantástico Posto e Turismo, e o evento não sai o centro de Vila Verde, quando o poderia fazer.
Dos melhores serviços administrativos como demonstra o prémio atribuido recentemente pelo Governo (prémio portanto insuspeito), que ainda assim pode ser melhorado, já que às 15:30 já não tem trocos para os utentes, quando o serviço encerra às 16:00.
Todos os serviços administrativos estão certificados, um deles com o esforço do Dr. Porfírio Correia, cujo trabalho não foi valorizado.
Um excelente hospital como é o caso da Misericórdia, cujos trabalhadores também são sujeitos a uma certa censura, e são marcados por alguma lentidão (pelo menos para os utentes internados).
Vila Verde foi no distrito de Braga o concelho com maior aumento percentual de população nos últimos anos; é um facto que quem vem cá, gosta e fica, existem algumas condições para viver, mas tudo o resto tem de ser procurado em Braga e noutras cidades.
O número de associações culturais e sociais melhorou em quantidade e qualidade; eu acho que as associações surgem por carências a que a Câmara não responde e não por iniciativa e apoio da mesma…
E agora tem o instituto empresarial do minho em funcionamento e vai arrancar com a Casa do Conhecimento, um projecto pioneiro e financiado a 70% sendo os restantes 30% de fundos comunitários. O que é óptimo! A UM fica com os louros e postos de emprego e não com as despesas do edifício, fantástico!
Isto é Vila Verde!? Não quero com isto encontrar defeitos em tudo o que está ‘bem’, quero antes demonstrar que ainda há muito a fazer.
O Marco não é de Vila Verde…
Concordo com a postura do Carlos Mendes. Pergunto ao Marco; E quem não gosta de desporto? Ha algum espaço de incentivo e aprendizagem de outras Artes em Vila Verde? Ha alguma estrutura de Lazer? Ha alguma zona verde com percursos pedestres, com animaçao? Qual é a agenda cultural do concelho? Nao vai falar de Namorar Portugal ou Festa das colheitas,pois não? Temos uma Aliança Artesanal a trabalhar para quem? O Marco sabe que nem aqui se pode recorrer a não ser para comprar Lenços de Namorados? Se uma jovem ou senhora qiser aprender a bordar nao lhe é facultada essa aprendizagem porque não é esse o fim daquele atelier,nem isso as senhoras de vila verde tem. Acha certo, a negacão duma aprendizagem duma Arte que a sua Camara tanto eleva? Diga me então, Marco, que serviços estão disponiveis à comunidade! Outra falha sua grosseira foi o facto de falar dos jovens adeptos de futebol como se só existissem jovens na sede do concelho… e todas as crianças e jovens do concelho,sera que tem as mesmas oportunidades e estruturas para crescerem em Igualdade? O que têm os jovens do Norte e até grande parte dos que habitam no Sul? Acho que nao pensa num todo,no concelho! Limita se a proteger os PSDs que estao no poder.
