Pelo Reconhecimento do que é Genuinamente Vilaverdense
Com pouco tempo disponível para pensar e dedicar à escrita desta crónica, decidi escrever, muito rapidamente, algumas linhas sobre a distinção e a promoção de tradições, culturas e personalidades pela Câmara Municipal de Vila Verde.
Em linhas muito gerais, a minha percepção é a de que existe uma sofreguidão descontrolada pela distinção e pela promoção de quase tudo o que “mexe”, seja ou não genuinamente Vilaverdense.
Obviamente que também existem bons exemplos, tal como a distinção e a promoção da tradição dos Lenços de Namorados, sobre a qual Vila Verde desenvolveu um trabalho pioneiro e meritório na recuperação e divulgação, estando convencido, inclusivamente, que poderemos situar-nos, efectivamente, no território onde a sua tradição foi mais frequente, volumosa e vincada durante o período da sua existência em contexto real.
No entanto, por outro lado, verifico a distinção e a promoção de tradições e culturas que não tiveram ou não têm grande expressão ou ligação a Vila Verde, sendo mais evidentes noutros territórios. São, entre outros, os casos das tradições do mel e da ourivesaria e provavelmente também do Pica no Chão.
E verifico ainda a distinção e a promoção de personalidades que não nasceram nem morreram em Vila Verde. Ainda recentemente Sá de Miranda foi lembrado e distinguido com toda a “pompa e circunstância”. Não renego, de forma alguma, a sua obra, bem notável, mas Sá de Miranda passou somente algum do tempo da sua vida em Vila Verde, sem aqui ter nascido ou sem aqui ter morrido.
Não existirão personalidades genuinamente Vilaverdenses que mereçam distinção similar à promovida em favor de Sá de Miranda?
A minha resposta é afirmativa, e atrevo-me a sugerir, entre outras, uma personalidade. É Dom João de Aboim, provavelmente o homem mais valioso que alguma vez nasceu no território do actual concelho de Vila Verde.
Dom João de Aboim nasceu em Aboim da Nóbrega por volta do ano 1213, no Lugar do Outeiro, tendo recebido a sua educação inicial na freguesia vizinha de Azias e posteriormente realizado os estudos avançados em França, juntamente com o ainda, na altura, Infante Dom Afonso, futuro Rei Dom Afonso III de Portugal.
Regressado a Portugal, o ilustre Dom João de Aboim foi Trovador, liderou a conquista do Algarve e foi seu Governador, foi Mordomo-Mor do Rei Dom Afonso III (actualmente equivalente a primeiro ministro) e foi ainda Conselheiro do Rei Dom Dinis.
Como Trovador, Dom João de Aboim deixou-nos, pelo menos, onze cantigas de amigo, duas de amor, uma pastorela e três cantigas de escárnio ou maldizer. Nesta faceta de Trovador, a obra de Dom João de Aboim merece, sem sombra de dúvida, ser estudada, relembrada e promovida, pelo menos no concelho de Vila Verde. Fico na esperança, pois, como Vilaverdense, que esta sugestão possa ser lida e considerada pela Câmara Municipal.
Álvaro Rocha






Se querem ter a noção da importancia deste ilustre fidalgo, vejam este video e alonguem orizontes!!!!
Aqui se fala da nossa lingua portuguesa e suas origens, lingua essa “uniformizada” por Dom Dinis de quem Dom João de Aboim foi conselheiro.
E como já foi dito, Dom João de Aboim foi trovador com obra feita!!!
Agora perguntem-se porque é que esta personalidade está completamente ostracizada em Vila Verde???!!!
O Álvaro Rocha é uma pessoa de muito valor mas ao contrário de muitos que se colocam em bicos de pés é discreto, simples e modesto.
As pessoas com verdadeiro valor são assim. Não precisam de se mostrar para se sentirem bem com elas próprias e para se sentirem realizadas.
É este facto que preocupa e incomoda muita gente, gente da tal que se coloca em bicos de pés sem ter altura para chegar onde querem chegar.
Existe muita gente que para além de se revoltar com a sua própria mediocridade e incapacidade ainda se revolta contra o sucesso e a forma livre como outros vivem a vida.
