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Notas Soltas X

12/06/2010

Uma de cá…

Quem olhar com alguma atenção os outdoors das festas de Santo António fica rapidamente com a sensação de que o dia 12 de Junho é um dia de descanso do pessoal, pois não aparece referenciado naquela apanha que alguém fez dum pretenso “sumo” do evento e lá chapou, sem mais.

Todavia, os factos, na realidade, não se passam assim. O 12 de Junho é, entre outras coisas, dia de um espectacular “Festival Folclórico Luso-Espanhol”, que traz até nós do que de melhor existe neste domínio na península ibérica, à laia, aliás, do que vai acontecendo desde há muitos anos a esta parte.

Não querendo alinhar no coro de vozes que por aí fora entendem que esta omissão é um acto gratuito de segregação pura, não posso, nem devo, contudo, deixar de verberar tamanha falta de sensibilidade das doutas mentes a quem foi confiada (mal) a tarefa de eleger os destaques dos festejos a publicitar.

Não vale de muito andar para aí com a boca sempre cheia de raízes quando, ao mínimo toque, há asneira pela certa e, como no caso, da grossa.

O Grupo Folclórico de Vila Verde, por si só, vale um destaque do tamanho dos outros e o festival que organiza com qualidade em cada ano renovada, por maioria de razões, muito mais ainda.

Ignorar isto é, positivamente, não saber o que se anda a fazer e quem não sabe o que anda a fazer pura e simplesmente deve dar o lugar a quem o saiba.

PS.: apesar de tudo, aqui fica um elogio para a febra, não que seja grande novidade, mas vale para não deixar cair em esquecimento um velho ex-líbris das festas.

…Outra de lá

Levantou-se para aí algum burburinho com o anunciado encerramento de escolas do 1.º ciclo com menos de 20 alunos, todo ele eivado de populismo bacoco e demagogia quanto baste (até o professor Marcelo alinhou na vozeira!).

Sabem todos os que cuidam destas coisas da educação que ensinar numa turma com quatro anos de escolaridade, cada um deles com grupos onde coexistem distintos ritmos e patamares de aprendizagem, é tarefa hercúlea para os professores, com resultados catastróficos para as crianças (atente-se nos inusitados níveis de insucesso que estes abortos pedagógicos produzem).

Claro que a problemática da desertificação das nossas aldeias é questão candente, mas, certamente, não é em prejuízo das crianças que se há-de resolver, sendo certo, também, que nunca fechar uma escola será matar uma aldeia, porque os movimentos migratórios têm cambiantes que não se resumem a chavões de circunstância e, quando para um lado virados, nada nem ninguém os consegue parar.

É óptimo que cada criança possa aprender numa turma mais ou menos homogénea, com um professor apenas preocupado em leccionar aquele grupo (e já não é pouco), com boas instalações e muitos colegas para poder aprender a brincar com os seus pares, ser a seu tempo um mestre competente da brincadeira também, que o mesmo é dizer, adestrar-se nas coisas da vida, saber ganhar no respeito pelos que perdem, porque esses um dia o saberão igualmente honrar na derrota.

O caminho seguro é este. O resto é retórica de pacotilha, da muita que, infelizmente, inunda Portugal de ponta a ponta.

26 Comentários leave one →
  1. 25/06/2010 12:02

    Este blog tem uma grande vantagem sobre todos os outros blogs. Publica quase tudo, diga bem ou mal do PS ou do PSD.
    Mas nessa tentativa de ser o mais aberto possível às vezes também publica coisas injustas. São comentários que aparecem e pronto…lá são publicados. sendo assim, para repor alguma justiça tambem quero que este comentário seja publicado.
    O Provedor da SCM de Vila Verde tem feito um excelente trabalho em Vila Verde. Podemos gostar ou não do homem mas que ele tem feito obra não há dúvidas.
    Por isso não acho justo que se critica a sua autorização para levar os miúdos ao VilaVerde Mundial. Se calhar o provedor até nem soube mas tenho a certeza que se lhe tivessem pedido diria logo que sim, e muito bem porque é uma forma de tirar os miúdos de dentro dos muros da SCM.
    Quem pode testemunhar o bom trabalho do provedor é o Luís Filipe Silva do PS. Como é dirigente da Segurança Social do Distrito sabe muito bem o trabalho que o Provedor tem tido.
    Também seria injusto referir-me ao candidato e vereador do PS sem dizer que também ele fez tudo que podia para levar investimentos para Vila Verde e já conseguiu muitos.
    As pessoas tem tendência para se esquecerem mas eu relembro:
    SCM da Vila de Prado (PARES)
    Creche da Casa do Povo de Prado (PARES)
    Creche do centro Social da Lage (PARES)
    Lar e Creche da Casa do Povo de Escariz (PARES)
    SCM em Valvom (POPH)
    Centro Social do Vale do Homem (POPH)