O meu comentario nao tem a ver com o tema mas sim com o comentario anterior. Eu tenho 19 anos e nao entendo a forma de viver na vila! reparo que todos os comentarios sao Anonimos… mas sei que “tem” de ser assim. nao se pode criticar a camara num cafe,no emprego, em lado nenhum. porque podemos ter problemas… que é isto? Os meus avós falam me de como se vivia na juventude deles,eu ouço os com atenção e dou por mim a pensar se hoje ha grandes diferenças… a minha visão das coisas é a seguinte: Nas eleições fica eleito pelo povo uma equipa que fica a gerir v.verde. O povo elege mas com uma tortura psicologica enorme porque tem de esconder o partido politico com o qual simpatiza,claro, se não for o PSD. não pode manifestar se em publico,nao pode participar em eventos politicos,nao pode apoiar o seu candidato,tudo se nao somos PSDs. Mas que grande treta!!! Nao ha diferença para o tempo dos meus avós,pois não? entretanto, a lista vencedora para a camara a se instala e fazem o que querem,ignoram quem votouy neles e assumem um papel de Ditadores. Perguntem aos jovens o que lhes faz falta,pensem neles de vez em quando. que tem de atrativo para nos esta terra? Porque havemos nos de ficar nesta terra que nao tem um espaço de Cultura,um cinema,temos praias fluviais AO ABANDONO,agua impropria para banho,espacos mal tratados,sem bares,biblioteca durante o verão…tanta coisa que nao temos e quase nada o que temos. Casa do conhecimento?! Perguntem aos jovens de todo o concelho se é disso que estamos à espera. E ainda acham que vamos ficar na nossa terra? Nos não temos nada que nos prenda aqui! Uma vilazinha parada no tempoi,sem liberdade de expressão, sem atrativos,sem nada que nos faça gostar disto. Se o PS é o partido que vai tentar mudar alguma coisa, eu então sou PS,claro! Nos,jovens estamos cansadinhos desta gente que ate na nossa vontade e liberdade de expressão querem ou pensam que mandam! Estou farto de ouvir os meus pais dizerem ” meu filho,nunca te metas em politica,tem cuidado porque podes precisar de emprego daqui a uns anos”, ou ” nao tens nada que te filiares num partido,ficas queimado”, ou outras deste género. Quem disse aos PSDs que mandam? Eles tem de trabalhar para a terra foi por isso que os puseram lá. em mim mandam só os meus pais por quem eu tenho um grande respeito. Nao gosto de viver em vila verde. Nada! Alguem muda esta terra,antes que os jovens bazem todos daqui ?
O Sr. Marco exprimiu a sua opinião livremente, graças à liberdade dada por gente do movimento e ligadas ao PS, pessoas que ele tanto critica e que segundo diz, têm vista curta.
Mas pelo menos poderia ter a razoabilidade de aceitar que no espírito democrático e na liberdade vemos muito mais longe.
Mas mesmo correndo o risco de continuar a dizer disparates, vou usar o meu direito de opinião.
Se não sabe, posso dizer que sou de Soutelo, estou ligado a Associações de Pais, e por isso sei bem do que falo.
Sobre o centro escolar. Já se deu ao trabalho de o visitar, ou pelo menos de falar com as pessoas que lá trabalham? Quando falo em visitar, falo em visitas não preparadas para que tudo esteja bem, mas em visitas espontâneas sem pré aviso.
Sabe que temos algumas crianças em escolas de Soutelo porque os Pais as retiraram do Centro escolar por não terem condições. E olhe que estou a falar de gente ligada ao PSD.
Conhece o problema que existe na deslocação das crianças com deficiência? Ou nas dores de cabeça que tem sido as refeições pelo barulho ensurdecedor, e pela falta de condições?
Sabe por exemplo que a festa de Natal teve que ser em dois turnos, e no corredor porque não existe um sitio pensado para convívios, ou teatro. O único espaço seria o Ginásio, mas que tem proibição de entrada com calçado do exterior, e por isso ou todos se descalçavam, ou teriam que cobrir, coisa que levaria a enormes custos, e mesmo assim não teríamos palco, como é desejável num polivalente que deveria existir em todas as escolas que recebem mais de 400 crianças.
Como disse sou de Soutelo, faço parte da Assembleia de freguesia, e nunca disse que era contra o IE Minho, pelo contrario, mas daí a dizer que criou empresas, e trouxe desenvolvimento a Soutelo temos muito que andar.
Que criação de empresas? Sabe que 1 empresa de Braga que a unica coisa que dá e formação ocupa 3 salas? Sabe que não conheço ninguem residente em Soutelo que trabalhe lá? Que desenvolvimento trouse para Soutelo ou Vila Verde? Eu que mora a menos de 300m, continuo a não poder ter mais de 3Mb/s de velocidade na Internet, e não posso ter televisão por cabo. Apesar de se tratar de um espaço de Novas tecnologias.
