Reunião de Câmara – 17/02/2010

No seguimento do que tem sido feito, disponibiliza-se a acta da Reunião da Câmara Municipal de Vila Verde, realizada em 17 de Fevereiro de 2010.
Esta é uma forma de todos dos vilaverdenses poderem acompanhar os assuntos discutidos em sede de reunião de executivo e o posicionamento perante os mesmos dos diversos vereadores.
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RESUMO - Reunião de Câmara
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ACTA - Reunião de Câmara (4,31MB)
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PROPOSTA (anexo I) - Marcação e Manutenção de Trilhos Pedestres (4,68MB)
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PROPOSTA (anexo II) - Acessos ao Pólo de Soutelo
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PROPOSTA (anexo III) - Medidas ao Parque Industrial de Oleiros
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PEDIDO DE ESCLARECIMENTO (anexo IV) - Demora aos Pedidos de Esclarecimento
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PEDIDO DE ESCLARECIMENTO (anexo V) - Predivalões (1,47)






Sinceramente lamento a sua falta de tempo, pois seria benéfico melhorar esta proposta de trilhos, e preparar outras com alguém tão bem informado sobre a matéria, e como interessado daria certamente um contributo para que os mesmo se realizassem.
Posso dizer que concordo inteiramente com os exemplos das zonas belíssimas que mencionou e para as quais o Dr. Luís Filipe Silva já fez algumas propostas, daquelas que não foram aceites por não serem concretas.
Vila Verde tem de facto paisagens belíssimas e dois belos rios que nas suas caminhadas ira perceber infelizmente se encontram completamente ao abandono, apesar de já mais que uma vez terem sido apresentados projectos completissimos, e que custaram muito dinheiro em honorários, e que garanto não foi por culpa da oposição que isso aconteceu, nem foi por culpa da oposição que não foram realizados.
Sendo como disse novo no concelho, se tiver de facto interesse em se informar, irá perceber que por vezes as coisas por cá funcionam de forma ligeiramente diferente.
Espero em meu nome e com certeza dos restantes autores que continue a estar atento a este blogue e ao movimento, fazendo criticas construtivas, sempre que considerar necessário, e que nos comunique se tiver oportunidade de debater connosco este tipo de assuntos.
Agradeço o convite mas declino com consideração. Como já disse sou muito recente neste Concelho e ainda estou em “aclimatação”. De qualquer forma, já lhe dei a entender que tenho tido opções diferentes das deste blogue. Ainda que não vote por quadrante ideológico.
Quanto ao resto, peço-lhe que não confunda o que escrevi. Eu não espero das propostas políticas mais do que grandes orientações. Se expliquei o que era a implementação de um trilho foi para explicar que as propostas não estavam prontas e até poderiam não ser as ideais.
O erro foi ser específico onde não era requerido e desejável. Os vereadores, no caso concreto deveriam apresentar uma ideia. Sendo a ideia acolhida, seria na fase de implantação que as propostas de trilhos deveriam aparecer. Numa fase inicial poderia até ser referida a existência de um estudo prévio.
Dou-lhe um exemplo, na cidade onde trabalho, percebi agora, a oposição apresentou a ideia de uma candidatura a capital europeia da juventude (imagino que sem necessitar de apresentar o programa). A ideia terá sido acolhida, ainda que parecem existir diferentes opiniões sobre a forma, e a câmara concretizou a candidatura. Percebe a diferença de actuação? Não quero dizer que este caso tenha sido exemplar e que tenha decorrido com total lisura de procedimentos. O exemplo terá alguns detalhes que desconheço, li até algumas críticas e acusações de deslealdade, pelo que não o tome senão como exemplo.
Confesso-lhe que só o facto de terem tratado de um tema que me é querido me motivou. De momento não me interessam as guerras a Alecrim e Manjerona. Não avaliarei as propostas da oposição nas próximas eleições pelo número de papéis que os vereadores apresentaram nas reuniões. Se quer que lhe diga, esse esforço parece-me até algo ridículo e inglório no enquadramento legal actual. Se tiverem uma boa proposta muito bem, mas não se devem sentir responsabilizados em apresentar papéis. As boas ideias ficam, os muitos papéis leva-os o vento.