A esses dou um conselho: Soltem-se das amarras que vos colocaram, pensem pela própria cabeça, não tenham medo de discordar e vão ver que se sentirão melhor, muito melhor, talvez até consigam sertir-se tão bem como os muitos Álvaros Rochas que existem no concelho, livres, com vontade de pensar, com alegria de viver e fazer aquilo que realmente querem fazer…
Agradeço ao Sr. “Apaniguado” de Sá de Miranda por entender que a CMVV deve homenagear esta figura que se destacou em Vila Verde. Tal como entendo que a Câmara Municipal de Portel fez com um filho natural de Aboim da Nóbrega, D. João de Aboim, dando o seu a seu dono, sem hostilizar as suas origens:
http://www.cm-portel.pt/pt/conteudos/o+concelho/patrimonio/Castelo+e+Vila+Velha++Patrimonio+Militar.htm
Pelo que, como seu amigo, lhe peço para interceder junto da CMVV para que de igual modo, aceite a realidade de Aboim da Nóbrega fazer parte do mesmo concelho de Vila Verde e reconhecer o valor desta figura da nossa história, e por consequência de Aboim da Nóbrega deste concelho, começando por lhe fazer justiça, nem que seja a começar por coisas que estão menos certas e que nem custa dinheiro corrigir:
http://aboimdanobrega.blogspot.com/search?q=D.+Jo%C3%A3o+de+Aboim
Obrigado
Não quer a Net, não quer as redes de Telemóvel.
Todos sabemos porquê. Incomoda-os menos falar de sa de miranda, mesmo que escrito com iniciais minúsculas.
Vê-se mesmo que este “cronista” de serviço não é do norte do concelho…
Que mal é que isso teria ser?…
Ainda bem que não é.
Assina,
Aboinobrense (que gosta do norte do concelho)
O portal de Aboim tambem tem dado um excelente contributo para o não esquecimento da zona norte do concelho e em especial a freguesia de Aboim da Nobrega.
Deve ser por isso que a cãmara não quer a net nestas zonas. É que assim as coisas começam a saber-se.
Não é verdade??
por muito respeito que tenha pelos senhores, abades e dom´s de vila verde não posso dexair de referir que, excepto o abade, nenhum outro terá a capacidade de ultrapassar as fronteiras do concelho.
daí achar interessante, quando se pensa em grande, agarrar nas figuras globais.
só com figuras da dimensão do sá de miranda, se poderá criar um evento de grande dimensão. não acham
A camara não acordou para a zona norte do concelho, não!! A minha opinião é outra:
A oposição ainda não a deixou adormecer por isso … isto quase parece um pesadelo para o executivo PSD, eles andam às voltas sem saber para onde virar. Merito da oposição!
É a Câmara parece que acordou para a zona norte e isso deve-se ao Luís Filipe que não tem parado de falar disso.
Não tenho dúvidas e por isso Aboim e as freguesias dessa zona devem-lhe isso.
Foram precisos 12 anos para que o pSD que se instaliu na Câmara decidisse trabalhar por essa terra.
TURÍSMO!? E NÃO SÓ, DAQUI ATÉ ÁS PRÓXIMAS ELEIÇÕES É UM POLINHO. SERÁ QUE EM PONTE DA BARCA ACORDARAM PARA ISSO PRIMEIRO ?
(Vídeos da Pequenina: http://www.youtube.com/taveiras?gl=BR&hl=pt )
Porque será que falar aqui dos problemas que o abandono a que foi votada Aboim da Nóbrega incomoda tanta gente, numa altura em que a actual gestão camarária está a tentar recuperar o perdido e a atenuar a desertificação que, em parte, lhe causou?
Bem sabemos que entenderam que têm de reparar as faltas cometidas, podemos observar que estão no bom caminho, basta ver que os trabalhos no Parque de Campismo de Aboim da Nóbrega foram retomados, e não importa se pela edilidade e/ou outra entidade. Vimos também que os detritos acumulados na dita Praia de Aboim foram removidos e que a Câmara se prepara para em Setembro corrigir o que de errado se cometeu naquelas piscinas para que possa vir a merecer o nome de Praia Fluvial.
Embora não conheçamos em que ponto estarão, ou não, os outros assuntos muito importantes que, dizem muito respeito ao desenvolvimento desta freguesia e, bem assim, ao concelho em geral.