Que é um espaço de enorme potencialidades, isso concordo, mas não deixa de ser um espaço maioritariamente da UM, e da AIM, e que ainda não se consegui afirmar como mais valia.
Possivelmente está a confundir com o Centro de Dinamização Empresarial, da Associação Comercial de Braga, que é o edifício por trás do IEM, e que essa pelo menos tem realizado alguns eventos.
É pena que o que competia á CM de Vila Verde, que são os arranjos exteriores, ainda esteja por fazer, deixando mal o Concelho perante todos os que se deslocam aos dois centros.
Politica cultural? Qual politica? Sou representante dos Pais na Academia de Musica de Vila Verde, e lá a não ser a disponibilização do espaço, não encontramos aposta na Cultura. Outras instituições que operam na área da cultura não sentem qualquer tipo de apoio. Talvez esteja a falar das grandes festas para inglês ver. Mas chamar a isso cultura, demonstra um enorme desconhecimento do conceito.
Sobre o estádio. Acha mesmo necessário um estádio para os jovens fazerem desporto? Que eu saiba não são precisas bancadas daquela envergadura para treinos, ou jogos das camadas jovens. 2 milhões de euros (400 mil contos) dariam para fazer muitos campos distribuídos pelas diversas zonas do Concelho e com isso criar oportunidades para todas as crianças fazerem desporto.
Mas esta é apenas a humilde opinião de um cidadão de Vila Verde que só diz disparates…
Pois é Sr. Bilela, quando há cerca de 12 anos muitos saíram do PS e de outros partidos e se juntaram ao PSD, estavam longe de prever que em vez de contribuir para o engrandecimento das suas freguesias, iriam antes contribuir para que o PSD na CMVV os utiliza-se para, emparedando com algumas opções errados dos governos, fechassem escolas, centros de saúde, bem como, o não desenvolvimento de projectos em curso (que o diga o Sr. Mota Alves), esquecendo umas e omitindo outras culturas locais e/ou ignorando-as, esquecendo as possibilidades turísticas, em especial no norte do concelho, levou a que muitos hoje estejam a ver em que partidos se devam incluir para que o PSD não acabe o seu projecto de desertificar o Norte do Concelho.
Isto leva a que estejam certos de que nas próximas eleições já não estarão no PSD, partido que vai perder o domínio da CMVV nas próximas eleições e essa certeza começou com o desprezo e abandono a que votaram o norte, mais exactamente, começou em Aboim da Nóbrega (será por aí que cairá o PSD).
Desculpem chover no molhado, até porque vocês já tomaram conhecimento que arranjaram lenha para se queimarem.
Que pena, por culpa da vossa democracia, eu não dever assinar. Mas até certo ponto, estou a prestar-vos um bom serviço, ou pelo menos, a prestar um bom serviço ao bom senso.
O Sr. C Mendes diz disparates e mais disparates. O centro escolar de Vila Verde é um optimo investimento. Aliás não sei como se podem criticar investimentos como este. O investimento em Soutelo do Instituto empresarial do Minho tem sido um sucesso a vários níveis e tem contribuido para o desenvolvimento de Soutelo e para a criação de empresas. Os investimentos culturais têm sido excelentes. E a política desportiva de formação tem sido irrepreensível. Só alguêm que nunca foi ao Estádio Municipal num dia de semana, para ver as centenas de jovens que lá têm formação, é que pode afirmar que aquele investimento é um elefante branco.
Os disparates do Sr Mendes não ajudam em nada a credibilizar o PS e os seus dirigentes.
Vistas curtas…
Estas são as mesmas vistas curtas que durante anos, não acreditaram quando o executivo disse, “este ano o PDM fica aprovado”. Estaremos mesmo com vistas curtas?… claro que um dia ele irá surgir.
São as mesmas vistas curtas, as que alertaram para o perigo da entrega dos complexos de lazer ao Clube de Natação de Vila Verde, o mesmo que o executivo dizia que iria levar o nome de Vila Verde aos pontos mais altos do Desporto, e que infelizmente se vieram a comprovar que os piores medos, ainda não eram suficientemente mãos.