    Pois é…
    As pessoas tem memória curta e depois são injustas como foram com o provedor e como t~em sido com o Luís Filipe Silva.

  2. 22/06/2010 10:13

    Em Vila Verde existem pessoas de muito valor mas também existem algumas mesmo muito baixas.
    Dois dos últimos comentários mostram bem isso.
    Não sabem discutir nada a não ser com agressões verbais. São esses senhores que, por umas migalhas, se vendem. São esses senhores, que sentindo-se poderosos, se prestam a estes papeis.
    Pensam que sabem tudo, que são os maiores mas são uns frutados e nemsequer conseguem perceber que eles pouco ou nada contam nas vitórias do PSD.
    matam-se a defender o PSD e os seus rostos de Vila Verde emas esquecen-se que depois são tratados como merecem, ou seja, como uns coitados.
    Quanto ao comentário que fala no Provedor. Acho que fez muito bem em levar as crianças a ver a bola. Goste-se ou não da inicitiva ou do local, acho que animou a Vila e as instituições fizeram bem em participar.
    Nesse aspecto não há razões para criticar.
    O que mais critica são as asneiradas que alguns dos escravos do PSD vem para aqui dizer. isso é que é de lamentar.

  3. 20/06/2010 17:41

    São os senhores que encostados a barraca da Sagres, bebendos umas cervejolas durante o horário de trabalho, que aparecem nos jornais como bem feitores e homens de causas…até são sensíveis à pobreza de muitas familias…mas não sabem nem querem saber o que é viver na miséria!! Eles são os maiores!!! prepotentes e individualistas! Mas são os mesmos que com ar angélico inauguram a reconstruçao da Casa dos Pobres…Que bonzinhos que eles são! Nos tempos livres dedicam-se aos pobres, entretanto sentam-se na praça publica a ver o mundial e a beber umas “bejecas”!! Qualidade de vida!!! Não é para todos, claro, é só para os ricos e para os patroes!!! Há quantos anos morreu o Salazar ?
    Ha quantos anos aconteceu o 25 de Abril?
    Alguem conhece um documento ” …Direitos Humanos” ?
    Horário Laboral, conhecem?
    Como é possivel isto acontecer em praça publica e com a agravante da santa casa da Misericórdia compactuar com tudo isto? Eu até considero bastante o Provedor…mas, já não sei!

  4. 17/06/2010 22:44

    Não aceitam o meu comentário, porquê?
    Primeiro tiram os cartazes do rally paper de todos os cantos e esquinas e depois publicam o comentário?!?
    Depois falam do “emvilaverde”….
    Parasitas!!!!
    É excessivamente triste este local que unicamente serve para mal dizer.
    Isto mais não é do que um local com interesses pessoais de certos ditos “senhores” tendo em vista todos os fins possiveis e os verdadeiros interesses dos vilaverdenses e do concelho passam para segundo plano!
    É assim a politica nas freguesias, concelho e por ultimo governo!
    Eu não voto em vocês e sei que daqui a três anos e meio o PSD vai voltar a ganhar em maioria e o PS e o CDS vão ter uma votação muito menor!
    “Cantiga oh Zé”