Quanto às propostas de trilhos, irei logo que me seja possível conhece-los. Do que conheço Vila Verde, acredito que seja uma zona com potencial. Assim como me parecem muito interessantes as zonas de Duas Igrejas e Godinhaços, Portela das Cabras, Prado de S. Miguel, o Rio Homem, para citar apenas alguns das que fui fazendo levantamentos nas cartas militares nestes dias de Inverno. Recorde-lhe ainda que um dos tradicionais caminhos de Santiago atravessa Vila Verde. O facto do espaço rural de Vila Verde estar preservado viabiliza um sem número de opções. Recorde-lhe é a sabedoria popular que já nos avisa dos perigos de colocar todos os ovos no mesmo cesto.
No futuro próximo procurarei equilibrar tempo livre com a prática de pedestrianismo e montanhismo com a descoberta dos caminhos rurais do meu novo concelho. Não me vai sobrar tempo para outros projectos. Desejo-lhe sinceramente um bom trabalho, mas humildemente espero que aceite a minha opinião de que não o fizeram com esta proposta. Quantas às outras, muito sinceramente não as li. O meu tempo de vos avaliar chegará e não me ocuparei em seguir vos. Não fosse o tema e teria passado ao lado desta questão.
Sr.(a) Anónimo (a)
Obrigado pela sua critica construtiva.
Entendo algumas das suas questões, mas só não entendo qual o seu problema que os Vereadores do da oposição, neste caso do PS, apresentem as suas propostas mais ou menos detalhadas. Prejudicam alguém se fizerem o seu trabalho? Talvez o executivo por ser obrigado a trabalhar.
É engraçado, e não estou a dizer que é o seu caso, mas quando não existe uma proposta da oposição, vem toda a gente a terreiro dizer que a oposição só sabe trabalhar pela negativa. Apresentam propostas genéricas, são acusados de fazer trabalho apresado. Fazem propostas concretas, aproveitando o trabalho de um Vilaverdense, então são acusados de se intrometerem no trabalho dos técnico. Afinal no que ficamos?
Até poderia entender as suas criticas se os Vereadores que as apresentaram se tivessem recusado a discuti-las, ou as fechassem a possíveis melhoramentos, mas tal não aconteceu. O que acontece é que o PSD como vem sendo habito reprova de forma sistemática propostas dos Vereadores da oposição, sempre com a desculpa que têm mais ou maior, e passados alguns meses apresentam propostas ou iniciativas que copiam quase na integra propostas anteriormente rejeitadas. Mas pelo menos que as faça,.
Também não sei qual o seu problema que por um lado acusa os Vereadores de fazerem trabalho demasiado técnico, mas por outro acusa que ainda falta licenças, planos de pormenor, planos de limpeza etc. etc. , mas mais uma vez digo que não foram os veresadores que fizeram esse trabalho, tendo aproveitado e a meu ver bem o trabalho de um jovem conhecedor da zona e com conhecimentos técnico. Se tem pontos a melhora, então que se melhorem.
E já agora pergunto. Para que serve o departamento de planeamento da Câmara? E para que serve o departamento de projectos da Câmara? Não podem eles ajudar a melhorar este projecto? Ou só o fazem se previamente tiver sido comprado a uma qualquer empresa a peso de ouro?
Aos políticos compete terem uma visão estratégica para o concelho, sendo que aos vereadores da oposição, como não podem dirigir e melhorar nos serviços e no planeamento o que consideram estar a funcionar mal, ou dar ordens para projectar o que faz falta, devem fazer propostas o mais detalhas possíveis para discussão, para que uma vez aprovadas possam os técnicos entender o que é pedido, e fazer propostas de melhormento se for o caso.
Se reprovadas não podarem nunca ser acusados (como já aconteceu) de terem feito propostas pouco trabalhadas.
Neste concelho a oposição é presa por ter cão e presa por não ter…
Gostava de lhe fazer um desafio, mande para o mail deste movimento os seus contactos, que teremos todo o gosto em prepara uma reunião entre o realizador deste do estudo dos trilhos pedestres e os Vereadores da oposição para que possa com eles discutir possíveis melhoramentos, alterações ou possíveis fases de projecto.
Esse acredite será um grande contributo a Vila verde. Ficamos a aguardar. E mais uma vez obrigado pela sua critica construtiva.
Não sou um técnico superior da CMVV mas sim um praticante de pedestrianismo. Sei do que falo porque é a minha paixão de fim-de-semana e não gostei do aproveitamento político que se procurou fazer com as supostas propostas de trilhos. O facto de não ter votado neste projecto político, nem o poderia fazer por ser um recém-chegado ao Concelho, não é importante. De qualquer modo teria outras opções.