Sãos estas as vistas curtas, que apesar do executivo anunciar um Centro escolar de Vila Verde exemplar, alertaram para a má concepção e principalmente para os perigos de colocar 400 crianças pequenas num mesmo espaço. Alertas essas que se vieram infelizmente a comprovar.
São as mesmas vistas curtas, que sempre consideraram o investimento num elefante branco como é o Estádio Municipal errado, coisa que se veio comprovar, ou alguém pode dizer que a realização de um evento como o torneio de Santo António Justifica esse (des)investimento?
São as mesmas vistas curtas que alertaram para o erro da construção do Parque subterrâneo, e da entrega dos parquímetros de superfície a privados, ou alguém vai dizer que a Câmara e os Vilaverdenses ficaram a ganhar? É que a Câmara apesar de questionada ainda não soube ou não quis responder.
São as mesmas vistas curtas que têm ao longo dos anos alertado para a falta de espaços culturais e de planeamento na cultura.
São as mesmas vistas curtas que simplesmente não consideram a festa dos lenços dos namorados uma festa da cultura. Festa que nenhuma pessoa ligada à cultura considera uma mais valia cultural.
São as mesmas vistas curtas que alertaram para o mau investimento sem planeamento que foi o arranjo urbanístico no centro de Vila Verde, onde nem foi construído um simples WC, e muito menos o prometido Posto de Turismo. Problemas que irão ser resolvidos, um dia, não sabemos é quando… mas nessa altura alguém irá dizer que não acreditamos e que tivemos vista curta.
Mas estas vistas curtas não são só do PS, e eu pessoalmente não confundo o executivo camarário e alguns dos seus seguidores com o PSD, pois conheço muitos militantes, ou simpatizantes PSD, que pensão da mesma forma, e consideram esses investimentos errados.
É engraçado que apesar de estar previsto e ser diversas vezes afirmado pelo executivo Camarário, e da UM que haverá uma candidatura a fundos comunitários, venham alguns iluminados, anunciar que o “o governo não dá um centavo para esta obra”. Além da falta de realismo denota falta de conhecimento. Possivelmente até irão alguns dizer que a gestão e aprovação dos fundos comunitários para projectos, não está dependente do Governo, mas do Eurodeputado José Manuel Fernandes.
Estejam descansados os que têm medo de aproveitamento politico do PS de Vila Verde. É que não temos duvidas quanto ao excelente negocio para a maioria dos Sócios da “Casa do Conhecimento” e dos excelentes resultados de gestão para a UM, e Centro de Computação Gráfica, mas mesmo com uma comparticipação de 70% de fundos comunitários (a aprovar pelo Governo PS), consideramos errado, e que nada vai trazer de beneficio real à população. Esse investimento deveria ir no sentido do aqui proposto pelo Prof. Álvaro Rocha.
as também é verdade que gostamos de ver o executivo camarário, aproveitar-se de investimentos do governo e só porque disponibilizou um terreno ou comparticipou a obra em 25% já diz que é exclusivamente sua. Se assim é espero que sempre que faz uma cedência de terrenos ao privado, também exija o que deve exigir, e não diga como disse o Prof. António Vilela que os postos de trabalho criados ou não nessas empresas para Vilaverdenses, são coisa de pouca importância, e que não vai envolver-se na gestão de um investimento privado só porque cede terrenos.
O problema não é a ideia ou a Casa do Conhecimento.
O problema principal é a Câmara ignorar que tem um concelho com lacunas graves e elementares em grande parte do território que gere, no domínio da Sociedade da Informação, e queira dar circo com uma Casa do Conhecimento que não acrescentará valor nem dinheiro para os Vilaverdenses.