  5. 17/06/2010 16:13

    Como um anónimo anterior disse e muito bem(?? Enfim…), “Restou a boa disposição que as barracas do jardim tiveram, em especial a dos … e a da Associação Bullire”.
    muito bem!
    Agarrem na boa disposição que a associação Bullire esbanjou pelas festas de Santo António 2010 e comecem a retirar os cartazes que continuam a poluir as paredes de Vila Verde…
    Dona Paulina Silva, já que o tema do espaço ultimamente tende para o ambiente, farto-me de caminhar pela vila, visto ser saudável, e passado já uma semana da actividade do Rally-Paper é já insuportável o facto de ver cartazes desta actividade por tudo o que é canto e esquina!
    Falar é insuficiente, é necessário contribuir através de bons actos!
    Mais uma vez mostram, que não são alternativa a nada!
    Despeço-me com inteira estima e consideração, beijinhos e abraços e tratem bem o meio ambiente…
    “Chapéus há muitos, oh palerma” – Vasco Santana
    Resumindo, no fundo, o que realmente importa é os actos e não as plavras!

  6. 17/06/2010 11:53

    O CURRICULUM/TESTE era mesmo para meditação interna. Foi só para ajudar quem está menos certo e apoiar os que estão no bom caminho. Mais desertificação? Não obrigado.
    Bem hajam

  7. 16/06/2010 09:40

    Criticas, lucros, organização, dispensas do trabalho e outras coisas à parte, até acho que a ideia não é má. Gostei de ver as crianças da misericórdia e toda a animação que se gerou em fente ao ecran.
    O que me parece é que não foram acautelados alguns aspectos como o normal funcionamento do tribunal e da biblioteca. O barulho normal desta iniciativa não deve deixar ninguem daqueles espaços paz.
    Esta era o tipo de iniciativa que bem podia estar noutro local da Vila. Porque não perto do campo da feira!
    Acho que poderia ser o local mais indicado.
    A escolha do local foi nitidamente para dar no olho sem pensar nos transtornos que isso irá provocar.
    Mas…também compreendo que para os jogos de futebol de praia à noite o local escolhido seja o melhor.
    Era tudo uma questão de medir as vantagens e desvantagens.
    O que é certo é que se eu quiser ir à biblioteca estudar ou ler em dias de jogo não posso porque o barulho não deixa.
    Já agora, penso que o apoio às actividades é, como de costume, dentro da biblioteca o que não me parece correcto. Não me parece que a biblioteca tenha essa atribuição.

  8. 15/06/2010 22:49

    Ideia 5!?
    Esse não é o nome da empresa que organiza o “Vila Verde Mundial”?
    É não é?
    Bem…a ideia até não é má mas essa da comitiva PSD poder ver a bola e os outros ter que trabalhar é que já não agrada.
    Podiam fazer isso mas depois do expediente, á noite ou coisa do género agora em horário laboral…
    Os vereadores ainda vá que não vá. Estão a representar o municipio e a dar lucro á ideia 5. Agora os das bandeiras…isso já é demias.
    havia amendoins ou era só cerveja?
    No próximo jogo também vou ver essas figuras.

  9. 15/06/2010 18:22

    acerca do torneio de futebol interfreguesias e o torneio de futebol de areia, assisti hoje ao jogo de Portugal – Costa do Marfim no estádio mundial de Vila Verde, fiquei surpreendido quando vi chegar uma ilustre comitiva: Rui Silva, António Vilela, Manuel Barros, secretárias e alguns chefes da câmara, para assitir ai jogo também.
    era vê-los encostados às barrascas da SAGRES e emborcar uns finitos enquanto os trabalhadores da câmara têm que trabalhar na mesma e não têm direito a ir ao estádio mundial…desculpem aqueles que mais bandeiras distribuiram durante a campanha estavam lá, de fino na mão durante o horário de expediente a ver o futebol…
    é assim que esta gente trabalha pelo concelho…
    beber uns finitos das 15h até às 16h50!!!
    que gente mediocre

  10. 14/06/2010 20:04

    e casas de banho não são precisas para as festas?
    É um fedor em cada esquina…
    Só memso uma organização como a de Vila Verde é que pode permitir uma festas em casas de banho

  11. 14/06/2010 15:13

    A ideia do futebol de praia apesar de não ser original e de não ter tradição em Vila Verde até pode ser uma boa ideia para animar a Vila.
    Mas já começaram mal ao colocar a areia directamente em cima das pedras. Não era melhor primeiro colocar um plástico qualquer e só depois a areia? Assim seria mais fácil a limpeza sem estragar o empedrado.
    Talvez quero ver como se acautelou a não peturbação do funcionaamento do tribunal com a normal algazarra que estes eventos produzem.
    De resto, vamos ver se resulta num pouco mais de animação para a vila que bem precisa.

