Carta enviada aos Presidentes de Junta
Vilaverdenses,
O desempenho da actividade política e a responsabilidade que a mesma acarreta obriga a tomadas de posição que, muitas vezes, não são do nosso agrado e podem mesmo ser mal interpretadas.
Quando a tudo isto, acresce a vontade de alguns em usar uma errada e premeditada interpretação das posturas de outros como arma política de arremesso, especialmente juntos dos Presidentes de Junta e das diversas instituições do concelho, estamos perante um péssimo serviço prestado às populações.
É isto que se tem passado relativamente à postura que eu e o meu colega vereador Porfírio Correia temos assumido quanto à atribuição de subsídios e/ou comparticipações financeiras às Juntas de Freguesia e Instituições do concelho de Vila Verde.
As actas das deliberações tomadas em reunião de Câmara mostram, de forma inequívoca, o entendimento que temos relativamente a esta questão. Só não entende quem não quer entender.
No entanto, sabendo que a mensagem chegaria distorcida a muitos dos nossos Presidente de Junta e dirigentes de instituições, entendemos que seria correcto enviar aos mesmos uma clarificação da nossa posição no que toca à problemática da atribuição dos subsídios e/comparticipações financeiras.
Foi isso que fizemos com o envio de uma carta dirigia a todos os Presidente de Junta e que repetiremos a todos os dirigentes das instituições do concelho.
Deixamos, aqui, essa mesma carta para que ninguém tenha dúvidas quanto à nossa posição enquanto vereadores e para que possam apreciar a questão de legalidade que pretendemos ver cumprida.
Um abraço amigo,
Luís Filipe Silva (vereador da Câmara Municipal de Vila Verde)






Há um ditado antigo que diz ” Ninguém pode dar mais do que aquilo que tem e para além do que sabe”.
Boa noite! De facto, o que para uns pode ser fácil e rapidamente interpretado dada a objectividade do conteúdo para outros poderá eventualmente ser necessário um “complemento” de forma a clarificar ideias, posições e objectivos. Por isso esta carta dirigida aos presidentes de Junta faz todo o sentido. Talvez, até, dirigida directamente às populações através dos representantes de cada freguesia. Esta necessidade de recorrer a uma medida com estes contornos, levanta obviamente um conjunto de questões, que tanto se têm discutido nos ultimos tempos: Informação, Formação e Participação de todos os que fazem parte do projecto comum- “VILA VERDE” . Conceitos importantes como POLITICA ( ciência ou arte de governar um povo ou uma nação, organizadamente.), GESTÃO (administrar,negociar, forma de gerir, conjunto de operações duma empresa durante um determinado prazo) têm de se complementar. Os srs. presd. Junta, ao assumirem a responsabilidade da gestão de uma freguesia devem estar informados e ser conhecedores das situações, nao estando, nao desprestegia em nada o seu nome, cargo ou a sua posiçao, procurar ou solicitar ajuda no sentido de saber mais, como fazer, como gerir para ser autónomo e isento; a recusa de aceitação de informação baseada em posturas convenientes ou manipuladas não engrandecem nem os tornam pessoas mais respeitadas. Isto, é o mais dificil de entender e pôr em práctica… a solução pode estar nestes esclarecimentos e noutras estratégias com o mesmo fim. Acho que li num comentário isto”…concelho bonito e harmonioso”, era o ideal! Todos temos de dar o nosso contributo. Juntos!
Tanto quanto sei as Juntas de Freguesia regem-se pelo POCAL (Plano Oficial de Contabilidade para as Autaqruias Locais), por isso não são os Presidentes de Junta que necessitam de esclarecimento sobre estas matérias, mas sim a população que não tem que ter conhecimento sobre POCAL. É impossível, alguns deles com mais de 12 anos de Poder, que não conheçam as regras do jogo!?! O problema é que os Srs. presidentes de junta, como é de esperar, vão para junto dos seus conterraneos exigir a condenação do PS por não terem aprovado o dito subsidio. Ora, o cidadão comum não tem que perceber se é assim ou se é assado e como tal os presidentes de junta, mais próximos do povo, lá continuam a fazer politica de terra queimada. Esquecem-se que estão a ajudar o munipicio a afundar as suas contas e a compromter as gerações futuras, designadamente o futuro dos seus filhos. O PS tem aqui uma atitude de rigor. Há dinheiro dá-se, não há dinheiro não se dá. Ponto final. Mas à gestão PSD não convém dizer que o dinheiro neste momento faz-se pouco ou nenhum e ainda por cima a quem prometaram mundos e fundos (presidentes de junta) e estes por sua vez prometendo a quem os elegeu, continuando a enganar dizendo que foi aprovado em reunião de câmara, mas que têm de esperar até que o sector financeiro faça ginástica acrobática. Pela atribuição destes subsidios, tal como se vê nas actas da reunião de câmara, o desnorte na gestão municipal é evidente.