Quanto à validade da proposta, é sobre isso que vim aqui comentar, volto a reafirmar o que já escrevi. Como mera sugestão estratégica apoio a ideia, mas a substância da proposta considero-a um erro. Para que fique claro passo a explicar:
1. A aposta no ecoturismo deve ter uma estratégia transversal, quer no território quer nos produtos oferecidos. Tenho neste caso a felicidade de ser imune aos bairrismos e invejas. Mal que de resto é comum a todo o Minho. Não faz sentido que se apoie uma proposta só porque ela é feita na minha freguesia e ataque outra só porque é feita na freguesia ao lado. Nenhum Concelho pode oferecer tudo a todos os lugares. O idea é que a oferta seja equilibrada. Concentrar os percursos em 2 freguesias seria um erro enorme.
2. Relativamente aos percursos pedestres a oferta deve ser igualmente equilibrada na diversidade de percursos quanto à:
- localização
- tipo (GR, PR, PL)
- tipo (linear, circular)
- tipo (generalista, temático,…)
- distâncias
- dificuldades
3. Uma rede concelhia não deve ser muito extensa, porque a sua manutenção deve ser bem cuidada e ficaria muito cara. Não há coisa pior que uma rede mal cuidada.
4. Uma rede de trilhos precisa de ter uma comunicação eficaz e produtos de suporte (guias, mapas, etc), mais uma vez quanto maior for a rede maior serão os custos de comunicação.
5. Uma rede de trilhos concelhia deve/pode comunicar uma identidade pelo que deve ser organizada em tornos dos valores etnográficos e culturais mais representativos. Vila Verde sendo tão rica nos dois não poderia fazer uma aposta tão redutora.
6. Pela minha experiência de praticante percursos menores que 3 horas são totalmente irrelevantes e só se justificam como variantes de outros percursos.
Nada respondo sobre o resto do comentário ao meu comentário porque ele se desvia completamente das minhas motivações. Esclareço apenas que foi sobre o comportamento dos políticos que quis escrever. Foi acerca dos políticos que fizeram que apresentaram uma proposta para depois dizerem que não a aprovaram. Foi acerca do comportamento dos políticos que se aproveitam do bairrismo de capelinha para dividir. Por último recordo que eu não confundi as propostas políticas com os trabalhos dos técnicos, foram os políticos que o quiseram confundir. Eu mesmo chamei a atenção para a necessidade de separar os dois. Espero que em próximas propostas o saibam separar. Como residente neste concelho e recém eleitor estarei atento.
Este último comentário, desculpe a franqueza, mas parece-me de um quadro superior de algum município, talvez de Vila Verde, que vem agora justificar com toda a pompa e circunstância a sua inércia… ou seja, aquilo que tão bem descreve no seu comentário, é exactamente aquilo que ninguém com responsabilidade desta CMVV tem conseguido fazer.
Felizmente que está tudo no plano e nas grande opções, no entanto, nada é executado na prática.
O autor do último comentário, faz-me lembrar o celebre PDM de Vila Verde…. falam, falam, falam, sabem de tudo e de mais alguma coisa, leis, decretos, regulamentos, descrevem tudo ao pormenor…mas…o resultado são 12 anos a gozar com todos os vilaverdenses e a meter dinheiro ao bolso, que o diga o técnico da CCDRN que foi requisitado para a CMVV.
Desculpe, mas tem que dar esse recado, envia-lo por escrito ao Ex.mo Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, à Vereador da Cultura, e aos seus técnicos.
Já agora aproveite, e faça um relatório pormenorizado e explique ao senhor da ATAHCA e à CMVV como se licencia um Parque de Campismo, e o que é necessário para o pôr a funcionar.
Os vereadores da oposição estão a fazer um trabalho excelente, alertando e dando contributos POLÍTICOS, para um concelho de Vila Verde, melhor, mais atractivo. No entanto, existe tanta gente que tem cataratas laranja, e confunde o trabalho político, com trabalho profissional que é da responsabilidade das pessoas contratadas pela CMVV, e não dos vereadores da oposição.