Ou será que já descobriram quem em Ponte da Barca está interessado em desenvolver e explorar a Aldeia Turística da Pequenina (Casais de Vide), Aboim da Nóbrega em conjunto com o potencial turístico e hoteleiro (Pousada da Juventude e/ou Aldeia Turística) oferecido pela proximidade de Ponte da Barca e incluindo a zona de Santo António Mixões da Serra?
Quando alguem é falado pelos motivos que o Dr. Álvaro Rocha é falado, só existem motivos para ficar satisfeito.
Tenho pena da mediocridade de alguns. So mostram desespero desnecessário face a coisas que, para gente normal, apenas serviria para reflectir e aprender um pouco mais.
É dificil compreender estas atitudes…mas lá haverá alguma explicação.
A defesa dos intereses de Vila Verde não é. Isso tenho a certeza.
Para ficar bem na fotografia através da submissão à actual maioria também não é porque não se identificam!
Não percebo, mas não tenho dúvidas que são comentários que nos devem deixar a pensar. Onde será que esta gente anda com a cabeça, quais serão os objectivos deles, será que alguma vez sairam de Vila Verde e conheceram outros concelhos, outra gente, outras ideias??
Será que sabem o que significa partilha de informação, respeito pelas ideias dos outros??
Estamos mesmo ainda muito atrasados.
É lamentável que exista gente que apenas vem cá fazer uns comentários a respeito de quem escreve e de quem opina.
É lamentável porque são esses,que criticam o que não deve ser criticado, não têm ideias e refugiam-se na critica. Falem de D. João de Aboim de Sá de Miranda mas não falem de quem não conhecem.
O Dr. Álvaro Rocha merece os nossos elogios porque não se refugia no raquitismo cerebral que parece ter chegado a Vila Verde. Ele e todos os Álvaros Rochas que ainda pensam.
O dr Alvaro Rocha incomoda os desinformados, os ignorantes e os prepotentes, obviamente !
Todos quanto sabem das nossas raizes e da História do concelho de vila verde aplaudem o artigo deste senhor e partilham da opinião. Basta gostar um pouquinho da nossa terra e termos sensibilidade para olharmos para o nosso patrimonio e riqueza das nossas raízes.
Parabéns pelo contúdo do seu artigo e pela lição de história que ofereceu aos desinformados…
Verifico que começa a haver preocupação com o Álvaro Rocha. É bom sinal, é sinal de que incomoda algumas pessoas ou que o que escreve está a ter o impacte desejado. Álvaro Rocha, não esmoreça, quem ladra não morde ou, se preferir, quem diz mal quer comprar. Força amigo!
O d. João de Aboim é sim senhora alguem que merecia ser relembrado e distinguido, mas como é de aboim o melhor é ignorar. Ourivesaria? Mel? Nao sabia que vila verde era terra que se distinguia das terras onde isto é mesmo tradiçao ou faz parte da sua cultura, mas podem contnuar a discutir o alvaro rocha que isso é que é importante.
quanto ao escritor Sá de Miranda ,viveu sim em Vila Verde ,mas também viveu em Amares (CASA DA TAPADA) e encontra-se sepultado na igreja de CARRAZEDO -AMARES .Podem lá ir e encontram na parede interior da igreja, o túmulo com as respectivas incriçoes,quando era estudante há45 anos, o professor de português,após o estudo, aconselhou-nos a fazer esta visita e na casa da tapada fomos recebidos e assinamos o respectivo livro de visitas .Informo ainda que em Amares há familiares deste escritor,tendo o mesmo apelido e que já fez parte de um programa sobre o poeta em questão,podem contactá-lo,sabe bastante sobre a sua vida,e tem cultura para bem esclarecer .
Desculpe Sr. Esequível mas não estou a ver em que sou fanático, a não ser talvez na defesa dos interesses e em especial do futuro do meu Concelho, mas poderei estar a fazer um juizo errado em causa própria.
Quanto ao comentário que me referia é na verdade o das 10/07/2010 11:17 de um anónimo e não o que surgiu depois de mim ás 10/07/2010 15:50 esse sim do Sr. Guma, a menos que saiba algo que eu não sei.