  12. 14/06/2010 12:55

    Aproveitando a deixa do Prof. Nídio devi dizer que as festas de St. António não correram bem por vários motivos.
    - A chuva estragou os primeiros dois dias. Quanto a este aspecto não há nada a fazer. São variáveis que nãod ependem da organização
    - Os lapsos na divulgação das festas foram muitos. Um deles e grave foi o referido pelo Prof. Nídio
    - As barracas da Rua Professor Machado Vilela estavam numa disposição que ninguém entendeu. Quebrou o ritmo de visita e prejudicou o negócio de quem tentou ganhar dinheiro nas festas.
    - O festibal da Febra (barracas de comes e bebes) estava bem organizado, com mais higiene, mas distante do cento da vila o que fez com que a Vila perdesse fulgor
    - As barracas no “corredor” a seguir à Capela de Santa Luzia (frente á Casa Gomes) não tinham iluminação. nem parecia que faziam parte da festa.
    - O palco perto do hospital da misericórdia só prejudicou a festa porque dispersou tudo.
    - As fogueiras onde foram?? Porque não foram no local habitual?
    - Não havia casas de banho
    - Os cafés e pastelarias fechavam logo a seguir às 12:00H

    Concluindo: Foram umas festas sem ânimo, fracas para quem pagou espaço e queria fazer negócio, com pouca gente, com alterações que só prejudicaram a festa.

    Restou a boa disposição que as barracas do jardim tiveram, em especial a dos escuteiros e a da Associação Bullire.

  13. 14/06/2010 09:35

    A falha nos cartazes não foi o único lapso das festas de St. António.
    E as CASAS DE BANHO!!
    ONDE ESTAVAM??
    Como é que uma empresa municipal organiza uma festa destas sempensar nisto!
    Foi uma verdadeira vergonha.
    Enquanto os estabelecimentos comerciais estão abertos suportam eles este serviço, quando fecham começa a vergonha nos arbustos, nas traseiras das barracas, enfim, em qualquer lado que permita aliviar um pouco.
    É uma vergonha e por aqui já se vê como esta gente que organiza as festas é profissional.
    Nunca ouviram falar de módulos sanitários precisamente para estas ocasiões? É só ir à NET.
    E já agora, depois da festa essas casa de banho também são precisas porque Vila Verde não tem casas de banho.
    Atéa Vila de Prado, e agora renovadas.
    Mas Vila Verde não tem.
    A Câmara devia estar aberta dia e noite para acudir a estas necessidades que todos têm.

  14. 14/06/2010 02:10

    O futebol de praia em Vila Verde até é uma tradição… Tem tudo a ver com o nosso concelho e por isso deve ser como se disse abaixo mais uma “ideia 5″ estrelas de alguma mente brilhante.

  15. 13/06/2010 23:44

    Sr. Carlos Mendes, lembro-lhe abaixo o que o Professor Álvaro Rocha escreveu na sua última crónica. O PS tem aí pano para mangas, basta os seus Vereadores e Deputados quererem exigir à Câmara e Assembleia explicações pela não construção dos Centros Educativos da Zona do Vade e da Zona do Homem, com ensino até ao 9º ano, estabelecidos na Carta Educativa. E tem aí também matéria para exigir a sua construção. O povo do Norte do Concelho ficar-vos-á agradecido e estará certamente convosco nessa luta.