Como dizia e bem um comentador anterior, vai servir apenas para a Universidade do Minho ter umas instalações gratuitas sem qualquer valia para Vila Verde. Se a Universidade do Minho viesse criar emprego em Vila Verde, ficaria satisfeito. Como será apenas para vir dar uns shows de realidade virtual e 3D, prefiro colocar uns óculos e ir ao cinema ou então correr umas aplicações de realidade virtual no meu computador. Desta forma não estarei a onerar os cofres dos Vilaverdenses!…
Quantos empregos gerou até agora a Vila Verde o IEM? Quantas empresas foram geradas? Pelo que sei a resposta é zero para ambas as perguntas, e assim andamos a pagar instalações para outros que não são do nosso concelho usufruírem de infraestruturas gratuitamente. Somos ricos!…
A Casa do Conhecimento será uma mini-Expo de Vila Verde, com os enormes prejuízos que se conhecem.
Vila Verde precisa de economia e não de espectáculo e circo diário, como acontece desde há 12 anos a esta parte. O limite de endividamento está a estourar e gostaria que os meus filhos pudessem viver num concelho real, sem mentira e sem uma capa que por detrás quase não tem nada que se aproveite.
Nota-se neste post e em alguns dos seus comentários como o PS de Vila Verde tem vistas curtas. Quando a Casa do Conhecimento for um sucesso como vai ser lá teremos o PS de Vila Verde, com demagogia quanto baste, a dizer: Aqui está mais uma obra do Governo Socialista (quando o governo não dá um centavo para esta obra). O PS acrescentará: Sempre fomos a favor desta obra temos é dúvidas quanto ao modelo de gestão.
Quanto dor de cotovelo dos socialistas ou então quanta falta de visão estratégica!
Nada melhor para terminar uma excelente semana, com temas e textos de excelência, acompanhados de uma enorme participação, do que mais um tema interessantíssimo apresentado de uma forma clara, e com argumentos de peso.
É de facto lamentável que os dirigentes deste concelho continuem a viver como se não existisse amanhã.
Depois de termos duas instituições (Câmara Municipal, e Misericórdia) com um grupo de Senhores que se consideram donos dos Vilaverdenses, eis que a Câmara Municipal, indo contra todas as lógicas de desenvolvimento com a construção de pequenos pólos tecnológicos distribuídos pelo concelho, e que seriam uma mais valia no apoio ás Juntas de Freguesia, Empresas, Associações e Populações, geridas pelas instituições locais, prefere Investir o dinheiro de todos em mais uma Parceria com a Universidade do Minho para que esta se torne a 3ª super-potencia do Concelho.
Quando digo mais uma estou a recordar a grande parceria, apresentada como o pólo que traria grandes desenvolvimentos a Vila Verde, e que é o IE Minho.
Pergunto que beneficiários após 2 anos de funcionamento trouxe essa instituição a Vila Verde? Que grande desenvolvimento tecnológico surgiu em Vila Verde, quando nem em Soutelo consegui que surgissem postos de trabalho,a não ser para um militante do PSD, ou Internet de velocidades superiores a 2Mb/s?
A Casa do Conhecimento é de facto um elefante branco, não para a UM que terá a sua parte do investimento garantido por fundos comunitários, mas para Vila Verde que além do espaço, também faz o projecto, além de todo o apoio logístico, para um espaço que ao contrario do que é dito e escrito por muitos não estará ao dispor das populações. Basta ler os estatutos da Instituição Casa do Conhecimento.
A instituição maioritária é a UM, através do votos da própria UM, e das suas filiais, como é o caso do CENTRO DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA, sendo por isso gerida por esta.
A Casa do Conhecimento, será por isso e conforme o que está previsto nos estatutos, mais um pólo da UM, que não estará ao dispor dos Vilaverdenses mas da UM, que aí poderá dar formações, fazer apresentações, e apresentar novas tecnologias, tal como já faz no IE Minho.
Ou seja tal como em Soutelo, em Vila Verde só teremos mais um pólo que fará umas apresentações, umas pequenas formações abertas á população (neste momentos só me recordo de uma explicação sobre legalização de poços, e creio que não é por esquecimento), mas servirá para a UM angariar fundos comunitários, e apresentar projectos, e a Vila Verde restará o prazer de ter um edifício moderno com muitas valências, mas pouco proveito.