Pronta a avançar? É importante que se compreenda que a homologação de um percurso pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP é um processo complexo, obedecendo ao regulamento publicado, e obrigatoriamente constituída por 5 fases:
1.Projecto;
2.Registo;
3.Implantação;
4.Homologação;
5.Manutenção
Para que se perceba do que estamos a falar. Do projecto deve constar:
a) A sua identificação, número de contribuinte fiscal, morada e respectivos contactos;
b) Descrição geral do projecto, incluindo os motivos que conduzem à marcação do percurso e os objectivos a atingir;
c) A descrição sumária do percurso, em ambos os sentidos;
d) As características mais relevantes e consideradas pertinentes da área e locais por onde passa o percurso, geologia, fauna, flora, arquitectura tradicional, casas senhoriais, monumentos, gastronomia, artes e tradições, entre outras;
e) Uma ficha técnica na qual conste obrigatoriamente o seguinte:
- nome do percurso;
- localização e respectiva região;
- acessos, estradas que conduzem aos pontos de partida e de chegada;
- tipo do percurso GR, PR ou PL linear ou circular, generalista ou temático;
- pontos de partida e de chegada, com a indicação dos nomes;
- distância em quilómetros;
- desníveis acumulados em metros;
- altitude máxima e altitude mínima em metros;
- duração em horas e /ou dias;
- grau de dificuldade, I – muito fácil, II – fácil, III – algo difícil, IV – difícil, V- muito difícil;
- época aconselhada;
- cartografia, referência das Cartas Militares de Portugal, do Instituto Geográfico do Exército, na escala de 1/25 000, da área por onde passa o percurso;
f) O traçado do percurso marcado na Carta Militar de Portugal, do Instituto Geográfico do Exército, na escala de 1/25 000;
g) Um perfil do percurso, com indicações das altitudes principais;
h) Um plano de manutenção do percurso, em que conste o nome e contactos da entidade responsável pela supervisão e manutenção periódica;
i) A tipologia da sinalização complementar, figuras dos painéis informativos, das placas e postes, com as respectivas dimensões e tipologia da informação inclusa, bem como, os materiais utilizados e o número de unidades de cada tipologia necessário para marcar opercurso;
j) As autorizações necessárias para a circulação de pessoas, a marcação do percurso e a implantação de sinalização complementar;
k) Declaração escrita a assumir a obrigação de cumprir o plano de manutenção por um período de 5 anos;
l) Calendarização da fase de implantação no terreno;
m) Projecto de divulgação e suporte informativo: folhetos e topo-guias, entre outros;
Caso seja necessário efectuar obras de recuperação ou melhoramento de troços dopercurso, é exigida a apresentação dos projectos respectivos segundo os requisitos e as autorizações ou licenças exigidos por lei.
Caso seja necessário instalar equipamentos de segurança, corrimões, escadas, pontes, ou outras, será exigida a apresentação dos projectos respectivos, segundo os requisitos e as autorizações ou licenças exigidos por lei.
Como disse, “não se esperava de uma proposta política o detalhe necessário a um trabalho de implantação, no entanto esperava-se que os políticos soubessem separar os campos de actuação”. Claramente apresentaram-se levantamentos de trilhos como propostas finais e tal é um facto grave. Os políticos não souberam separar as áreas de intervenção na vertigem de mostrar serviço. É isto que valem?
Fique claro que a proposta apresentada foi preparada por um técnico e filho da terra. Essa proposta foi oferecida à Câmara Municipal, à ATHACA, não sendo aceite por nenhuma dessas instituições, não por ser fraca, mas porquê ninguém sabe nem foi obtida resposta.
Pergunto, se não devem os políticos aproveitar uma proposta valida só porque é gratuita.
Claro que se quer trilhos desses por todo o Concelho, mas existindo uma proposta valida pronta porque não avançar rapidamente?
Aos técnicos o que é dos técnicos, aos políticos o que é dos políticos que é planear, e aproveitar as potencialidades existentes.
A aposta no ecoturismo é de facto uma boa aposta, mas esta proposta é sincera ou serve apenas para combate político?
Aceitemos que de facto é sincera. Então onde estão as outras zonas do Concelho? Será que apenas uma determinada zona de Vila Verde possui características para o ecoturismo? As outras zonas não são adequadas para a marcação de trilhos? Não me parece que seja verdade. A suposta sinceridade da proposta parece traída pela sofreguidão em mostrar serviço. Facto que nem seria necessária, porque os vereadores não necessitaria de apresentar propostas concretas para a marcação de trilhos. Quanto muito podiam apresentar propostas tipo, exemplos de trilhos possíveis que não teriam de cobrir todo o território do Concelho. Ao apresentarem propostas concretas ficam amarrados às propostas e apenas às apresentadas. Aqui fica a pergunta, compete aos políticos substituir os técnicos? Será bom os políticos determinarem mais dos que as grandes decisões? Será que antes de aprovarem propostas desta natureza não devem ouvir os técnicos? Ou será que se apresentou uma proposta de forma a assegurar um determinado resultado? Um resultado que inclusive negasse os considerandos da propostas. Se foi assim, se não foi uma proposta sincera, os políticos serão mais sinceros que as propostas?