Quanto á acusação que faz ao autor, só quero dizer que além das suas acções, pelo menos não se esconde em pseudónimos ou anonimato. Gostaríamos de ver mais gente a escrever de uma forma regular, sobre os assuntos locais que achar mais pertinentes, sem medo.
Sim este é um desafio que lanço desde já.
O sr. Carlos Mendes nota-se que é fanático….. Tenha calma pois eu acho que o sr “Guma” não fez um comentario que colocasse em causa nada… apenas a ciganada! Quanto ao intelectual do Alvaro Rocha….. muita parra , pouca uva.
Afinal o sr Rocha mora ou não mora no concelho? O que é que esse sr já fez pelo concelho que não seja mandar umas bocas?
O aparato policial até assustava. Alguém tinha, finalmente, tomado uma decisão. Acabar com a pouca vergonha da Malheira. Foi, para já, conseguido. Pelo menos até à hora em que escrevo. Mas os dois alpinistas étnicos que subiram aos telhados para roubar electricidade e que motivou a tomada de força das forças policiais nunca o teriam feito se as coisas não tivessem sido tratadas à la Vila Verde.
O acto tresloucado até se percebe e era previsível. Uma semana sem banho de água quente, as côdeas são mais resistentes ao frio, tira do sério qualquer um. Ou será que eles precisavam de luz para puderam contar melhor as notas e moedas do negócio florescente do local?
Uma das coisas que sempre me intrigou: os terrenos usados para a mega-rave não são privados? E os direitos dos seus proprietários não foram salvaguardados? É que o burro soprou-me aos ouvidos que os ditos cujos terrenos pertencem a gente que anda a dificultar a vida à câmara, nomeadamente, opondo-se à criação do tal parque de merendas preconizado no tempo do outro senhor. A coisa vai para expropriação. Começo a achar que a barraca foi montada pelo senhor autarca para fazer aquilo que sabe fazer melhor: uma vingança para com aqueles que obstaculizam o progresso do concelho!
Malvados proprietários! Mais uns que pertencem à oposição. Porque, deduzindo o pensamento do senhor autarca, para o desenvolvimento o concelho não há direitos privados nem adquiridos! É tudo a eito!
Antes de mais quero dar os parabéns ao Dr. Álvaro Rocha, não só por esta mas pelas cronicas interessantes e com conhecimento de causa a que nos tem habituado.
Ao anónimo anterior gostava de perguntar o que tem contra os “socialistas”, pois se nem tudo o que vem deste grupo é bom, também o mesmo se passa com os restantes e vice versa.
Ser ou não ser, é essa a grande questão?
A mim parece que não, mas sim o saber se vamos continuar a recolher galardões atrás de galardões, e a sermos a terra de tudo e mais alguma coisa sem qualquer proveito para quem cá vive, ou se vamos começar a aproveitar o que temos, melhorando em proveito do que é nosso, que é a natureza e as nossas gentes e os potenciais turísticos que Deus nos deu, foi alias essa a questão levantada no texto com toda a razão de ser. Já diz o ditado, quem é bom em muita coisa não é muito bom em nada.
Não devemos valorizar em primeiro aquilo que é mesmo nosso, as nossas gentes que cá nasceram, que pelo menos passaram uma grande parte da sua vida, ou que levaram o nome de Vila Verde por esse mundo fora?
Não seria mais importante festejar quem é nosso, por direito? Porque não defender a imagem das nossas gentes? Como pode a Câmara permitir que o padre Manuel Joaquim Machado Rebelo (Abade de Priscos), esse nascido na nossa Freguesia de Turiz, seja apresentado num prédio de Vila Verde da forma que é representado, como se fosse uma figura menor. Não deveria zelar pela boa imagem de um filho da Terra? Não deveria ser uma das primeiras figuras a ser festejada e reconhecida com pompa e circunstancia?
E D. João de Aboim, também ele poeta trovador, além de Governador do Algarve e Mordomo-Mor (equivalente a primeiro ministro) do Rei D. Afonso III durante 15 anos, Conselheiro do rei no reinado de D. Dinis e considerado por Carolina Michaelis como o mais ilustre fidalgo que veio de França com D. Afonso II, onde passou 16 anos (como muitos dos filhos da terra), não deveria figurar e ser festejado com mais relevância que Sá de Miranda? Nada tenho contra o facto de ser lembrado e até festejado, mas se viver 2 décadas em Vila Verde dá direito a esta relevância, então Teremos muitas outras figuras para lembrar e festejar.