    Excerto da Crónica do Professor Álvaro Rocha:
    —–
    A Assembleia Municipal de Vila Verde, reunida em 7 de Janeiro de 2006, aprovou por unanimidade a Carta Educativa do Concelho, que estabelecia a criação de uma Escola com Ensino até ao 9º ano na Zona do Vade e outra com as mesmas características na Zona do Homem. A mesma Carta Educativa foi aprovada por unanimidade em Reunião de Câmara. E esta mesma Carta Educativa foi aprovada e homologada pelo Governo de Portugal, através da sua assinatura pela Ministra da Educação, em 20 de Dezembro de 2006, em Viana do Castelo.

    Porque razão a Câmara, após a Carta Educativa ter sido aprovada e homologada pelo Governo de Portugal, informou os autarcas da Zona do Vade e da Zona do Homem que não construiria as escolas, violando completamente o que tinha sido acordado?
    —-

  16. 13/06/2010 22:09

    A desertificação das zonas mais rurais, e, em especial da zona norte do concelho de Vila Verde é preocupante, e precisamente por essa razão os Deputados da bancada do PS na Assembleia Municipal, assim como os seus Vereadores, têm apresentado diversos projectos para essa zona do concelho, na sua maioria rejeitadas pela maioria do PSD, mas muitos outros projectos irão ser apresentados, espero eu que os presidentes de junta ponham o interesse das suas freguesias num patamar superior ao interesse partidario.

    Em relação as escolas só quero recordar os mais distraidos que a carta escolar foi aprsentada pelo executivo, aprovada por maioria na Assembleia Municipal, com os votos favoraveis dos presidentes de junta, apesar dos alertas da bancada do PS, e foi diversas vezes bandeira de orgulho da maioria e dos discursos do Eng. José Manuel Fernandes na Assembleia Municipal. Nunca entendi porque não se construiram centros escolares por todo o concelho com medias de 100 a 180 crianças em vez de mega centros escolares onde se metem todas as crianças de toda uma zona do concelho.

    Este é o caminho errado, e o PS em Vila Verde sempre o disse.

    Talvez para ganhar dinheiro? Basta fazer as contas e só nas Actividades Extra Curriculares, e muitos outros exemplos existem, a câmara passa de prejuizo com as actividades em escolas pequenas de ca. 30 Alunos a um lucro aproximado de 6000 euros/ano em escolas de ca. 100 crianças, lucro esse que sobe quanto maior for a escola. É que talvez erradamente, mas isso daria outra discusão, os pagamentos, etc, são atribuidos por aluno e não por escola, e claro, aí quanto mais concentração de alunos melhor, e tal como disse o Eng. José Manuel Fernandes numa das suas intervenções, Vila Verde tem orgulho de até fazer mais na alteração da rede escolar do que pede o Ministério. Quem quiser saber mais basta procurar em algumas das actas das Assembleias Municipais do anterior mandato.

  17. 13/06/2010 17:48

    Professor, tem toda a razão no comentário que efectuou, poderia ter falado também do Torneio Interfreguesias de Futebol sub 13, que aparece no programa das festas, mas não realizou, porque alguem teve uma “Ideia 5″ estrelas de tirar uma a tradição do torneio.
    Analisem esta situação, faz-se um torneio internacional e acabava-se com o do concelho para fazermos dos nossos miudos “brincas na areia”… Acho que alguem tem que defender esta situação. Sou da opiniao que os miudos sub-13 nao devem fazer o torneio na areia, mas sim no relvado. Ou será que no o Vilaverdense vai se dedicar ao futebol Praia?!

  18. 13/06/2010 17:47

    Professor, tem toda a razão no comentário que efectuou, poderia ter falado também do Torneio Interfreguesias de Futebol sub 13, que aparece no programa das festas, mas não realizou, porque alguem teve uma “Ideia 5″ estrelas de tirar uma a tradição do torneio.
    Analisem esta situação, faz-se um torneio internacional e acabava-se com o do concelho para fazermos dos nossos miudos “brincas na areia”… Acho que alguem tem que defender esta situação. Sou da opiniao que os miudos sub-13 nao devem fazer o torneio na areia, mas sim no relvado. Ou será que no o Vilaverdense vai se dedicar ao futebol Praia?!