Imaginem que amanhã a câmara precisa de decidir sobre a aquisição de um determinado sistema informático, uma determinada aquisição de serviços, etc. Deve decidir sem consultar os técnicos ou sem ter outro juízo que o puramente político?
Então porque é que a proposta dos trilhos foi feitas nos termos iniciais? Não terá sido pura instrumentalização? Será que enquanto proposta de recomendação não serve melhor os objectivos propostos? O texto apresentado em reunião é o disponibilizado on-line? É que se o é , as próximas deveriam ser mais cuidadas e identificar claramente os considerandos e o proposto. Uma vez que pela leitura da proposta mais não se percebe que a utilização de um trabalho académico pouco detalhado. A marcação de trilhos está regulamentada pela federação desportiva e exige um detalhe claramente superior ao apresentado. Não se esperava de uma proposta política o detalhe necessário a um trabalho de implantação, no entanto esperava-se que os políticos soubessem separar os campos de actuação. Os políticos não devem usurpar as funções dos técnicos e pior se compreende essa falha quando um dos políticos e também um técnico.
Fica claro que esta proposta apenas pretendeu criar um facto político.
Boa noite! Depois de passar os olhos pelo blogue, ler todos os artigos e comentários concluo que a sua existência tem como propósito ser um meio de informação e divulgação do trabalho positivo duma Oposição, dum grupo de senhores e senhoras atentos e dedicados à terra. Dou, os meus Parabens, a todos os intervinientes especialmente aos autores deste espaço. Diferenciam-se de muitos outros pela forma como escrevrem, como seleccionam os temas para debate e o trabalho minucioso e útil que prestam à comunidade vilaverdense! O objectivo de proporcionar debate constructivos e esta partilha de saberes e informação é claro, porém constactei também que nem todos gostam destes debates talvez por serem incovenientes para determinados defensores e proctetores da terra que mais não fazem senão andarem camuflados ou escondidos pelo anonimato. Quando li aqui comentarios “anonimos” que denigrem, que tentam argumentar futilmente ou desviar atenções, chego à conclusão que todos os racionais chegarão se usarem das suas faculdades: Estes ANONIMOS andam preocupados com este blogue! Ora será então importante alertar todos que isso é um comportamento comprometedor e que devemos então credibilizar e reflectir sobre tudo que lemos aqui. Porque será que andam tão preocupados? Recomendo que continuem com esta força, a falar verdade, com provas dadas, com documentos comprovativos de toda a vossa luta, a vossa revolta e as vossas causas por VILA VERDE. “Os cães ladram mas a caravana passa” e há-de chegar onde se pretende. Com quem nós decidirmos que servirá melhor os interesses do nosso concelho. Todos temos o nosso papel, todos temos um contributo a dar em prol do desenvolvimento e crescimento da terra, participar é responsabilidade de todos. Continuem!
“CAMINHOS DE ABOIM DA NÓBREGA:”
“E eu que ia ficar em casa… ao ver estas paisagens pensei para comigo: ainda bem que viemos andar de moto”
Bendito bom gosto teve este grande homem que entre outras, escreveu estas palavras. E o seu Blogue/Forum:
http://www.trailaventura.com/forum_/viewtopic.php?f=81&t=14483&view=next
É do melhor que vi até hoje.
Mostra que os JOVENS, felizmente, conhecem os bons caminhos da Natureza e apontam-nos caminhos muito promissores, e a forma como estas, importantissimas fotos descrevem a Natureza que estes jovens acarinham são excepcionais. Obrigado por existirem amigos, vocês são mesmo o futuro, como Aboinobrense, estou-vos grato para sempre.
Bem hajam amigos que fazem estes e outros percursos e mostram que existem blogues com conteúdos melhores que alguns sites. Pelo que mostram, Vila Verde já está em divida para convosco …e Aboim da Nóbrega agradece-vos as vossas sabias palavras, vocês são mesmo bons no que fazem e dizem:
“Chegamos ao centro de Aboím da Nóbrega.