Por isso e porque põem o dedo na ferida, os meus parabéns ao Professor Álvaro Rocha.
Antes de qualquer outra coisa, quero agradecer uma vez mais, em nome do movimento “Por Vila Verde”, ao amigo e professor Álvaro Rocha, em ter aceite o convite, para realizar uma crónica mensal neste espaço. Estou certo, que o seu contributo irá enriquecer Vila Verde, pela experiência, pensamento, partilha e construção de ideias, com que nos irá brindar todos os meses. É uma honra para quem gosta de aprender como eu, aprender consigo!
Quanto à Casa do Conhecimento, embora tenha a opinião que a ligação às universidades seja muito importante, não vejo (neste momento e quando existe ainda tanto para realizar neste campo) qualquer utilidade na obra de propaganda do executivo da Câmara Municipal de Vila Verde. De facto, o acesso ao conhecimento teria muito mais utilidade com uma aposta num pólo tecnológico, que ajudasse as empresas, as juntas de freguesia, as escolas e as associações a lançarem-se no chamado mundo global. O exemplo que nos apresenta, do programa “Mais Barcelos” é sem dúvida um bom e grande exemplo de uma sociedade de conhecimento, que deveria ser seguido por cá. Isso sim, seriam projectos inovadores e sustentados.
Foi ainda com ironia, que li estes dias a seguinte declaração, do Presidente da Câmara ao “Porto Alive”
«Mais uma vez, somos um Concelho olhado pela positiva e que dá mesmo exemplos de afirmação com base na inovação» in Dr. António Vilela
É caso para perguntar onde?
Somos um Concelho, que as pessoas quanto menos informadas melhor. Que a banda larga e as redes móveis são uma miragem ainda para algumas pessoas. E que o resultado do próprio site do município é o seguinte:
http://www.cm-vilaverde.pt/index.php?option=com_poll&task=results&id=2&mosmsg=Obrigado+pela+sua+participa%E7%E3o%21
Que serviços têm os Vilaverdenses disponíveis, quando o próprio não serve mais,do que para demagogia e propaganda do executivo.
Que inovação? Que futuro? Que conhecimento?
Eu vivo em Vila Verde real e não virtual. Partilho e também faço parte dos que aprendi, que as casas não se começam pelo telhado.
Um abraço e parabéns pela excelente reflexão que nos apresenta.
Ricardo Arantes
Ainda para comparação:
http://www.cm-vilaverde.pt – Vila Verde
http://www.cm-vncerveira.pt – Vila Nova de Cerveira
Vila Verde tem:
A melhor escola profissional do País.
A melhor rede escolar do distrito de Braga.
A melhor rede viária em termos de estradas municipais.
A melhor água do País.
Eventos únicos no País como o “Namorar Portugal” e a Festa das colheitas.
Dos melhores serviços administrativos como demonstra o prémio atribuido recentemente pelo Governo (prémio portanto insuspeito).
Todos os serviços administrativos estão certificados.
Um excelente hospital como é o caso da Misericórdia.
Vila Verde foi no distrito de Braga o concelho com maior aumento percentual de população nos últimos anos.
O número de associações culturais e sociais melhorou em quantidade e qualidade.
E agora tem o instituto empresarial do minho em funiconamento e vai arrancar com a Casa do Conhecimento, um projecto pioneiro e financiado a 70% sendo os restantes 30% de fundos comunitários.
Isto é Vila Verde!