Saberá o anónimo que os lenços dos Namorados não são uma exclusividade de Vila Verde? Pergunte à entidade certificadora ou veja como são certificados e terá a resposta. Temos de facto famílias com lindos Lenços, temos Aboim que é uma referencia nos lenços dos namorados, temos a Aliança artesanal que recolheu e defende as tradições dos Lenços dos Namorados, tendo um requisito espolio, e temos a ADERE-Minho que sediada em Soutelo faz a certificação de artesanato entre os quais dos lenços dos namorados do Minho. Mas fará isso com que os lenços dos namorados sejam considerados como genuinamente de Vila Verde? Não. Mas não posso, nem quero, deixar de reconhecer que a Câmara de Vila Verde tem o mérito de ter reconhecido o filão e o ter muito bem aproveitado, ajudando assim a divulgar o nome da nossa terra, não me custa reconhecer, lamento simplesmente que não o faça em relação aos produtos que são nossos, e que mesmo em relação aos lenços dos namorados tenha demorado a reagir, ao ponto de permitir que uma empresa registasse os motivos pintados em barro como seus.
Sobre o Pica no Chão, de facto não sei onde tem a origem, mas dizer que é de Vila Verde, é um pouco forte, pois e sem tirar o mérito aos nossos Restaurantes, que o têm, ou ao registo, só posso dizer que já comi bom Pica no Chão nos mais diversos Concelhos do Minho.
Só para que não fiquem, duvidas, e não comecem a perguntar se sou de Vila Verde, aviso que nasci e vivi 27 anos da minha Vida nesta linda terra. Ausentei-me entre os 15 e os 27 Anos, tendo regressado com a minha esposa e filhas, que cá estudam e vivem à 12.
Para terminar e em jeito de retirar duvidas, aqui fica o texto extraído do regulamento de certificação dos Lenços dos namorados:
“4. Delimitação geográfica da área de produção
Embora existam noutras regiões de Portugal e também noutros países europeus peças plasticamente próximas e com funções similares, é no Minho que os “lenços de namorados” têm hoje em dia uma particular vitalidade: a força da sua presença antiga tem motivado iniciativas de relançamento cujo sucesso aparece como a manifestação contemporânea de uma antiga realidade cultural local. A presença dos lenços não é contudo uniforme em toda a região: a sua produção apresenta uma expressividade mais marcada em certos concelhos. Além disso, existe uma continuidade plástica e funcional entre alguns tipos de lenços do Minho e de outras regiões, não necessariamente vizinhas. No entanto, a particular pujança dos lenços no Minho é uma justificação suficiente para considerar que constituem uma realidade específica que justifica a denominação. Neste entendimento, podem ser certificados lenços bordados por uma pessoa, qualquer que seja a sua origem, residente nos distritos de Viana do Castelo, Braga e Porto, bem como nos concelhos de Montalegre, Boticas, Ribeira de Pena e Mondim de Basto do distrito de Vila Real.”
Nota-se sempre frustraçao e um pseudo conhecimento nas cronicas deste sr.
Eu nao nasci em Vila Verde, mas moro e amo Vila Verde. Quem aqui escreveu, trabalhou e tem merito deve ser reconhecido.
Este Sr mora no concelho?
O Pica no chao é uma tradiçao vilaverdense. Nao foi ideia dos socialistas logo é ma. Os lenços dos namorados nao sao exclusivos de vila verde mas foram bem aproveitados e sao uma bandeira. espero aue façam o mesmo com o pica no chao. Os pequenos agricultores agradecem e o restaurantes tambem.
Vídeo de imagens focando no lugar do Outeiro de Aboim da Nóbrega a Casa onde nasceu Dom ~João de Aboim
…e podendo começar pelo seu-a-seu-dono na sede do concelho, dando ao D. (Dom) o que em português se impõe:
http://aboimdanobrega.blogspot.com/2010/05/importancia-de-um-de-ponto-dom.html#links