A freguesia de Aboim da Nóbrega localiza-se na zona norte do Concelho de Vila Verde, na fronteira com o concelho de Ponte da Barca, bem no coração do Minho: Primeiro, porque se situa na fronteira do baixo com o alto Minho. Depois, por um lado, dista aproximadamente 45 Km da Costa Norte Atlântica (Viana do Castelo) – não ficando, portanto, muito longe das praias; por outro lado, situa-se no Centro Rural de Mixões da Serra junto ao Parque Nacional Peneda-Gerês, importante local de turismo e de descanso; e, finalmente, é curta a distância a Ponte da Barca (13 Km), Vila Verde (13 Km), Arcos de Valdevez (17 Km), Amares (19 Km), Terras de Bouro (22 Km), Braga (24 Km) e Ponte de Lima (30 Km).
As paisagens eram do melhor que se podia ter:”
Desculpem eu não dever assinar.
É um dever de consciência, não é?!!!
CAMINHOS PEDESTRES EM ABOIM DA NÓBREGA
Depois de terem visto neste vídeo a grandiosidade da Natureza turistica de Aboim da Nóbrega, ainda terão a coragem de continuar a não querer aprovar e promover estes caminhos Srs da CMVV?
As propostas apresentadas sugerem pequenos melhoramentos e a sua manutenção, parecem ideias pequenas, mas representam pormenores que fazem a diferença. O Pólo de Soutelo representa a Associação Comercial de Braga, a autarquia de Vila Verde e os Vilaverdenses e ainda, todos aqueles que utilizam o espaço para desempenho das suas actividades. Mas faltam os ‘acabamentos’, o brio, aquilo que distingue as autarquias. É a imagem de muita gente e de muitos negócios que está em jogo e o seu sucesso depende muito dessa imagem.
Quanto aos trilhos, podiam aprovar a proposta e poupar trabalho. Só é preciso pintar a sinalização, limpar os caminhos e claro, comunicar que esses trilhos existem no website da câmara (pelo menos) e na região. Se podemos ter oferta turística sem fazer e gastar muito por que não aprovar a proposta?
Daqui a uns meses publicam essas medidas como se fossem originais… Mas pelo menos que as implementem.
Porfírio e Luís Filipe, continuem com o mesmo ritmo!
inicio de citação
“Com vereadores amigos como os do PSD o Norte do Concelho não necessita de inimigos!”
fim de citação
http://www.aboimdanobrega.com/
Com esta oposição até a barraca abana.
E nada se sabia se não fossem portais na Internet porque a imprensa local infelizmente só publica o que quer ou o que deixam.
Obrigado or disponibilizarem os documentos da Reunião de Câmara. Isto deveria ser obrigação de presença no site da Câmara Municipal mas infelizmente tem que ser apenas aqui.
Além disso como já reparei no pedido de desculpas pelos roubos no Namorar Portugal, era provavel que disponibilizassem a informação e passados dois dias a retirassem.
Sinto-me envergonhado de ter dois Presidente de Junta no meu concelho (Aboím da Nóbrega e Gondomar) que não saibam dar um murro na mesa e deixar de pactuar com esta Câmara Municipal ruinosa que nada faz para o desemvolvimento principalmente da zona Norte.
Os vereadores do PSD votam contra o desemvolvimento do Turismo do Norte…
Adiar Adiar Adiar é a palavra de ordem presente!
É uma vergonha se ter que fazer recomendação para não ser rejeitada uma proposta tão boa para as Terras da Nóbrega!
Os pedidos de esclarecimento aos pedidos de esclarecimento é revelador que muito de grave se está a passar com esta gestão.
O prazo de resposta são 10 dias úteis pela lei!!!
Obrigado pela disponibilização da informação referente à reunião da Câmara.
Sendo do Norte, só posso conclui o seguinte: Com vereadores amigos como os do PSD o Norte do Concelho não necessita de inimigos!!!!
Mostra-se nessas reuniões pelos visto vivas quem realmente tem visão…
não publicar
assim está melhor, sem erros
de nada
“Coidado cum os eros de garmatca”
“para que a maioria PSD fica alerta” – para que a maioria PSD fique alerta
Mais uma vez fica provado que a oposição tem trabalhado.
Apresenta propostas, pede esclarecimentos e imprime uma dinâmica nas reuniões do executivo a que não estavam habituados.
As propostas apresentadas são o melhor sinal do muito que ainda há a fazer no concelho, em todas as áreas.
Se fosse elemento do PSD ficava contente por ter colegas vereadores a ajudar a trabalhar pelo concelho.
É assim que deve ser.
O contrário é que é estranho e não se percebe.