Com tudo o que temos lido nos ultimos tempos, com as Agressoes à Democracia e Liberdade, o que eu mais desejava era que tudo o que está a acontecer no concelho já fosse um filme 3d, virtual… Mas não é, eu sei… Casa do Conhecimento? A resposta é tão simples: Até podia ser se todo o concelho tivesse o básico para ser um concelho sem necessidades primarias,a nivel Social,Industria,Educação,etc, se as freguesias estivessem com a mesma qualidade de vida, se os nossos jovens se sentissem felizes na sua terra,com projectos de incentivos e apoios a nivel cultural,desportivo,habitacional,ensino, se os idosos já tivessem como garantia o conforto,segurança e apoios na sua velhice, se as familias carenciadas tivessem no horizonte soluçoes para os problemas imediatos,ou melhor,de sobrevivencia,etc,etc,… Temos uma casa da Cultura e uma Biblioteca,a Casa da Cultura,inacreditavél,tem SÓ uma escola de musica mas e as Associações locais nao poderiam usufruir desta regalia ,partilhando este espaço em vez de pagarem rendas ou nem sequer terem nada porque nao tem fundos para estes compromissos? A Biblioteca é o que todos nos sabemos… A Casa do Conhecimento é mais uma? Vamos convidar o Manoel de Oliveira a fazer um Filme sobre V.Verde, projectamo lo na praça st. Antonio para o povinho avaliar prioridades, levamo lo a todas as freguesias e… claro,vai ser uma desgraça! poucos conhecem o concelho, era a forma de o ficarem a conhecer.
47 Juntas do concelho não estão na Net e das que estão algumas é como se não estivessem!
A esmagadara maioria das empresas também não está na Net!
As escolas do 1º ciclo algumas têm presenças que não são actualizadas há 4 anos!
A maioria dos computadaores nas escolas do primeiro ciclo não funciona e raramente têm possibilidade de acesso à Internet!
A esmagadora maioria das colectividades não está na Net!
Uma boa parte do concelho não tem acesso à banda larga!
Um pequena parte nem acesso a chamadas móveis tem!
Para que serve a fantochada de uma casa de conhecimento, que é mais circo para os Vilaverdenses, sorvedouro de dinheiro dos nossos bolsos, em vez de apostarem em coisas que tragam e acrescentem valor e dinheiro a Vila Verde, nomeadamente indústria?
A casa do conhecimento pode ser um bom investimento para a Universidade do Minho, que com isso vai ganhar uns cobres e de alguma forma finalmente justificar o investimento brutal que fez no centro de computação gráfica (mais um elefante branco!), mas para Vila Verde garantidamente que não é, e quem disser o contrário não percebe nada de economia.
Olhem para o Programa Mais Barcelos e vejam como com pouco dinheiro se dinamiza e evolui significativamente na Sociedade da Informação e do Conhecimento.
Já agora, ainda se lembram do anúncio feito pelo JMF de que Vila Verde iria ter Ensino Superior já este ano? Alguém sabe onde está esse ensino? Pois é… Mais uma “virtualidade”!!!!….
Teatro virtual?
O que é isso?
O mal deste executivo é que só sabe pensar virtual!
eh eh eh
Verdadeiras casas do conhecimento era uma requalificação biblioteca,da casa da cultura, o incentivo a se trazer para Vila Verde um instituto tecnoçógico com estudantes, isso sim seriam verdadeiras casas de conhecimento!
De representação de fantoches já tou em cheio em Vila Verde, e não necessito de nenhum teatro virtual para tal. O executivo em questão chega-me. Afinal não daria uma peça de teatro mas pelos ultimos acontecimentos (Dr. Porfirio e Eng. Costa Pereira) um filme virtual em 3d com o título: “o ano de 1974 não passou em Vila Verde” e quem sabe se não irá estrear ainda na dita casa do conhecimento.
Agora a sério… essa casa do conhecimento que nem é obra desta Camara Municipal porque apenas comparticipa 30%, e que na falta de obra para mostrar já se aproveitou como sua, seria quando tivessemos o mínimo instalado em vila verde. Se nós temos freguesias ainda sem banda larga e se as juntas de freguesias não têm sequer um site de internet, como é que é possivel falar nisto?