Boa noite
Realmente só não vê quem não quer ver. Os presidentes de junta são todos os dias enganados e feiros palhaços por quem pensa que manda em tudo, inclusive em quem os ajudou a ganhar eleições.
São uns manipuladores e a prova esta nesta simples questão dos sunsídios aos PJ.
O pior de tudo é que cartas destas não valem de nada. A maior parte deles nem a vai entender muito bem e outra parte vai a correr mostrar aos senhores da câmara.
E pronto andamos nisto. A dar sono uns aos outros.
Na minha modesta opinião, os vereadores do PS tiveram mais uma ideia genial ao enviarem uma carta a cada presidente da Junta, esclarecendo o problema da atribuição dos subsídios. Visto a acta ser muito longa e me parecesse talvez de difícil compreensão poderia levar a outras interpretações, que não eram as do srs. vereadores.
PARABENS PELO VOSSO EMPENHO!
É uma vergonha quererem enganar os Presidentes de Junta com rebuçados sem sabor. Talvez alguns acreditem no Pai Natal, visto que hoje ainda estava montada a árvore de Natal em cima da Câmara Municipal.
É uma vergonha o que se passa neste município. Ainda bem que este espaço agora existe.
Penso apenas que deveriam divulgar com publicidade em algum outdoor o site porque assim todos ficariam a saber a verdade.
Parabéns!
Caro Dr. Luís Filipe Silva,
É bom sentir essa força em torno do objectivo verdade.
É bom saber que em Vila Verde existem aquele que defendem a lei e a legalidade.
Não custa dizer aos Presidentes de Junta que já foi aprovado o subsidio mas que agora tem que esperar.
Porquê?
Ah e tal estamos à espera de aprovar isto ou aquilo quando a verdade é não existir dinheiro.
A verdade é existir uma Câmara Municipal completamente endividada por falta de rigor.
A verdade é existir uma dívida que nem acredito que os vereadores do executivo saibam quanto é.
A verdade é gostarem de enganar os Presidentes de Junta.
A verdade é deitarem areia a todo o momento para a cara dos vilaverdenses, pelo menos os menos informados.
Bem haja este blog!
Os Presidente de Junta devem merecer todo o nosso respeito e, em especial, o respeito de quem dirige a Câmara Municipal. Não podem, por isso, ser “respeitados” (lembrados) apenas de quatro em quatro anos, aquando dos actos eleitorais. Devem incorporar a tão falada parceria estratégica, pondo em prática os conhecimentos que têm das suas freguesias em prol do desenvolvimento das mesmas e, consequentemente, do concelho como um todo.
Tendo em mente o exposto, não concordo com a prática da Câmara Municipal no que toca à atribuição de subsídios.
Como se pode constatar pelas deliberações, tem-se atribuído subsídios condicionados à disponibilidade financeira futura. Não percebo como podem os Senhores Presidentes de Junta de freguesia aceitar uma coisa destas, pois ficam sem saber quando receberão os referidos subsídios!
Será quando houver dinheiro?
Ou quando o Sr. Presidente de Câmara quiser?
Poderão até nunca receber!
Ora, esta não deve ser a prática. Quando se atribui um subsídio, este deve ficar disponível de imediato. Só assim é que os Presidentes de Junta poderão programar as suas actividades e colocar no terreno as suas ideias, as suas medidas, as suas pequenas ou grandes obras.
É por este motivo, para além da legalidade duvidosa que têm revestido estas deliberações, que nos temos manifestado contra a prática que teimosamente se quer manter na “gestão da atribuição do subsídio”.
Foi isto, e nada mais que isto, que quisemos transmitir a cada um dos cinquenta e oito Presidentes de Junta do concelho de Vila Verde.
Luís Filipe Silva
Face a tanto problema e incumprimento por parte do Excecutivo Camarário, e face a tanta denúncia neste sítio web e na comunicação social, tomo a liberdade de perguntar se os vereadores do PS já pensaram denunciar ao Ministério Público, Tribunal de Contas, etc?
Se não o fizeram, será ruído sem consequência e a caravana continuará o seu percurso normal… Está na hora de agir!
Bom trabalho e boa sorte!
Problema resolvido.
Agradecemos o Alerta.
O link para a carta está quebrado!…