  19. 13/06/2010 17:10

    Se atantar-mos um pouquinho no que já se lamantava em 2007:

    http://aboimdanobrega.blogspot.com/2007/08/as-origens-fazem-diferena.html#links

    Dá para ver que o seu entendimento de desertificação não se cuaduna muito com as suas Notas (pouco) Soltas.

    A visão de cidadania de um professor (e de um bom cidadão) não será bem essa…

    …ou será que alguém se enganou?:

    “Alberto Nídio, nasceu na freguesia de Barbudo há 55 anos, vive na de Vila Verde e foi professor do ensino oficial durante 33 anos. É Mestre em Sociologia da Infância e investigador da Universidade do Minho na mesma área. Foi jornalista da imprensa regional, autarca e dirigente de todas as associações sediadas em Vila Verde.”

    Nota: Desculpem eu não ter sabido encontrar aqui o itálico devido ao texto transcrito.

  20. 13/06/2010 15:00

    O próximo cartaz que tenha várias páginas, peço-vos eu!

  21. 13/06/2010 12:24

    Que Deus perdoe* ás pessoas que agem e pensam como o SR. neste caso…

  22. 13/06/2010 12:21

    Se tivessem feito o centro escolar em Portela do Vade ou Aboim da Nóbrega, não desertificavam tanto o concelho na sua parte norte. Era melhor deslocarem-se lá alguns professores duque virem para o Pico muitos alunos. E saberá o Sr. que assim diminuem o descanso dos alunos e que o enraizamento das suas aldeias se processa, aproximadamente até aos 10 anos?

    Tenha um pouquinho de bom senso e não pense só politicamente para não ser confundido com os que só pensam em dinheiro, tá?

    E não deturpe o que motiva a desertificação. Desceu um bom bocado na minha consideração. No entanto eu sou de opinião que, quem comete erros, está sempre a tempo de, também, os emendar.

    Sabe, eu tenho só a quarta classe, mas posso ter um entendimento diferente do seu. Literacia, pode não ter muito a ver com cultura. Há outras culturas na vida, as do bom senso…

    Que Deus que as pessoas que agem e pensam como o SR. neste caso…

  23. 13/06/2010 03:38

    Eu sei quem foi a empresa que fez os cartazes…
    Eu sei que se fosse outra empresa a fazer os cartazes não teria tanta sorte e talvez eles não fossem pagos ou teriam que ser novamente feitos…

    Tal não se verificou.
    E é por isso que também sei que o preço dos mesmos deve ter sido superior a 5 ideias.

  24. 13/06/2010 01:53

    Tudo serve para o PS procurar mais uns votos…

  25. 12/06/2010 17:26

    Porque será que o Prof. Nídio só fala no grupo Folclórico de Vila Verde? Por acaso o dia 12 é muito mais rico do que isso! Também é dia das rusgas populares organizado pela Associação Etnográfica de Vila Verde, também é dia do Torneio Internacional de Futebol Infantil de Vila Verde, ou da Festa dos Vinhos Verdes. O Sr. Prof. Nídio deixa a ideia de que alguém intencionalmente quis prejudicar o Grupo Folclórico de Vila Verde, pois eu acho que eles são uns privilegiados em relação aos outros. Eles são sempre os beneficiados e nem pertencem à Associação de Folclore de Vila Verde. Porquê? São mais que os outros? De facto os cartazes não têm o dia 12, mas também se percebe que os cartazes foram feitos para apresentar os artistas convidados. Se tivesse que lá estar tudo…

  26. 12/06/2010 15:41

    O esquecimento é a PROVIVER EM a organizar com “excelência” (palavra que o Dr. António Vilela tanto gosta de usar).
    Sempre que organizado pela Câmara Municipal isto não aconteceu… Mas quando se cria uma Empresa Municipal que não é mais de que um braço mecânico da Câmara Municipal como diz Luís Filipe Silva ou um empresa criada para dar emprego a políticos não eleitos como diz o autarca de Faro Macário Correia é o que acaba por acontecer.

    Mais uma vez a PROVIVER EM mete água. Será pedida alguma responsabilidade?
    Todos sabem o que acontece à incompetência no sector privado não sabem?

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