É mesmo… em Vila Verde é sempre assim. Começa-se sempre a construir a casa pelo telhado…
Tem toda a razão. Nãos e deve começar uma casa pelo telhado mas no nosso concelho tudo é construído dessa forma e depois nada dá em nada e o que ainda subsiste é á custa dos cofres do municipio e à custa de muita imagem fabricada na imprensa pelos capachos que são pagos a pesod e ouro por essa mesma Câmara.
Este blog é uma autentica câmara sombra com cada vez mais qualidade.
É cada vez mais necessário porque obriga estes senhores a pensar nas questões.
Foi uma boa iniciativa do PS na candidatura do Luís Filipe Silva e ainda bem que não se perdeu. Parabens.
É publico (basta consultar o site da Câmara) que:
A Casa do Conhecimento, projectado em parceria com o Centro de Computação Gráfica da Universidade do Minho, terá as valências de teatro virtual, CAVE (Ambiente Automático Virtual), área de exposição interactiva, salas de formação, sala internet e wi-fi.
O projecto contempla, ainda, um auditório dotado de um sistema de projecção estereoscópio (projecção 3D interactiva), uma CAVE assente no conceito Edutainment (Educação e Entretenimento), e uma área de exposição interactiva com percepção da realidade aumentada, na qual o público pode intervir com módulos interactivos.
Terá ainda salas de formação equipadas com sistemas de projecção multimédia, quadros interactivos e videoconferência, formação presencial e em regime de b-learning, sistema que é um misto de ensino presencial e à distância.
Chamar à casa do conhecimento uma sala de internet ou achar que só se devia avançar para ela depois de todas as juntas terem sites das duas uma: Quem faz estas afirmações é isso sim info-excluido e não sabe do que fala, ou sabe do que fala mas pretende de forma demagógica atacar um projecto de grande mérito feito em parceria com a Universidade do Minho.
Chamar Casa do Conhecimento a um edificio com um Espaço Internet e salas com realidade virtual e filmes 3D é como chamar avô à minha avó!
Que eu saiba Vila Verde já tem casa do conhecimento que é a Biblioteca pública Machado Vilela.
Para internet tenho computador e acesso em casa. Para realidade virtual e cinema 3D tenho tambem no meu computador ou entaõ vou ao cinema.
Para que serve afinal a casa do conhecimento que o Vilela anunciou. Para mim é mais uma obra de fachada para fazer noticias na imprensa e enganar o zé povinho.
E o que ele anuncia deverai cahamar-se casa de internet e computacao gráfica. Como casa de conhecimento é equivoco completo e deita areia aos olhos do povinho
Tenho uma irma que é professora do 1º ciclo e nas escolas do agrupamento dela a maior parte da vezes a maiioria dos computadores esta avariado e muitos tambem não à internet.Li um dia destes que Vila verde tem quase o dobro de infoexcluidos acima da media do pais
Este artigo confunde a árvore com a floresta. A árvore são as 58 juntas de freguesia e a floresta são os jovens qualificados do nosso concelho e a generalidade da sociedade civil. O raciocínio é deste tipo: As juntas não têm sites logo não há condições para se avançar para a casa de conhecimento.
Há computadores e internet em todas as escolas do concelho e vários blogues e ferramentas informáticas nessas escolas. Esta deve ser a base os alicerces da cada vez mais sociedade do conhecimento. O autor devia elogiar este projecto pioneiro que vai ser mais um factor de atractividade do nosso concelho. A casa do conhecimento vai servir de apoio aogrande número de licenciados de Vila Verde e que não têm de ser necessariamente políticos e presidentes de junta. Obviamente que já há muitíssimos cidadãos no nosso concelho com sensibilidade e conhecimento para explorar e fruir o que este novo espaço irá propiciar.
Este artigo é Ouro de Aboim da Nóbrega que, se usado pela CMVV como semente, entrará num bom caminho que, só beneficiará todas as 58 freguesias. Vamos a isso… Não fica mal reconhecer que até aqui, da máquina de escrever (computador), só têm usado a tecla “retrocesso”.